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Além de cruéis para os bichos, os testes em animais são péssimas referências para produtos desenvolvidos para humanos

Em recente publicação no site da Revista Super Interessante (leia aqui), o autor José Lopes alertou que a comunidade médica e científica está concluindo que os testes em animais podem não ser tão precisos como se imaginava. Citando a alimentação demasiada e o sedentarismo dos roedores, o texto explica que estes animais têm pré-disposição a doenças e que os resultados de pesquisas realizadas com eles podem não ser confiáveis.

Ainda que admita que os testes são duvidosos, em nenhum momento o autor cita a questão ética e comenta, inclusive, que a solução deva ser a utilização de outras espécies em larga escala, como macacos. Testes alternativos, que não utilizam animais, também ficaram fora das opções do autor para uma ciência mais eficaz.

Fonte: Vista-se

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A banda punk, Arch Enemy , lançou, seu mais novo vídeo-clipe, no qual traz imagens de animais sendo usados para testes em laboratórios e a própria vocalista, Angela Gossow (que é vegana), ensanguentada e gritando a forte letra da música “Cruelty Without Beauty” (Crueldade Sem Beleza).

Crueldade Sem Beleza
Arch Enemy

Câmara de tortura desinfectada
Um matadouro científico
A morte deles é o preço de seu progresso
Se estas paredes pudessem falar, elas gritariam

Sem empatia
Sem dignidade

Crueldade sem beleza
Crueldade sem beleza

Retórica arcaica sua defesa fraca
Suas vítimas não têm escolha, nem voz
Olhe em seus olhos, ainda faz sentido?
Um saco plástico é seu vestido fúnebre

Sem empatia
Sem dignidade

Crueldade sem beleza
Crueldade sem beleza

Um legado do mal é o que você perpetua
O sangue deles não pode ser lavado
Em meus olhos o destino brutal que você merece
Em seus sonhos você vai ouvi-los gritar

Fonte: Vista-se

Os últimos números divulgados pelo Ministério da Saúde em suas estatísticas anuais de procedimentos científicos com animais vivos mostram que o número de experimentos com animais realizados no Reino Unido são os mais elevados dos últimos 25 anos, com um aumento de 68.100 procedimentos só no último ano.

As estatísticas, é claro, não mencionam o que aconteceu exatamente com esses animais ou o quanto eles sofreram, só dizem que espécies foram utilizadas e qual a porcentagem de experimentos que foram “leves”, “moderados” ou “severos”. Testes envolvendo gatos subiram 26 por cento; porcos, 37 por cento; 14 por cento foi o caso das aves e quanto aos peixes, 15 por cento. Teste em ratos diminuíram 11 por cento; em camundongos, caíram 16 por cento, e em cães, 21 por cento. O número de experimentos em primatas também diminuiu.

Troy Seidle, Diretor de Pesquisa e Toxicologia para a ONG Humane Society International do Reino Unido, considera as estatísticas como “notícias profundamente deprimentes para a Ciência, para o progresso da medicina e para o bem-estar animal.”

De acordo com o Ministério, mais de 3,79 milhões de experimentos foram iniciados em 2011. Em 1987, 3,5 milhões de experiências foram relatadas. Os defensores dos animais constataram que o aumento está em desacordo com as promessas do governo de reduzir o número total de animais utilizados em pesquisas.

“Pode ter havido uma redução do número de animais em áreas específicas, mas o aumento global anula a redução. É algo que você não pode fazer em 12 meses “, disse Martin Walsh, chefe da Divisão de Procedimentos Científicos em Animais, do Ministério, que chama a meta de ” um projeto de longo prazo. ”

Os funcionários do Ministério continuam a afirmar que eles estão promovendo a do 3R’s (redução, refinamento e substituição/reposição), mas os números do relatório contam uma história diferente.

“As estatísticas mostram que no ano passado, 35% dos experimentos com animais foram para a pesquisa biológica fundamental – muito mais quiada pela curiosidade, e apenas 13% diretamente para a medicina humana e odontológica, e 43% da pesquisa com animais foi relacionada à criação de animais com mutação ou modificação genética. O uso de animais para a investigação fundamental em universidades continuou a aumentar (7%). Este aumento na pesquisa chamada abstrata ou fundamental, que não envolve testes de medicamentos, contrasta com a postura do setor que defende que as pesquisas com animais devem ser voltadas a testar curas para doenças “, de acordo com a União Britânica para a Abolição da Vivissecção (BUAV).

