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Nesta sexta-feira (02/12) acontecerá mais uma Massa Crítica do Cassino ate o Campus Carreiros da FURG.

A concentração será no chapéu de palha, ao lado da cancha de bocha na Avenida Rio Grande, às 8h, no Balneário do Cassino.

O objetivo desse momento será o de “celebrar mais uma pedalada neste trecho caótico e bonito, que tem como cicatriz a RS-734”, informa a organização do vento.

Divulguem e participem. Pode ser pelos faces, orkuts, emails, blogs, msns e etc. Mas, a organização lembra que a Massa só existe se pedalarem todos junt@s.

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Amanhã, domingo,(30\10), o Cassino tem duas programações de cunho ecológico:

Parque Urbano do Bolaxa

Roda de conversa sobre o Parque Urbano do Bolaxa, para Fins de Conservação, Educação Ambiental e Lazer no Município do Rio Grande, seguida de plantio de mudas nativas.
O objetivo é divulgar e conversar sobre o Parque, criado em junho de 2011, com o fim da coletividade se “apropriar do ambiente e participar da sua criação de forma mais direta”, conforme informa a organização do evento.
Será uma roda de conversa, seguida de uma atividade lúdica no local do Parque, com plantio e brincadeira.
Crianças são bem-vindas, bem como o mate, bola, pipa, água, piquenique, repelente, etc.

Local: Casa do estudante universitário (Bolaxa)
Data: Domingo, 30 de outubro de 2011
Horário: 15 horas
Informações: ronaldo@verso.com.br
Acesse: http://pro-vieira.blogspot.com

Arroio Bolaxa, Rio Grande/RS, 2007. Foto: Antonio Soler/CEA

Bicicleata
As pessoas que celebram a “alegria de andar de bicicleta” vão se encontrar, as 18h, para pedalar, com vistas a formar uma “MASSA CRÍTICA”.

O movimento “pedalante” reivindica maiores espaços nas vias públicas para os transportes não motorizados, especialmente na ERS 734, estrada que, passando pelo Parque do Bolaxa, liga o Balneário do cassino ao centro da cidade do Rio Grande/RS, para qual “existe a urgência de uma ciclovia”.

Acesse: http://massacriticarg.wordpress.com/
Informações: diego8sm@gmail.com

Os eventos são dirigidos a todos os interessados.
Participe e divulgue.

FURG é exemplo de iniciativa em mobilidade

por Leandro Karam*

Em meio à crescente disseminação da bicicleta como meio de transporte e adoção da mesma no cotidiano das cidades, eis que tive uma agradável surpresa ao visitar recentemente a Fundação Universidade de Rio Grande (FURG). Logo na entrada verifiquei a existência de ciclovias que interligam as unidades do Campus Carreiros, o que já me chamou a atenção. Mas ao me aproximar do centro de convivência vi que também haviam paraciclos e bicicletários para que os usuários de bicicletas possam deixá-las estacionadas de forma segura.

A surpresa foi perceber dezenas de bicicletas estacionadas e disponíveis para o uso de estudantes e servidores gratuitamente, mediante a apresentação de um documento com foto que comprove o vínculo institucional. Desta forma, de segunda à sexta feira, das 8h às 17:30, elas estão disponíveis para utilização por até duas horas e devem ser retiradas e devolvidas na Divisão de Alojamento, Alimentação e Transporte Estudantil (DAATE) e registradas em livro de controle.
Ao retirá-las é entregue ao usuário um cadeado com chave e o banco das mesmas.

A circulação das bicicletas é permitida somente dentro do perímetro do Campus Carreiros e somente é permitida ao longo das CICLOVIAS existentes no Campus.
Mas, de fato, elas existem!
No entanto, de acordo com João C. Ferreira (DAATE), existem algumas arestas a serem reparadas. A contrução do bicicletário não contou com uma cobertura e isto tem causado prejuízos às bicicletas que ficam expostas às intempéries. Para minimizar o problema, algumas delas ficam guardadas em outro local enquanto não são utilizadas.

