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Ambientalistas educadores gaúchos reunidos na OCA, Rincão Gaia. Foto: CEA

Ambientalistas educadores gaúchos reunidos na OCA, Rincão Gaia. Foto: CEA

Ocorrerá no próximo final de semana (27 a 29 de março), no Rincão Gaia em Pantano Grande, a Etapa III Presencial do Projeto Ambientalistas Educadores.

Em torno de trinta representantes de organizações ecológicas não governamentais (ONGs) e movimentos sociais, estarão discutindo diversas questões sobre práticas transformadoras da relação predatória da sociedade para com a natureza, marcadas pelo consumo ilimitado (o chamado consumismo) e o desrespeito as leis ambientais.

Para tanto, os professores do Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental (PPGEA) da FURG, Dr. Alfredo Martín e Dr. Carlos Machado, trabalharão a metodologia para uma Educação Ambiental Transformadora. A Diretora do Departamento de Educação Ambiental (DEA) do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e ex-militante do CEA, Lúcia Anello, estará presente palestrando sobre a “Política Nacional de Educação Ambiental: MMA e as ONGs Ecológicas”. O Evento ainda contará com a presença do Professor Dr. Frederico Loureiro, da UFRJ, o qual abordará as temáticas “Tendências da Educação Ambiental: Premissas e Implicações Políticas” e “Pensar e Agir Ecológico: Atual contexto e Ações Prioritárias”. Após, Loureiro segue para Rio Grande, onde ministrará a aula inaugural no PPGEA/FURG, dia 31 de março, com o tema “Mundialização do Capital, Sustentabilidade Democrática e Políticas Públicas: Problematizando os Caminhos da Educação Ambiental”, informa avalia Cintia Barenho, do CEA.

Lara Lutzenberger e equipe de CEA na Etapa II do Projeto Ambientalistas Educadores, no Rincão Gaia. Foto: CEA

Lara Lutzenberger e equipe de CEA na Etapa II do Projeto Ambientalistas Educadores, no Rincão Gaia. Foto: CEA

O Projeto Ambientalista Educadores é uma parceria da UNESCO, MMA, CEA e a ONG Grupo Ambientalista da Bahia (GAMBÁ), responsável pela edição do projeto no estado da Bahia.

Segundo Antonio Soler, integrante do CEA, idealizador e executor do Projeto Ambientalista Educadores, seus objetivos foram alcançados proporcionando condições para a formação continuada de integrantes de ONGs e Movimentos Sociais que lidam cotidianamente com a questão ecológica. Além dos encontros presenciais, o projeto contou com etapas não-presenciais através de um ambiente virtual desenvolvido em parceria com a Secretaria de Educação a Distância da FURG.

A representatividade foi significativa, tendo a participação de representantes das ONGs gaúchas AGAPAN (POA), AIPAN (Ijuí), ALGA (Caxias do Sul), AMA (Guaíba), AMIZ (Pelotas), Ballaena australis (Barra do Chuí), ECOFUND (Canoas), ECOGATO (Pelotas), Fundação Gaia (POA), Fundação Moã (Santa Maria), GAEC (Pelotas), GEAN (Arroio Grande), Guardiões da Vida (Passo Fundo), GESP (Passo Fundo), IMCA (Montenegro), INGÁ (POA), Instituto Biofilia (POA), Instituto Órbis (Caxias do Sul), MIRA-SERRA (São Francisco de Paula), NAT (POA), Os Verdes (Tapes), Fundação TUPAHUE (Pelotas), NEMA (Rio Grande) e Sindicato dos Bancários de Pelotas e Região.

Maiores informações podem ser acessadas em: Orientações 1 e Orientações 2

Para conhecer um pouco mais do Projeto Ambientalistas Educadores acesse AQUI

Para ver as imagens dos outros encontros presenciais acesse nosso Flickr

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E finalmente outro vídeo produzido pelos companheiros de luta ecológica da AMIZ, de Pelotas/RS, durante a Etapa Presencial II do Projeto Ambientalistas Educadores. As imagens foram feitas no Rincão Gaia, em fevereiro/2009.