No entanto, pesquisadores e políticos continuam a afirmar que o uso de animais é vital para a saúde humana, e só o fazem por este motivo, e que pôr fim à vivissecção significaria o fim à exploração de curas para doenças atualmente incuráveis. Curiosamente, o número de experiências relacionadas ao câncer diminuiu em 10.200, enquanto experiências de toxicologia (olhos e irritação da pele e as conseqüências do desenvolvimento) subiu dois por cento, para 399.000. Aparentemente, colocar mais produtos químicos no mercado é mais importante, ou lucrativo, do que ajudar pacientes com câncer.

“O Governo até hoje não vem fazendo nada com relação ao seu compromisso pós-eleitoral de trabalhar para banir os experimentos com animais. Milhões de animais continuam a sofrer e morrer em nossos laboratórios. Esta falta de progresso é completamente inaceitável. Precisamos ver mudanças significativas e duradouras para os animais em laboratórios. O Reino Unido deveria liderar o processo de reduzir testes em animais. Infelizmente, estas últimas estatísticas mostram que a tendência está indo realmente na direção oposta “, disse o Chefe Executivo da BUAV, Michelle Thew.

“Além disso, não há nenhuma evidência de que todo esse sofrimento terrível está realmente produzindo algum benefício significativo para a humanidade, porque o governo e a indústria de pesquisas persistentemente recusam-se a submeter os testes em animais a uma análise rigorosa”.

Foi encontrado um relatório de 39 infrações de licença nos últimos cinco anos, incluindo um incidente que matou mais de 200 animais que se afogaram em gaiolas inundadas, e mais outro na mesma instalação, que resultou na morte de cerca de 200 ratos cujas evidências levam a crer que tenham sido contaminados por um líquido tóxico que vazou através do telhado.

Fonte: http://www.anda.jor.br/13/07/2012/experimentos-com-animais-alcancam-numero-mais-alto-em-25-anos

Cobaia Mulher, Londres, 2012. Fonte: Daily Mail

Uma mulher se voluntariou, em Londres, na Inglaterra, para participar de um procedimento idêntico ao vivido pelos animais que sofrem diariamente como cobaias nos laboratórios. O intuito foi sensibilizar as pessoas a respeito da crueldade dos testes que usam animais. As informações são do jornal britânico Daily Mail.

Ela foi arrastada por uma corda pelo pescoço e colocada sentada em um banco. Era hora de Jacqueline Traide comer, e pelas suas feições, seu medo era real.

Primeiro, sua boca foi aberta com dois grampos de metal, anexados a um elástico em torno de sua cabeça. Um homem, em um avental branco, a segurou pelo seu rabo de cavalo e a puxou até que sua cabeça fosse para trás.

A jovem de 24 anos vivenciou um procedimento onde cosméticos são pingados em olhos de animais.

Por 10 horas, esta atraente artista de 24 anos levou injeções, teve sua pele esfoliada e melada com loções e cremes – e então teve um parte de seu cabelo raspado em frente à consumidores atônitos em uma das ruas mais movimentadas de Londres.

E em algum lugar do mundo, talvez em um laboratório que esteja conduzindo testes para um novo rímel, um animal indefeso está sendo sujeito ao mesmo tratamento.

A diferença é que Jacqueline – publicamente humilhada, tremendo de frio e com a pele vermelha nas bochechas – foi para casa depois que o experimento terminou.

Um animal teria tido uma morte terrível.

Jacqueline teve parte de seu cabelo raspado, o que é comum em animais de laboratório. A Sociedade Humana Internacional e a Lush juntaram forças para lançar uma campanha global contra teste em animais.

Jacqueline se voluntariou para participar da performance chocante, para chamar atenção à dor e crueldade sofridas pelos animais em laboratórios.

Talvez o momento mais surpreendente foi quando uma parte do seu cabelo foi raspado – prática comum em laboratórios quando monitores ou eletrodos precisam ser colocados na pele de um animal.

Passageiros de ônibus e pedestres tiravam fotos da demonstração – antes de assinar a petição ou simplesmente ir embora.

Jacqueline, que parecia nervosa antes da apresentação, permaneceu calada durante toda a demonstração – mas pelas suas feições, seu sofrimento foi muito real.

Ela disse: “espero que isso plante uma semente de consciência nas pessoas, para que elas comecem a pensar sobre o que elas compram e consumem, e o que acontece quando um produto é produzido”.

Momentos depois, ela teve uma corda amarrada ao seu pescoço.