Apesar da necessidade de reparo a este serviço, a iniciativa demonstra o desejo de se ter um diferencial referente à mobilidade dentro da Universidade e certamente é um exemplo muito positivo a ser seguido por outras administrações, como prefeituras, escolas, empresas e centros comerciais.

Recentemente houve em Pelotas o encaminhamento de uma solicitação, por parte dos alunos do DCE da UFPel, de iniciativas que viabilizem segura e efetivamente aos alunos e servidores a utilização de bicicletas para transporte entre suas unidades espalhadas pela cidade. Esta atitude teria notável importância no que diz respeito ao tão frágil sistema de transporte, corriqueiramente problematizado e discutido.

É evidente que nem toda a comunidade universitária tem condições de adotar este hábito, mas é inquestionável que isto significaria um importante passo à frente na tentativa de incrementar o processo de mobilidade e, aos poucos, disseminar o desenvolvimento de um transporte limpo e saudável em Pelotas, cidade que apresenta todo o potencial para o desenvolvimento da cultura das magrelas no dia-a-dia. Talvez, por isso não representar possibilidades de lucro direto por parte da gestão pública e de empresas conveniadas ou politicamente comprometidas, estas iniciativas estão demorando tanto a acontecer. Mas é perceptível, ao observar a cidade, que a bike é um meio de transporte amplamente usado e isto confere somente benefícios à população, pois as ruas estreitas e o excesso de automóveis só tem trazido congestionamento, poluição, barulho e muito, mas muito estresse.

Sendo assim, torna-se clara como a luz do sol que o gestor público que tomar uma atitude EFICAZ neste sentido, ganhará a aprovação da população e, consequente, muitos votos também.

*Leandro Karam  é professor, músico, ciclista e colaborador do CEA

Parece que o público do RS, que ainda lê jornal impresso, está mal de novos articulistas. Nesta mesma tarde de domingo, depois de indexar vários artigos só da página inicial da Agência Carta Maior, deparei-me com o irretocável artigo do Vitor Necchi Eu tenho turma no RSurgente sobre mais um infeliz artigo de David Coimbra em Zero Hora.
Mais um, porque no dia 2 de junho de 2011, ele cometeu o artigo As vítimas do Brasil, também em ZH, que pode ser lido no Bike Drops e que gerou a análise abaixo. Imagens da página Cycle Chic.
Ditadura das minorias?
“O Brasil atingiu um nível de tolerância intolerável”. Mentira. Nosso país é uma panela de pressão de intolerância. A começar pela intolerância de certos “cronistas”, tão rápidos em identificar “minorias” que estariam oprimindo as maiorias, mas sem se admitirem eles próprios como uma minoria mais insignificante do que a suposta “minoria” que eles acusam de opressora. Se comparados ao conjunto da sociedade, tais “cronistas” são completamente inexpressivos e só se fazem ouvir, por se disporem a dizer, na mídia, aquilo que seus patrões permitem. E a insignificância não está só no seu número – uma meia dúzia de paus mandados – mas, sobretudo, no seu discurso raso e tendencioso.
Trazer a questão do eventual bloqueio de uma via pública por um pelotão de ciclistas para o centro do debate sobre o direito de ir e vir, é um truquezinho tão manjado quanto cretino. Bem ao nível e ao gosto desses davis coimbras que infestam a mídia.
Copenhagen Bicycle Traffic in Rush Hour
E no mais das vezes, no cotidiano, o que acontece a um ciclista que ainda ousa aventurar-se sozinho no transito caótico de Porto Alegre? Como fica o direito de ir e vir desse cidadão que tem de lidar com as bestas feras motorizadas da cidade? Tal debate só poderia ser colocado nesses termos, se os ciclistas, tendo garantido o seu próprio espaço de circulação, invadissem o espaço dos automóveis, o que nem de longe é o caso. Eles precisam disputar os espaços com os carros numa desvantagem desleal, muitas vezes correndo risco de vida. Mas, para o “cronista” da RBS, esse parecer ser um dado irrelevante já que, de acordo com sua peculiar percepção da realidade a “vítima pode tudo, no Brasil.” Os “inimigos do motor à explosão, defensores intransigentes da tração animal” sempre podem xingar o motorista e “chutar a lataria do carro”. Desde que, fazendo a ressalva que o “cronista” “esqueceu” de fazer, consigam sair de baixo do automóvel que os atropelou e recolocar no lugar a perna ou o braço que lhes foram arrancados.
É muito comum tais “cronistas”, no afã de legitimarem seus pontos de vista e fiéis ao seu complexo de vira latas, recorrerem a exemplos daquilo que acontece no que eles consideram como o “primeiro mundo”. Por que no “primeiro mundo é assim, por que no primeiro mundo é assado”. Mas existem exemplos e exemplos, aqueles que convém mencionar e aqueles para os quais deve-se fazer olho branco.
Red at Red Light *

