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Marco Gottinari: Lançamento do CD Tudo uma Canção

Marco Gottinari: violão, flautas e violinos. Foto: Cíntia Barenho/CEA

 “Um milagre somente acontece

Depois que a mente pede, logo esquece

Deita tudo na mão do destino

Somos homens, anjos, seres divinos

….Quero ver um sorriso na boca do povo…”

por Cíntia Barenho

Na última quarta-feira, 24/10, aconteceu em Porto Alegre o lançamento do disco “Tudo uma Canção”de Marco Gottinari.

Na plateia muitos pelotenses, portoalegrenses, mas especialmente pessoas que já conviveram  e admiram a família musical e ecológica dos Gottinarri, que vivem no Templo das Águas na Colônia Maciel de Pelotas/RS.

No palco Gottinari, além de cantar suas belas canções com a “tipo banda” (como ele mesmo denomina seus parceiros musicais de palco) ele brinca e diverte o público. Nada passa despercebido às piadinhas que ele faz no palco, até mesmo com seu filho, parceiro musical, no qual disse que ainda vai gravar junto um disco tipo “pop”.

Marco Gottinari: Lançamento do CD Tudo uma Canção

Marco Gottinari e seu banquinho de taquara+violão. Foto Cíntia Barenho/CEA

No seu banquinho de taquara, desenvolvido especialmente para o show, entre uma arrumação e outra, ele conta vários causos de sua vida, de sua música.

Em determinado momento, chama seu irmão, que junto com crianças de um projeto social de Pelotas, abrilhantam ainda mais o espetáculo, com suas flautas e violinos.

“o avesso do fim renascer”

Agora o que chama atenção é o fato que a música entrou de fato na sua vida em 2004, como uma salvação à agricultura agrotóxica desenvolvida por Gottinari.

Em 2004 um incêndio em galpão da propriedade, fez com que todo seu aparato de agricultura fosse destruído. Diante de tal “tragédia” veio seu renascer. Ele nos conta, que na época, plantando tomate, eram cerca de 100 aplicações de agrotóxicos no ciclo de plantação (cerca de 3 meses).

“Eu alimentava vocês com agrotóxicos, com veneno!” Grita ele do palco.

Querendo sair daquela vida escrava dos agrotóxicos, mas endividado no Banco, aos poucos foi se reerguendo com a música. Inclusive ele problematizou que ao buscar a agricultura ecológica para trabalhar, enfrentou as dificuldades de não acesso a financiamento, já que os bancos (e públicos) financiam as lavouras envenenadas.

Como ele mesmo canta “um milagre somente acontece… depois que a mente pede…deita tudo na mão do destino”, aos poucos o Templo das Águas foi se formatando, a música foi se consolidando e hoje vivem, não com muito dinheiro, mas com a dignidade necessária.

“Depois que as cidades desaparecerem ficam os matos.”

O Templo das Águas, localiza-se a uns 37km de Pelotas. Como o próprio nome indica é local de águas abundantes, com cachoeira alimentada pelo arroio Pelotas, além de ter piscina de pedra, turbilhões e duchas naturais.

A propriedade conta com trilhas, um sistema Agro Florestal e um labirinto de bambus/taquaras. A permacultura, a agricultura ecológica orientam todo o desenvolvimento do Templo.

Há uma série de portais moldados para embelezar ainda mais.

O local também já serviu de locação para um seriado global, mas isso é o menos relevante, diante da beleza natural do local.

“Coloque a semente no barro

o barro para proteger

depois ofereça pra terra

que ela acolhe com todo o prazer”

Conheci e convivi bastante com Marco e Marta durante o desenvolvimento do projeto “Construindo a Agenda 21 de Pelotas”, desenvolvido pela SQA com recursos do FNMA/MMA, em parceria com entidades de Pelotas. Nós do CEA atuávamos na Orla da Laguna dos Patos e a Teia Ecológica na Colônia de Pelotas. Marta e Marco engajaram-se nas ações do projeto, que coincidiu com o momento de transição para a agricultura ecológica, para a permacultura.