Alguns dos instrumentos usados em Jacqueline são usados em animais em laboratório em todo o mundo

O gerente da campanha Tamsin Omnond disse: “O irônico é que, se fosse um beagle na vitrine passando por isso, a polícia e a Sociedade Protetora estariam aqui em minutos. Mas em algum lugar do mundo, um animal é submetido a este teste. A diferença é que o público não vê. Nós precisamos lembrar as pessoas que isto ainda acontece. Cientistas têm usados animais em laboratórios para testes de medicamentos e cosméticos, e não pararam.”

 

Embora testes em animais para cosméticos tenham sido banidos na Comunidade Europeia há 3 anos atrás, ainda é legal na Grã-Bretanha a venda de cosméticos que foram testados em animais em outras partes do mundo, incluindo Canadá e Estados Unidos. Na China, estes testes são um requerimento.

A porta-voz da Sociedade Humana Wendy Higgind disse que “é moralmente impensável que empresas de cosméticos continuem a lucrar com o sofrimento animal”, adicionando que não há nenhuma justificativa para submeter animais à dor, só para produzir um batom ou uma sombra de olho.

Assine a petição que já tem quase 200 mil assinaturas.

Fonte: ANDA

Midway Atoll, uma das ilhas mais remotas do planeta, é um caleidoscópio da cultura, geografia, história humana, e maravilha natural. Conhecida também por uma das mais importantes batalhas navais da Campanha do Pacífico, na II Guerra Mundial (1942), a ilha é propriedade dos Estados Unidos. Com aproximadamente 623 hectares (ha) e uma população menor que 100 pessoas, é “protegida” pelo Midway Atoll National Wildlife Refuge, abrangendo 590 hectares (ha). Ela também serve como uma lente em uma das tragédias ambientais mais profunda e simbólica do nosso tempo: as mortes por fome de milhares de albatrozes que confundem o lixo plástico flutuante com alimentos.

A MIDWAY mídia projeto é uma jornada visual poderosa, que denuncia a morte de dezenas de milhares de albatrozes bebês. Voltando para a ilha durante vários anos, a equipe do documentário está testemunhando os ciclos de vida e morte destes pássaros. O fotógrafo Chris Jordan (www.ChrisJordan.com) e a equipe anda “através do fogo, do horror e da tristeza, de frente pa imensidão da tragédia e de nossa cumplicidade”.

“O telespectador vai sentir justaposições de uma deslumbrante beleza e horror nascimento destruição e renovação, tristeza e alegria, e a morte. Pisando fora dos modelos tradicionais de estilo de filmes ambientais ou documentário, MIDWAY vai levar os espectadores a uma visita guiada para as profundezas de seus próprios espíritos, proporcionando uma profunda mensagem de reverência e amor que já está atingindo um público de dezenas de milhões de pessoas em todo o mundo.”

“As imagens são icônicas. O horror absoluto. Nosso objetivo, no entanto, é olhar para além do sofrimento e da tragédia. É aqui, no meio do Oceano Pacífico, que temos a oportunidade de ver o contexto do nosso mundo. No meio do caminho, não podemos negar o impacto que fazemos sobre o planeta. Mas, ao mesmo tempo, ficamos impressionados com a beleza da terra e da paisagem sonora da vida selvagem que nos rodeia, e é aqui que podemos ver o milagre que é a vida nesta terra. Assim é com o conhecimento do nosso impacto que devemos encontrar um caminho a seguir.

Dica enviada por João Cralois Wallwitz, da Fundação Tupahue e membro do COMPAM (Conselho Municipal de Proteção Ambiental) de Pelotas/RS

Saiba mais: Midway Atoll  ou www.MidwayJourney.com ou MidwayJourney no Facebook

Leia mais: Como morrer de fome com o estômago cheio

Hoje (05.05), a partir das 11hs, no Lardo do Dr. Prio, em Rio Grande/RS, acontece uma passeata pacífica organizado pelos que alertam sobre os animais explorados em rodeios.

A passeata percorrerá a principal área comercial da cidade, também conhecida como Calçadão.

Os organizadores esperam que os apoiadores usem preto em sinal de protesto pelos maus tratos que os animais usados em de rodeio são vitimados.

Vê-se por toda parte os anúncios do famigerado “Rodeio Internacional de Pelotas”, agendado para os dias 20 a 22 de abril próximos.

Uma lástima ver Pelotas, às vésperas de completar 200 anos, promovendo o turismo e o entretenimento às custas da exploração e do sofrimento de animais, uma das formas mais retrógradas de divertimento que a humanidade teima em perpetuar.