Publicamos a pedidos de Leandro Karam, crítica importante às ciclofaixas (ou o que existem das mesmas) nas ruas de Pelotas.

Divertido e saudável é aproveitar os finais de semana para pedalar pelas ruas, observar as pessoas, os lugares e conferir como anda a nossa cidade. No entanto, neste sábado (11), ocorreu algo que fez brotar em mim dúvidas.

Para que o leitor compreenda melhor, preciso voltar ao dia 9. Nesse dia, recebi um telefonema da Secretaria Municipal de Transportes, convidando a mim e ao Pedal Curticeira, grupo de ciclismo que lidero há pouco mais de 2 meses, para participar da inauguração da “ciclovia” na duplicação da Avenida Ferreira Viana, que se estende das imediações do Foro à rótula da ponte sobre o Arroio Pelotas, em Pelotas/RS.

Não pude participar da cerimônia de inauguração; no entanto, divulguei o evento para os demais ciclistas do grupo; eles aproveitaram a oportunidade de prestigiar uma ação que incentiva o uso da bicicleta como meio saudável, não poluente, silencioso e pouco espaçoso.

Ao retornar do nosso passeio, que teve como destino o Recanto de Portugal, fomos surpreendidos por um caminhão estacionado na “ciclovia”, obrigando-nos a contorná-lo pela rodovia na contra-mão, correndo assim sério risco de acidente.

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Para nossa surpresa, recebemos dos agentes de trânsito
a informação de que aquilo NÃO ERA CICLOVIA,
mas “ACOSTAMENTO” da rodovia. Me belisca …

Indignados com tamanha imprudência, registramos o fato. Assim feito seguimos nossa pedalada e cruzamos, logo a seguir, por uma viatura dos agentes municipais de trânsito (“azuizinhos”) e, como bons cidadãos, apontamos para o caminhão estacionado em local impróprio.

Para nossa surpresa e estupefação, recebemos dos agentes de trânsito a informação de que aquilo, pasmem, NÃO ERA UMA CICLOVIA, mas sim o “ACOSTAMENTO” da rodovia. Me belisca!

Mesmo que a explicação do agente fosse verdade, estaríamos presenciando a omissão destes agentes, que deixariam de cumprir seu dever de penalizar uma infração “gravíssima” com multa de R$ 191,54, remoção do veículo e perda de 7 pontos na carteira de motorista ao estacionar em rodovias, vias de trânsito rápido ou com acostamento.

Por curiosidade retornei ao local à noite e o caminhão ainda estava lá. Mesmo que não haja placa explicitando, presenciamos um claro exemplo da ineficiência dos nossos profissionais do trânsito.

* Leandro Karam é bacharel e licenciado em Ciências Biológicas pela UFPel, além de professor, músico e ciclista.

Fonte: http://www.amigosdepelotas.com/2010/12/um-caminhao-estacionado-na-ciclofaixa.html

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Frase

“De tanto postergar o essencial em nome da urgência, termina-se por esquecer a urgência do essencial.” Hadj Garm'Orin

Apresentação

O Centro de Estudos Ambientais (CEA) é a primeira ONG ecológica da região sul, constituída em Rio Grande/RS/Brasil, em julho de 1983.

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