20081010_arroz3Audiência pública comprova: Brasil não quer arroz transgênico da Bayer


Ambientalistas, produtores e cientistas deixam claro em reunião que variedade geneticamente modificada não trará benefícios.

“É, e a gente achou que isso aqui seria uma barbada…” O comentário de um participante pró-transgênico durante a audiência pública da CTNBio, realizada nesta quarta-feira (18/3) em Brasília para discutir o arroz geneticamente modificado da Bayer, mostra bem como os argumentos da empresa foram desconstruídos com propriedade por ambientalistas, grandes produtores e alguns cientistas, todos preocupados com o alto impacto negativo que a introdução do arroz LL62 poderá causar no meio ambiente e no mercado brasileiro do produto.

A empresa não apresentou à Comissão estudos sobre resíduos de agrotóxico nos grãos e negligenciou o alto potencial de contaminação do seu arroz transgênico na produção brasileira. Não à toa, durante a audiência, recebeu críticas até de prováveis aliados, como a Embrapa, Federação de Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul) e Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), que deixaram claro que não querem que o arroz transgênico da Bayer seja aprovado no Brasil.

Os consumidores brasileiros também não querem. Em pouco mais de uma semana, reunimos mais de 15 mil assinaturas de pessoas contrárias à liberação do arroz transgênico da Bayer no país. Participe também, assine aqui a nossa petição.

A audiência pública contou com 12 palestrantes, que tiveram 15 minutos cada para fazer sua defesa ou crítica.

Nós ‘twitamos’ diretamente da reunião em Brasília. Para saber detalhes do que aconteceu por lá, confira o nosso canal no Twitter (não é preciso ser cadastrado).

O arroz transgênico da Bayer está na pauta de votação da CTNBio desta quinta-feira (19/3). A reunião da Comissão começa às 9 horas no auditório do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), em Brasília.

Rafael Cruz, coordenador da campanha de transgênicos do Greenpeace, afirmou durante sua exposição que o risco de contaminação do arroz brasileiro por variedades transgênicas é um grande problema para a agricultura, especialmente neste momento que o país busca espaço no mercado externo.

“O escândalo da contaminação de campos de arroz nos Estados Unidos, vazada de campos experimentais de arroz transgênico da Bayer, gerou um grande trauma no mercado internacional. Ninguém quer o arroz da Bayer no seu campo, nem no seu prato”, disse Rafael Cruz.

João Volkmann, produtor de arroz biodinâmico no Rio Grande do Sul, também mostrou receio em relação à possibilidade de ver sua lavoura contaminada por transgênicos. Ele, que tem sua produção certificada nos Estados Unidos e no Japão, tem certeza de que, uma vez liberado no campo, o arroz transgênico da Bayer causará prejuízos aos agricultores gaúchos, afetando consequentemente a produção nacional de arroz – o Rio Grande do Sul é responsável hoje por 63% de todo o arroz produzido no país segundo dados apresentados na audiência.

Rejeição
O posicionamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) na audiência pública, um dos mais esperados do dia, foi enfático. Flávio Braseghello, da Embrapa Arroz e Feijão, lembrou que é grande a probabilidade de cruzamento entre arroz transgênico e arroz vermelho, considerado erva indesejada pelos rizicultores sulistas.

Segundo ele, “uma vez liberado no meio ambiente, não há controle, não há possibilidade de se fazer recall”. Em seguida, sentenciou que a Embrapa se posiciona contra a liberação deste transgênico.

A pesquisadora e médica Nise Yamaguishi, questionou a falta de cuidado da Bayer ao não apresentar estudos de toxicologia da planta. Segundo ela, a própria Monsanto já lhe declarou que a CTNBio nunca pediu estudos de efeitos de transgênicos à saúde humana, e ressaltou que a empresa que propõe transgênicos tem que provar que são seguros.

Fonte: Greenpeace

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“De tanto postergar o essencial em nome da urgência, termina-se por esquecer a urgência do essencial.” Hadj Garm'Orin

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O Centro de Estudos Ambientais (CEA) é a primeira ONG ecológica da região sul, constituída em Rio Grande/RS/Brasil, em julho de 1983.

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