Marco chimarreando antes do show com Dercio Marques, em Pelotas/2005. Foto: Cíntia Barenho/CEA

Depois disso, fizemos alguns projetos culturais juntos, como da vinda do violeiro Dercio Marques à Pelotas, que partiu recentemente.

Sementes boas plantadas na terra fértil de Pelotas, que atualmente amarga processos anti-ecológicos, especialmente se olharmos para a Orla da Laguna dos Patos e para o incentivo à Cultura.

“Recolhi no quintal

folhas e frutos para todo o mal

entre as mãos fiz abençoar

alecrim, gerivá, hortelã, butiá

zepelim eu quero voar”

Voltando ao show é merecido o destaque aos coquinhos distribuídos ao público, por Gottinari. Segundo ele, a base de sua alimentação e energia necessária, desde quando trabalhava como diaristas nas colheitas locais até hoje no seu dia-a-dia mais ecológico. Brincou que quando trabalhava, mesmo sendo muito franzinho, foi o  coquinho que fez ele conquistar o recorde na colheita do pêssego: “enchi um caminhão apenas num dia, só não foi mais, porque faltou caixas”.

O coquinho de gerivá (ou jerivá) remete a minha infância, muito quebrei coquinho para comer a amêndoa que havia dentro. Obviamente não me furtei em trazer num saquinho alguns para comer em casa.

Disco produzido pela Nativu Design, ilustrado com belas fotos do Templo das Águas, letras das músicas e um bambuzinho para dar um ar mais ecológico. Destaque para a licença Creative Commons, que permite cópia e compartilhamento do disco. Como bem disse Marco, quanto mais gente nos conhecer melhor!

E para finalizar, além de comprar o disco “Tudo uma canção”, recheado de canções extremamente ecológicas e muito bem produzido em Pelotas, também voltei cheia de Cavalinha e Macela. Essas ervas estavam dispostas na decoração do palco e ao final do show, gentilmente todos e todas foram convidadas a levar essas ervas santas para casa e seguir na luta ecológica, já que, como canta Marco “o sol ta mudando de cor…a terra pedindo socorro”.

Deixo aqui mais uma bela canção desse disco, Deus de Paus, produção do Rastro Selvagem

Se quiser saber mais sobre o Templo das Águas, veja no Facebook: AQUI

Veja mais fotos do show AQUI

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ATUALIZADO

por Cíntia Barenho

The Power of Community: How Cuba Survived Peak Oil PosterThe Power of Community: How Cuba Survived Peak Oil é um documentário que aborda como Cuba “sobreviveu”, ou melhor, precisou se adaptar radicalmente quando a União Soviética (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas-URSS) dissolveu-se. Assim, todos os subsídios, especialmente petrolíferos foram cortados, fazendo com que toda a agricultura cubana, até então petróleo e química-dependente (como a grande parte da nossa agricultura-agronegócio), tivesse que se modificar radicalmente sob a pena de não dar conta de alimentar sua população. Abordando a agricultura ecológica, a agricultura urbana, tal documentário se desenrola, fazendo uma grande crítica ao consumo e  dependência do petróleo.

Tal questão é pouco conhecida e debatida pelas bandas de cá. Inclusive, dias atrás, lendo o relato de uma estudante brasileira que participou das brigadas em Cuba, me pareceu que para a sociedade cubana a questão da agricultura não mais petro-dependente está tão introjetada, que não parece nenhuma novidade discutir tais questões com os estrangeiros que lá visitam.

A agricultura em grande escala, mecanizada e monocultural é totalmente petro-dependente e consumidora de insumos químicos, sejam estes fertilizantes/adubos (também derivados do petróleo) e agrotóxicos.

Claro que o bloqueio econômico, imposto à Cuba pelos Estados Unidos trás uma série de implicações  e sanções para a população e o desenvolvimento local. No entanto, ouso dizer que por conta do pouco acesso ao petróleo, em parte sanado pelo solidariedade bolivariana da Venezuela, a agricultura cubana tem avanços importantíssimo visando uma sociedade para além do petróleo, para além da dependência desse ouro negro que degrada a natureza e explora as sociedades.

