You are currently browsing the tag archive for the ‘pdf’ tag.

capa 296O Brasil é a lixeira tóxica do planeta. Desde 2008 o país é o maior consumidor global de insumos químicos para agricultura. Mas diante dos números sedutores na balança comercial, discutir os aspectos negativos desse modelo agrário virou um tabu. No artigo de capa da CH deste mês, veja como a nossa economia agroexportadora insiste em se reafirmar, ainda que acompanhada por temerosas dívidas sociais e ambientais

Leia a revista AQUI

Publicidade

Precisamos estar munidos de informação para ampliarmos e construirmos o debate em torno dos Serviços Ambientais.

Clique na imagem e baixe a publicação em PDF.

O Almanaque Socioambiental Parque Indígena do Xingu 50 anos traz um conjunto de informações de diferentes fontes sobre processo de criação do Parque Indígena do Xingu (PIX). Tem 316 páginas e é ricamente ilustrado por mais de 200 fotos e mapas. Um encarte conta a história de cada um dos 16 povos indigenas que ali vivem. Além de retratar o passado, a publicação resume o presente e discute a sustentabilidade do PIX, abordando assuntos como saúde, educação diferenciada, desmatamento, a relação dos índios com as cidades e os desafios que as novas gerações terão pela frente para preservar suas culturas.

Para baixar acesse AQUI

featured articleClique na imagem para baixar a publicação

Já esta disponível a publicação resultante do VI FÓRUM BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL (FBEA), que aconteceu no Rio de Janeiro, de 22 a 25 de julho de 2009, no campus da Praia Vermelha, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Promovido pela Rede Brasileira de Educação Ambiental (REBEA), coletivo que reúne mais de 40 redes de educação ambiental e educadores ambientais do país, o evento teve mais de 2500 participantes.

Segundo os organizadores, o “livro foi pensado para ser um dos reflexos das muitas discussões ocorridas durante o VI Fórum (…) Os palestrantes foram convidados a escrever algumas palavras referentes às apresentações, de modo a registrarmos os conhecimentos construídos para o futuro. São artigos de profissionais respeitados e atuantes em áreas como universidades, organizações não-governamentais, educação básica, instituições públicas, dentre outras. O resultado é um livro com textos de qualidade e de grande importância para a educação ambiental no Brasil.”

Destacamos as seguintes contribuições:

O VI Fórum no contexto da nova DEA, de Claudison Rodrigues de Vasconcelos (DEA/MMA); Identidades da Educação Ambiental: Descobrimos que somos diferentes. saberemos conviver com isso?, de Philippe Pomier Layrargues; Nomes e endereços da Educação Ambiental, de Isabel Cristina de Moura Carvalho; Aprendendo nos caminhos da Educação Ambiental: Uma construção de bifurcações heurísticas, de Marcos Sorrentino e Luiz Antonio Ferraro Júnior; Debatendo os 10 anos da PNEA e o SISNEA: Apresentação da Bahia, de Maria Alice Martins de Ulhôa Cintra (Lilite); Redes de educadores ambientais no contexto da Educação Ambiental Crítica, de Mauro Guimarães.

O CEA também participa da publicação com o Professor de Direito Ambiental, Antonio Soler, com o artigo 10 anos de PNEA: algumas reflexões para o debate e consolidação, onde aborda aspectos da relação da legislação ambiental com a educação ambiental, a partir da rica experiência que somente a militância na luta ecológica proporciona. Para Soler “parece ser uma alternativa obrigatória para a consolidação da PNEA o acompanhamento público e coletivo da gestão de fundos ambientais e, sobretudo, a participação, dos educadores ambientais em colegiados e espaços de discussão da EA. É tão forçoso o controle público dos fundos ambientais, como necessário um agir político dos educadores ambientais.”

O patrocínio da publicação é do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lançou no dia 29/08 a publicação “Mudança do clima no Brasil: aspectos econômicos, sociais e regulatórios”.

No evento os capítulos do livro foram apresentados: Aspectos regulatórios e sociais das mudanças climáticas no Brasil, As mudanças climáticas nos diversos setores da economia brasileira, e O Brasil e as negociações internacionais sobre mudanças climáticas.

Em 437 páginas, o livro traz um debate amplo e extremamente atual sobre as mudanças climáticas e as políticas públicas e ações brasileiras correspondentes a esse fenômeno.

Acesse a íntegra do livro Mudança do Clima no Brasil: aspectos econômicos, sociais e Regulatórios

Saiba mais no site do IPEA 

Uma das promessas das empresas florestais para obter sua aceitação- por parte do governo e das comunidades locais- é a geração de emprego. O que não é esclarecido com antecedência é qual o tipo de emprego e sob quais condições salariais e de saúde será realizado o trabalho.

