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O CEA, na mina de carvão em Candiota/RS, no início da década de 90. Foto: CEA

Ontem, 08.08, ocorreu em Candiota/RS, o 1° Manifesto Regional Pró-carvão, o qual reuniu, segundo a imprensa noticiou, mais de 1,5 mil pessoas, com o fim de defender o uso do carvão para geração de energia, destacando os benefícios que o mesmo pode trazer para a região, a curto prazo, sob o ponto de vista econômico, evitando de abordar os malefícios que tal uso acarreta a vida no planeta. Os organizadores e apoiadores do evento alegaram que existem técnicas capazes de minimizar ao “aceitável” os impactos ambientais decorrentes da geração de energia do carvão mineral (ainda que o potencial do carvão no Brasil não atinge 2 % do total da energia gerada) e, dessa forma, não sendo um problema ambiental para a região.

O ato, promovido pelo Sindicato dos Mineiros de Candiota, contou com apoio de agentes públicos (municipais, estaduais e federais) notadamente ligados a prefeitura de Candiota e a Câmara de Vereadores daquele município; com representantes do movimento social, tanto de esquerda como de direita e; obviamente, com aqueles vinculados diretamente aos interesses do setor empresarial carbonífero, como representantes da Companhia Rio-grandense de Mineração (CRM), do Sindicato dos Eletricitários do RS (SENEGISUL) e da Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica – Eletrobras (CGTEE).

Várias manifestações, entre elas da secretaria estadual de Meio Ambiente, Jussara Cony (PC do B/RS) e do representante do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Frei Sérgio Görgen, fizerem coro ao uso do carvão.

Lembramos que a atividade carbonífera já levou o Uruguai a litigar com o Brasil, justamente em razão da poluição atmosférica provocada pela Usina de Candiota no país vizinho, entre elas a chamada chuva ácida.

Lei mais em: http://www.bohnen.com.br/Noticia.aspx?NoticiaID=276

A termoelétrica de Candiota. Foto de Cíntia Barenho, novembro de 2010

Moradores do município relatam problemas respiratórios

A estiagem registrada em Candiota, na Campanha, agrava os contratempos decorrentes da emissão de cinzas da usina termelétrica Presidente Médici. Muitos moradores relatam problemas respiratórios provocados pela seca e pelos resíduos.

A professora Sílvia Gislaine de Souza, 48 anos, mora há oito em Candiota. A casa dela e do filho de 17 anos fica no bairro Dario Lassance, muito próximo à usina que entrou em operação na capacidade máxima, na terça-feira. Segundo Sílvia, dentro de casa, as cinzas se acumulam sobre os móveis. Os panos ficam pretos depois da limpeza, que precisa, nos últimos tempos, ser diária. Conforme a professora, a emissão aumentou depois do início da operação da Fase C, em janeiro, mas não foi percebida porque choveu regularmente durante o ano.

“A gente não está acostumado a respirar com umidade relativa do ar em 30% e, além disso, tem muito vento. Juntando com as cinzas, que estão chegando muito no Centro da cidade, está bastante difícil, não só para quem tem alergias, mas para todo mundo”, explica.

De acordo com a assessoria de imprensa da Eletrobras CGTEE, administradora da usina, ontem teve inícios as operações de equipamentos conhecidos como precipitadores e hoje começam a funcionar os dessulfurizadores. As duas tecnologias têm o objetivo de reduzir a quantidade de cinzas emitidas na atmosfera.

Em dezembro, durante o período de testes, houve, conforme a autarquia, maior emissão de partículas da queima de carvão mineral. Candiota III é a maior obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na região Sul, avaliada em R$ 1,3 bilhão. A cidade de Candiota decretou situação de emergência em virtude da estiagem ainda em dezembro. Os moradores da região rural estão sendo abastecidas por dois caminhões-pipas.

Fonte: http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=242177

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