Ainda mais triste é constatar a promoção de um evento dessa natureza no website de nossa prefeitura, no calendário de eventos turísticos (http://www.pelotas-turismo.com.br/eventos/evento/index.php?tituloCabecalho=Rodeio%20Internacional%20de%20Pelotas&id_evento=1416). Isso mostra o quão equivocadas são as prioridades de nossos governantes quando o assunto são os animais. Como sempre, os interesses econômicos suplantam o bom senso e qualquer comprometimento com o bem comum do povo pelotense. Uma vergonha!

Por meio desta mensagem queremos externar nossa decepção e nosso absoluto repúdio à promoção desse tipo de evento em nossa cidade. Somos contra rodeios e contra qualquer tipo de espetáculo que se utilize de animais como entretenimento, uma vez que tal prática contraria a Declaração Universal dos Direitos dos Animais, subscrita pelo Brasil, em seu art. 10, bem como indubitavelmente submete os animais a maus tratos, o que é crime de acordo com o art. 32 da Lei 9605/98.

Como cidadãos pelotenses, reivindicamos que tal tipo de espetáculo não mais seja permitido em Pelotas, requerendo aos membros do legislativo municipal providências no sentido de apresentar projeto de lei prevendo a proibição de quaisquer espetáculos baseados na exploração de animais.

Assine aqui: http://www.peticoesonline.com/peticao/rodeio-vergonha/435

 

Boicote Avon

Ligue e fale 0800 7082866 que participa da Campanha de #BoicoteAvon pelo fim aos testes em animais.

Diga não aos Testes em Animais!

Acesse: http://www.peta.org/living/beauty-and-personal-care/companies/default.aspx

A frase da campanha poderá passar a ser: Isso acontece porque o IBAMA anistia.

Por entender que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) gasta mais do que arrecada com cobrança de infrações (lógica de mercado), seu o atual Presidente, Curt Trennepohl , que já esteve na mídia internacional discutindo com uma repórter da TV australiana, defende a não cobrança de multas ambientais consideradas de pequeno valor. Isso mesmo!!!! Ninguém precisa pagar mais pelo seu ilícito ambiental. O motivo é que o ilícito deixou de ser ilícito? Não!!! O motivo, como quase tudo que esta no imaginário coletivo é de ordem econômica:  altos custos dos processos judiciais, que superam o valor da maior parte das penalidades dessa categoria.

Segundo o IBAMA, 95% das multas recolhidas pelo órgão são de até R$ 2.000 e conforme o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), R$ 4.379 é o gasto mínimo na tramitação administrativa de um auto de infração.

Com a decisão, cerca de R$ 100 milhões em multas deixariam de ser cobradas, ou seja, anistiadas, referentes a 115 mil processos que estão em andamento atualmente no IBAMA. Talvez aqui esteja o motivo principal.

O polêmico presidente do IBAMA informou que a proposta é transformar todos os autos de infração com multa de até R$ 2.000 em advertências, sem cobrança para o infrator. Trennepohl não concorda que isso seja uma anistia, mas sim uma solução para cortar gastos e reduzir o acúmulo de processos administrativos no órgão. Melhorar a estrutura do IBAMA, realizando concurso, por exemplo, não seria melhor que liberar geral?

A proposta será apresentada nos próximos dias para apreciação da presidente Dilma Rousseff pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, a quem o IBAMA está subordinado.

Tal medida, além de ilegalmente estimular o dano ambiental e desautorizar o trabalho dos agentes do IBAMA, é fruto de uma linha de raciocínio extremamente economicistas e simplista, com uma educação ambiental negativa. O pais da Eco-92 e da Rio + 20, além de maltratar os índios e somente minimizar impactos ambientais, agora também não cobra mais multa ambiental.

É muito mais fácil acabar com um processo administrativo (jogando no lixo), do que resolver a questão no plano material. É um tipo de medida muito bem aceita para uma grande empresa neo liberal, mas para um órgão ambiental público, cuja função constitucional é a defesa do ambiente, não é cabível. É inconstitucional. O estado não tem que ter lucro. Deve obrigatoriamente, sem direito de escolha, aplicar a lei e tutelar o ambiente. Além do mais, o Estado dispõe de outras fontes de recursos que devem custear a cobrança dessas multas.

A decisão beneficiaria pessoas físicas, a maioria eleitores, é claro, flagradas, por exemplo, com animais silvestres em cativeiro.