A maioria dos trabalhos vinculados com o florestamento- exceto a poda- implica o uso de agrotóxicos em alguma etapa. Nos viveiros são aplicados fungicidas principalmente de forma permanente; na preparação do campo para plantar são aplicados herbicidas, fertilizantes químicos e formicidas; após realizada a plantação durante o primeiro ano continua a aplicação de agrotóxicos para o controle das ervas daninhas. Por último, ao realizar raleamentos ou quando são cortadas as árvores mais uma vez se usam os herbicidas para eliminar os rebrotes.

Um estudo recente da organização RAPAL-Uruguay sobre os trabalhadores nas plantações florestais e o uso de agrotóxicos (vide “Uruguay: trabajo y agrotóxicos en la forestación”) apresenta interessantes elementos para o debate. A pesquisa é baseada no caso da FOSA (Forestal Oriental S.A.), empresa transnacional que pertence à UPM (ex- Botnia) e que entre outras coisas está certificada pelo FSC (Forest Stewardship Council).

O estudo oferece um detalhado resumo dos diferentes herbicidas (Acetoclor, Glifosato, Oxifluoren, Haloxifop metil), do formicida Fipronil e os diversos fertilizantes (sulfato de amônio, fosfato de amônio) utilizados, alertando que estas substâncias são potencialmente cancerígenas e que provocam alterações hormonais, entre outros efeitos na saúde. Desses dados infere-se que se bem é certo que as substâncias usadas nas plantações estão autorizadas pelo Ministério da Pecuária, Agricultura e Pesca e pela certificadora Forest Stewardship Council (FSC), não deixa de ser certo que todas são altamente tóxicas, tanto para os trabalhadores que as manuseiam quanto para o ambiente.

A aplicação de agrotóxicos implica que os trabalhadores estejam expostos às substâncias químicas de forma constante, prolongada no tempo e todo dia. A isso acrescenta- se que alguns lugares de trabalho não contam com suficiente água potável para consumo nem condições adequadas para a higiene, o que agrava a exposição aos agrotóxicos. A meia hora do almoço resulta breve para tirar os trajes e menor ainda para higienizar-se, e assim os trabalhadores ou trabalhadoras geralmente tiram apenas as luvas e o tapa-boca para comer.

Os trabalhadores comentam que “a modalidade que a empresa usa para escolher pessoal é através de convocações e quem quiser trabalhar se inscreve”. Na primeira visita ao campo, o trabalhador “comprova” ele próprio se está apto ou não para realizar as tarefas solicitadas já que se passa mal (dor de cabeça, vômitos, enjôos) por causa do produto que está sendo usado, fica evidente que é uma pessoa que não pode realizar esse trabalho. Tal é a toxicidade dos produtos usados que leva a uma “auto-seleção” do pessoal de acordo com sua resistência física. Uma das esposas dos trabalhadores acrescenta que “quando eu lavava o macaco jogava a água na grama que ficava marrom como se tivesse sido queimada”.

Continue lendo »

Baixe a recente publicação Tomorrow Today da UNESCO sobre a Década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável AQUI

Na publicação há dois artigos do Brasil:

  • Rachel Trajber, Ministry of Education, Brazil – Let’s take care of the planet: education for sustainable societies; pp. 76-79.
  • Moacir Gadotti, Paulo Freire Institute, Brazil – Transformative learning; pp. 157-159.

Recebido de Rachel Trajber (MEC) por Email

No pollution please por Christos Lamprianidis

 Uma bailarina executa durante a Cerimônia de Abertura do 16 º Jogos Asiáticos em 12 de novembro de 2010. (Jamie McDonald / Getty Images)

Uma bailarina executa durante a Cerimônia de Abertura do 16 º Jogos Asiáticos em 12 de novembro de 2010. (Jamie McDonald / Getty Images)

midialivre

arte2

BannerForum120x240

codigoflorestal22

Assine e receba as atualizações do Blog do CEA por email. Basta clicar no link acima, ao abrir uma janela, coloque seu email, digite o código que aparece e confirme. Será enviado um email solicitando sua confirmação. Obrigad@.

Frase

“De tanto postergar o essencial em nome da urgência, termina-se por esquecer a urgência do essencial.” Hadj Garm'Orin

Apresentação

O Centro de Estudos Ambientais (CEA) é a primeira ONG ecológica da região sul, constituída em Rio Grande/RS/Brasil, em julho de 1983.

Nos siga no Twitter

Acessos desde 04/11/08

  • 1.269.034 Visitas

Campanhas e Parcerias

Flickr PIT 531 - Logotipo Pedal Curticeira - Pedal Curticeira2 um-carro-a-menos_outra2 Flickr

Flickr

Flickr

Visitantes on-line

Países Visitantes

free counters

Pesquise por Temas

Direito à Informação Ambiental

As publicações elaboradas e publicadas pelo CEA, bem como suas fotos são de livre reprodução, desde que não haja fins econômicos, que sejamos informados através do mail ongcea@gmail.com e com expressa citação da fonte nos termos a seguir: Fonte: Blog do Centro de Estudos Ambientais (CEA).
%d blogueiros gostam disto: