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Vandana Shiva é uma mulher multifacetada: física, filósofa, pacifista e feminista. É uma das pioneiras do movimento ecofeminista e diretora da Fundação para a Pesquisa em Ciência, Tecnologia e Ecologia (Research Foundation for Science, Technology and Ecology, em inglês) em Nova Déli. Em 1993, recebeu o Prêmio Nobel Alternativo. É uma das vozes mais críticas contra a globalização e os alimentos manipulados geneticamente.

Ecofeminismo é colocar a vida no centro da organização social, política e econômica, afirma Vandana Shiva

Para Vandana, “o ecofeminismo é colocar a vida no centro da organização social, política e econômica. As mulheres já a fazem porque é deixada para elas a tarefa do cuidado e da manutenção da vida.”. “O ecofeminismo, como seu nome indica, é a convergência da ecologia e do feminismo, explica didaticamente Vandana Shiva, que ficou famosa, nos anos 1970, ao impedir em seu país o corte indiscriminado das florestas, abraçando as árvores como milhares de mulheres, criando o movimento chipko.

Detentora de uma grande força vital e intelectual, Vandana explica a importância da ecologia e do feminismo para garantir a sobrevivência e a igualdade entre homens e mulheres que formam parte da mesma espécie. Essa mulher otimista foi capaz de mobilizar cinco milhões de camponeses da Índia contra a União Geral de Tarifas do Comércio e de colocar-se na liderança da grande mobilização contra a globalização na cúpula realizada pela Organização Mundial do Comércio (OMC), em Seattle, no final de 1999.

“Penso que a ação e a reflexão devem caminhar juntas. Não existe uma ideologia perfeita, é simplesmente uma política de responsabilidade. A diversidade não é o problema, é a solução para as crises políticas da intolerância, as crises ecológicas da não sustentabilidade e as econômicas da exclusão e da injustiça”, segue afirmando com uma grande convicção.

Vandana acredita que o capitalismo tem sido apresentado como um modo de crescimento “mas na realidade é um modo de pobreza e de alguma forma a globalização é o clímax do capitalismo”, reflete Vandana em voz alta.

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A reportagem é de Mercé Rivas Torres, publicada no sítio Periodismo Humano, 17-02-2012.

Com o potencial de ser o mais importante evento de política internacional dos últimos anos, a Rio+20 abordará temas de dimensões econômica, social e ambiental, bases para o desenvolvimento sustentável.

No último dia 8 de agosto foi realizado, no Palácio do Itamaraty, em Brasília, a segunda reunião da Comissão Nacional da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável – Rio+20. O evento teve como foco definir as estratégias para esse grande encontro que acontecerá em junho de 2012.

O evento contou com a presença de mais de 90 pessoas. Entre elas destacam-se o ministro das Relações Exteriores – Antônio Patriota, ministra do Meio Ambiente – Izabella Teixeira, ministro da Segurança Institucional – José Elito Carvalho, Aloizio Mercadante – ministro da Ciência e Tecnologia, ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome – Tereza Campello, o senador e presidente da Comissão de Meio Ambiente Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), o senador Fernando Collor (PSB-DF) e o senador Cristovam Buarque (PDT/DF). Representantes de organizações da sociedade civil também estavam presentes e compõem a Comissão Nacional.

Com o potencial de ser o mais importante evento de política internacional dos próximos anos, a Rio+20 abordará temas de dimensões econômica, social e ambiental, bases para o desenvolvimento sustentável. A Assembléia-Geral da ONU estabeleceu dois grandes eixos que nortearão os debates na Rio+20, quais sejam: economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza; e estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável.

Durante a reunião as partes integrantes da comissão discutiram as estratégias para a realização do evento. A secretária de comunicação integrada, Yole Mendonça, da Secretária de Comunicação Social da Presidência da República do Governo Federal (Secom), informou as ações, ferramentas e abordagem que serão utilizadas. “Propagandas nas diversas mídias, eventos paralelos à Rio+20, construção de material promocional, informações vinculadas à Voz do Brasil, o portal do evento, blogs, boletins eletrônicos e um site trilíngue sobre o evento com um sistema de divulgação serão implementados pela Empresa Brasil de Comunicação” – estas são apenas algumas das estratégias colocadas por Yole.

Foi definido também o programa de trabalho para a Comissão Nacional e definido os representantes da sociedade civil na Comissão Nacional,  e apresentadas as possíveis dificuldades e oportunidades da logística do evento, como maior investimento pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro em transporte e segurança pública.

O próximo passo é a realização de um amplo processo de consultas públicas da proposta brasileira cujo resultado será avaliado pelo Comissão e posteriormente enviado como contribuição do país ao Secretariado da Organização das Nações Unidas até o mês de outubro. A partir das contribuições dos Estados-Membros da ONU e de demais atores interessados a ONU preparará uma primeira minuta do documento final, que deverá ser objeto de negociações formais, com vistas à sua adoção durante a Conferência.

Fonte: Kanindé

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