Alguns males, podem até vir para bem…veja o documentário e faça suas próprias conclusões.

VISITAÇÃO GUIADA

Aqui você se depara com:

  • Áreas  de  lazer
  • Mata nativa preservada
  • Um agroecossistema de 5 hectares  de proteção ambiental;
  • Produção de horta orgânica concebida a partir dos princípios da permacultura e da biodinâmica;
  • Reciclagem da matéria orgânica produzida como forma de recuperação do solo;
  • Aumento da diversidade de mudas medicinais e aromáticas: hortaliças, flores, ervas e árvores;

ALIMENTAÇÃO ECOLÓGICA

Além da visita guiada, também oferecemos (opcional):

Lanche ecológico, com produtos da nossa panificação integral e patês e geleias produzidas a partir de hortaliças e frutas de nossas hortas e pomares.

ESPAÇO PEDAGÓGICO E CULTURAL

Espaços para meditação, yoga, teatro e atividades psicofísicas.

Oficinas de Teatro-Fórum (BOAL) direcionadas a grupos que interagem com as comunidades rurais e movimentos sociais. Coordenação Grupo ChÁ de AleCriM (Carolina Peralta Flores).

AGENDAMENTO DE GRUPOS PARA VISITAÇÃO E LANCHES ECOLÓGICOS (53) 99495555  PELO E-MAIL: sitiotalisma@yahoo.com.br

Fonte: http://sitiotalisma.wordpress.com

O Sítio Talismã, localizado em Rio Grande/RS, promove mais um curso de Agroecologia, durante 20 de março a 03 de abril de 2010, ministrado por Tomás Castell, dirigido a agricultores familiares, estudantes e interessados na teoria e prática de hortas em pequenos e médios espaços.

Objetivos: Emancipação alimentar no campo e na cidade a partir de práticas amigáveis de cultivos sem agrotóxicos; Formação continuada de Culturas agroecológicas integradas: agricultura orgânica, permacultura e biodinâmica.

PROGRAMAÇÃO

SÁBADO, 20 de março de 2010

Manhã – 8:00h às 12:00h

APRESENTAÇÃO SOBRE AGROECOLOGIA

* Breve histórico da Agroecologia;

* O impacto da Revolução Verde na sociedade rural e urbana;

* A Agroecologia como alternativa ao modelo tecnológico da Revolução Verde;

Intervalo –  12:00h às 13:00h – Lanche –  produtos do Sítio Talismã (incluído)

Tarde – 13:30h às 17:30h

PRODUÇÃO ORGÂNICA – Aula teórica e prática

* Reciclagem da matéria orgânica produzida  no ambiente cultivado e urbano;

* Compostagem e minhocário

* Como fazer hortas em pequenos espaços


SÁBADO, 27 de março de 2010

Manhã – 8:00h às 12:00h

* Atividades inofensivas de recuperação da terra: um solo saudável;

* A importância do controle biológico de pragas nos cultivos.

PERMACULTURA – Aula teórica e prática

* Criação de desenhos emancipatórios para um melhor aproveitamento da energia e dos recursos naturais dos ambientes cultivados;

* Projeção de uma alimentação abundante e contínua na agricultura familiar e urbana;

* Hortas urbanas: a possibilidade de criar hortas em pequenos espaços domésticos.

Intervalo –  12:00h às 13:00h – Lanche –  produtos do Sítio Talismã (incluído)

Tarde – 13:30h às 17:30h – Aula teórica e prática

BIODINÂMICA –

* A biodinâmica e o despertar das potencialidades dos ambientes naturais e cultivados;

* Os benefícios na agricultura a partir da influência das constelações e da ação humana;

* Noções práticas do uso do calendário biodinâmico na agricultura familiar.