A medida é polêmica porque as pequenas infrações representadas pela posse de espécies nativas em cativeiro são “alimentadas” pelo tráfico de animais, considerado uma das principais ameaças à biodiversidade mundial. Além do mais, contrária campanhas do próprio IBAMA incentivando denuncias sobre o tráfico.

Considera-se que o comércio ilegal de espécies selvagens só perca para o tráfico de drogas entre as atividades comerciais ilícitas, com lucros anuais de até US$ 20 bilhões.

É comum que vários indivíduos de uma espécie de interesse sejam mortos para que um ou dois cheguem a ser comercializados.

Tal iniciativa bem demonstra qual importância do ambiente para a atual gestão do IBAMA, pois limpar a mesa de um burocrata passou a ser mais importante que a vida de um animal silvestre.

E ainda ficam as perguntas: o quanto custa para os cofres públicos fazer uma campanha para que sejam denunciados os ilicitos ambientais e depois anistiar os infratores apanhados? E quem seria responsabilizado por isso?

Campanha para estimular a denuncia, a partir da qual o IBAMA autua e depois… anistiará?

Veja também AQUI

Fonte: IBAMA, EditoraMagister  e CEA.

Arma usada para matar dois cães em Pelotas/RS,no inicío de outubro de 2011. O autor foi denunciado pelo MP. Foto: CEA

Arma usada para matar dois cães em Pelotas/RS,no inicío de outubro de 2011. O autor foi denunciado pelo MP. Foto: CEA

A 2ª Promotoria Especializada, do Ministério Público Estadual (MPE), em Pelotas/RS, denunciou Marco Aurélio Dias Pereira, apontado como autor da morte de dois cães, de forma cruel, fato que ficou conhecido como “O Caso das Lanças”.

Segundo o MP, os animais foram mortos em razão de ferimentos resultantes de perfurações provocadas por uma lança. O crie ocorreu no início do mês de outubro, no bairro COHAB – Fragata, segundo informações enviadas ao CEA.

As fotos chocantes circularam pel internet, mas optamos por divulgar somente a imagem da lança apontada como a usada para matar os animais.

Conforme o MP, é buscada a “condenação do réu e que o mesmo cumpra pena privativa de liberdade”. O MP não proporcionou a transação penal e nem a suspensaõ do processo, medidas despenalizadoras.

O crime será julgado pelo Juizado Especial Criminal de Pelotas.

Cadela Preta, já morreu vítima da crueldade, em Pelotas/RS, no ano de 2005.

Nós, do CEA, pretendemos que a lei seja aplicada e que fatos semelhantes não retornem a acontecer, em que pese tal caso de maus tratos não ser o primeiro a ocupar audiências criminais no Foro local. O Poder Judiciário local já julgou um dos autores da conduta que levou a morte uma cadela, após ter sido amarrada num veículo, por três jovens e arrastada pelas ruas nas imediações da Universidade Católica de Pelotas (UCPel), cujo fato ficou conhecido como “A Morte da Cadela Preta”, em 2006, mas não o condenou na Ação Civil Pública movida pelo MP.

Contudo, em 11 agosto de 2010, tal réu (o dono do carro na qual ela foi amarrada e arrastada) foi condenado por dano moral coletivo, pela 21ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado (TJE), o que havia sido negado pela justiça de primeiro grau, em Pelotas. O réu, condenado em 2007 a um ano de detenção em regime aberto, foi obrigado, pelo TJE, a pagar R$ 6.030, destinados ao Canil Municipal.

Os outros dois autores, através da transação penal, pagaram R$ 5.000 cada um, também destinados ao Canil Municipal e prestaram serviço à comunidade por 12 meses. Assim, não chegaram a ser julgados.

Em que pese a relevância das palavras a época do relator, Desembargador Arminio José Abreu Lima da Rosa, segundo o qual os valores atingidos pela conduta do réu dizem respeito a um mínimo de padrão civilizatório, onde se inclui o respeito à vida, inclusive quanto a animais próximos às criaturas humanas, não se podendo aceitar infligir-se a eles tratamento cruel, a mensagem que fica parece não desestimular atos semelhantes, pois na prática, fica sendo possível matar cães de forma cruel, já que a pena máxima é pagar algo em torno de seis mil reais (valor corrigido monetariamente, já que o inicialmente proposto foi o de R$ 5.000) o que, para quem dispõe de recursos financeiros pode nem ser uma pena.

Fonte: MP/RS, TJ/RS e CEA

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O Centro de Estudos Ambientais (CEA) é a primeira ONG ecológica da região sul, constituída em Rio Grande/RS/Brasil, em julho de 1983.

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