SÁBADO, 3 de abril de 2010

AULA PRÁTICA NO SÍTIO TALISMÃ

MANHÃ – 8:00h às 12:00h

* Apresentação da proposta do Sítio Talismã: uma possibilidade de criação de agroecossistemas emancipatórios  na agricultura familiar e urbana;

* Diferentes culturas integradas: produção orgânica, permacultura, biodinâmica, agricultura natural e pastoreio voisin (em construção);

* Produção de alimentos para a rede de consumidores ecológicos.

Intervalo –  12:00h às 13:00h – Lanche –  produtos do Sítio Talismã (incluído)

14:00h às 16:30h – Visita guiada, parte prática do curso;

16:30h – café e degustação dos produtos SítioTalismã;

17:00h – Encerramento.


INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:

Com os contatos: (53) 99 58 69 18 – Samuel; (53) 99 49 55 55 – Cleusa

ARMAZÉM TEIA ECOLÓGICA – ANCHIETA 1592 – Pelotas fone (53) 41 41 12 41

Para Inscrições: sitiotalisma@yahoo.com.br

Prezados(as) Amigos(as) e Clientes do Sítio Talismã

Sítio Talismã

Estamos divulgando o curso de Agroecologia e Hortas Urbanas de Tomás Castell, com cartaz e programação anexos.

Este será o segundo deste ano, solicitado pela demanda de participantes que ficaram na lista de espera do anterior, realizado em junho.

Solicitamos divulgação aos interessados na temática da agroecologia urbana e rural, bem como nos aportes sobre alimentação natural livre de adição de agrotóxicos.

Os cursos por nós ministrados também contribuem na formação de redes de trabalhadores e consumidores orgânicos, promovendo um estilo de vida ecológico, preocupados com a saúde dos agricultores e de todos nós que buscamos alimentos integrais e limpos.

Cleuza e Tomás, do Sítio Talismã

Buscamos contribuir com nossa cultura subjetiva, aqui no Sítio Talismã, plantando, colhendo e elaborando alimentos artesanalmente, cultivando a tradição do pão com cheirinho à lenha e propondo novas alternativas de alimentação natural. Processamos patês e pesto que resguardam o sabor e o frescor da natureza em cada erva cultivada. Em nossos cursos e atividades convidamos aos participantes a conviver com nosso conhecimento, nossa arte e nosso estilo de vida.

Aguardamos vocês em nosso próximo curso! Ajudem a divulgá-lo e a fortalecer nossa rede!

Um abraço da equipe Talismã: Tomás, Cleusa, Gisa e Samuel e dos amigos da Teia Ecológica!

Tomás, do Sitio Talismã, recebendo o NUDESE, o CEA e o Prof. Cubano Jaime Ruiz

Tomás, do Sitio Talismã, recebendo o NUDESE, o CEA e o Prof. Cubano Jaime Ruiz

O Sítio Talismã é integrante da Cooperativa Teia Ecológica (Pelotas) e do Grupo de Produtores Ecológicos (FURG\NUDESE\NEMA).

A agroecologia depende de uma rede de consumidores ecológicos. Seja mais um de nós!

A Permacultura é um movimento que surgiu no campo e hoje se espraiou nas cidades. Conforme explicou o permacultor e bioconstrutor Fernando Costa na Quarta Temática dos Amigos da Terra, ontem, na casaNAT, considera a importância de se observar os processos da natureza e utilizar a sabedoria popular. Por exemplo, costumes que nossos pais e avós, ou hoje em dia, mais aqueles que residem no interior do interior do Estado, mantém como guardar sementes, arrancar matinho das calçadas com a faquinha, construir pequenas cisternas para coletar água de chuva, colocar os restos orgânicos do preparo das refeições na horta como adubo, enfim, se preocupam com a manutenção da vida ao seu redor e para o futuro de seus descendentes. Há quem considere que estas tarefas dão trabalho, são perda de tempo já que há “tecnologias”, leia-se facilidade em se adquirir venenos ou depositar os resíduos em um aterro há dezenas de quilômetros de casa. Quando na verdade é zelo com a biodiversidade.
 
A racionalização dos usos dos recursos naturais como água, também é pauta para a Permacultura. Na medida em que propõem que se planeje o urbano, contando sempre com a criatividade e a cultura local. Por exemplo, colocando próximo aquilo que se utiliza com maior frequência, de modo a despender menos energia como a de deslocamento. “Até num apartamento, no centro da cidade, é possível plantar hortaliças numa floreira; trocar as sementes com um vizinho por adubo orgânico que ele mesmo faz numa composteira doméstica, fazer uma captação de água da chuva nem que seja somente para molhar as plantas, já que a clorada mata os microorganismos da terra”, disse Fernando, compartilhando o seu exemplo e o de vários amigos seus.
 
O permacultor chama a atenção para a importância também de ao observar os ciclos da natureza, como o crescimento e desenvolvimento das plantas, que as pessoas não se precipitem e caiam na onda do consumo. Ou seja, para fazer uma composteira doméstica, não é necessário adquirir uma floreira nova, gerar mais resíduo e gasto de energia. Basta reutilizar uma lata de óleo descartada ou outro material que se tenha em casa ou que se encontre abandonado em entulhos. E nem comprar terra preta para adubar o jardim doméstico, já que em dois meses, a composteira doméstica já oferece a terra preta.
 
Os amigos dos Amigos da Terra, presentes ao encontro, lembraram que o individualismo e a competição vêm na contramão do atendimento das necessidades e do bem-estar das pessoas e dos outros seres à sua volta. Como são os casos dos projetos do Pontal do Estaleiro e do espigão da Lima e Silva. O primeiro porque as construções formarão uma barreira artificial impedindo a passagem dos ventos para a cidade, além do grande aumento da produção de esgoto cloacal que na região é ligado ao pluvial. O segundo, porque vai impedir que moradores de três quarteirões usufruam a luz do sol. Sem esquecer que nos dois casos, a maior concentração de moradores vai agravar o congestionamento das ruas próximas ao dos empreendimentos. A Permacultura pode nos dar respostas a estes e a outros desafios de nossa geração.
 
 
 
O que é Permacultura?
Surgiu na Austrália, no início dos anos 70, com David Holmgreen e Bill Mollison. Os princípios da Permacultura vêm da posição de Mollison de que “a única decisão verdadeiramente ética é cada um tomar para si a responsabilidade de sua própria existência e da de seus filhos” (Mollison, 1990). A ênfase está na aplicação criativa de princípios básicos da natureza, integrando plantas, animais, pessoas e construções em um ambiente produtivo, estético e harmônico.
 
 
Saiba mais:
 
http://permacultura-rs.org.br/newsite/modules/news/
 
http://vivagasometro.blogspot.com/2008/09/no-ao-pontal-do-estaleiro.html
 
http://poavive.wordpress.com/2009/05/20/vote-nao/
 
http://naoaoespigao.blogspot.com/2008/10/no-ao-espigo-da-lima-e-silva.html

Fonte: NAT/RS

CONVITE

Os Amigos da Terra Brasil te convidam para participar da QUARTA TEMÁTICA desta semana sobre PERMACULTURA URBANA com o bioconstrutor e permacultor FERNANDO CAMPOS COSTA.

ONDE: casaNAT, Rua Olavo Bilac, 192, Cidade Baixa – Porto Alegre – RS

HORA: 17h30min

ENTRADA: FRANCA Nos vemos lá! Amigos da Terra Brasil

Quer saber mais sobre as Quartas Temáticas?

Acesse http://www.natbrasil.org.br/quarta_tematica.htm ou ligue para 3332 8884

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Frase

“De tanto postergar o essencial em nome da urgência, termina-se por esquecer a urgência do essencial.” Hadj Garm'Orin

Apresentação

O Centro de Estudos Ambientais (CEA) é a primeira ONG ecológica da região sul, constituída em Rio Grande/RS/Brasil, em julho de 1983.

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