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Reproduzimos a apologia de crime ambiental incitado por chargista e publicado num dos jornais de maior circulação do RS. Por sinal, cabe lembrar o Henrique Luiz Roessler, protetor da natureza, um dos precursores da proteção ambiental no Brasil, mas que geralmente é esquecido. Elenita Malta, historiadora exímia conhecedora de Roessler relata que:
“um dos maiores problemas que ele enfrentou foram as “passarinhadas”, uma prática muito apreciada nas cidades que receberam grupos étnicos italianos no estado. Roessler e os “passarinheiros” protagonizaram episódios de violência física e, principalmente, simbólica em xingamentos de ambas as partes: para os caçadores, Roessler era um “cangaceiro”, “autoritário”, “nazista”, que atrapalhava suas passarinhadas. Para Roessler, os caçadores eram “tarados de alma negra”, “assassinos”, movidos por uma “herança maldita” de seus antepassados” (Leia Mais AQUI)
 
O chargista, de forma oblíqua, está fazendo a apologia de crime (veja a charge acima). Qual crime? O crime ambiental contra a fauna silvestre, no caso, da perdiz (tinamídeo) que representa um dos mais antigos grupos de aves do continente americano, com registros fósseis do Mioceno (estamos falando de cinco milhões de anos atrás, segundo a Wikipédia).
A caça esportiva ou amadorística está proibida no Rio Grande do Sul (de resto, no Brasil todo) desde 2005, com ratificação proibitória pelo Poder Judiciário, em 2008.
A punição à apologia de crime (ou de criminoso) está prevista no Código Penal Brasileiro, artigo 287.
O referido chargista sem graça está brincando com algo sério. Na qualidade de jornalista de um diário com grande circulação e variado número de leitores de todas as idades, deveria reprimir os seus impulsos antissociais, ecocidas e transgressores da lei.
De outra parte, é de lamentar a linha editorial da empresa que o contrata, por demais comprometida com tipos antissociais e portadores de um anti-humor casca-grossa e boçal.
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A mostra pretende receber cartuns de artistas do mundo inteiro com temas sobre sustentabilidade, mobilidade urbana, saúde, preservação da natureza, agroecologia, reciclagem, justiça social, diversidade, entre outros ligados a Educação Ambiental.

O envio dos trabalhos será realizado pela internet e todos os participantes terão seus cartuns apresentados no blog do evento, serão selecionados 100 cartuns que farão parte da exposição oficial que ocorrerá no saguão do anfiteatro do CIDEC-Sul – Centro Integrado de Desenvolvimento do Ecossistema Costeiro e Oceânico, no Campus Carreiros da Universidade Federal do Rio Grande – FURG, na cidade do Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil.
Os três primeiros colocados serão premiados com livros de Humor Gráfico e Educação Ambiental, troféus e demais itens que poderão ser agregados a premiação. Além de 5 menções honrosas que receberão certificados como destaque.
Todos os participantes receberão certificado de participação.
O objetivo da mostra é o de proporcionar um espaço de debate sobre Educação Ambiental, através do Humor Gráfico entre professores, estudantes, pesquisadores, cartunistas e comunidade.
O regulamento completo encontra-se no endereço: http://cpeasul.blogspot.com.br/p/1-mostra-internacional-de-humor-sobre.html

Esclarecimentos sobre os 50 anos da Mafalda, que na verdade serão em 2014.

Mafalda cumple años en 2014

El día de su primera publicación fue el 29 de septiembre de 1964 en la revista Primera Plana. Para Quino es el día del nacimiento de Mafalda como personaje de historieta.

Cualquier otro cálculo de cumpleaños es incorrecto.

El mal entendido se debe a que en una tira del propio Quino publicada (el 15 de marzo de 1966 ) en el diario El Mundo habría nacido en 1960 y a que en la biografía publicada (el 2 de junio de 1968) en la revista Siete Días dice que nació “en la vida real” el 15 de marzo del 62. Ni una ni otra fecha son de tener en cuenta

Pensar en una cronología para un personaje de historieta es difícil, Mafalda sigue siendo niña y siempre será así, por eso Quino considera que el día de cumpleaños de Mafalda es el día de su primera publicación en medios gráficos, 29 de septiembre de 1964.

Festejaremos dentro de dos años.

Fonte: http://www.quino.com.ar/noticias-quino-mafalda-cumple.html

https://i2.wp.com/parabuenosaires.com/wp-content/uploads/2012/03/paren-e-mundo-me-quieor-bajar.jpg“En la vida real yo nací el 15 de marzo de 1962”, dijo Mafalda en una carta de presentación. En ese año al escritor argentino Joaquín Lavado “Quino” le propusieron ilustrar una campaña publicitaria para un electrodoméstico. La agencia quería una tira con ciertas características: Típica familia media y con un personaje que tuviera en el nombre dos letras: M y A. Medio siglo ha transcurrido desde el momento en que Quino bautiza con el nombre de Mafalda a la niña de esta familia y le da el papel de “enfant terrible”.

Si bien el proyecto publicitario no llega a realizarse, Quino conserva las tiras y las primeras se publican en 1964 en el suplemento de la revista “Leoplán”. Pasados algunos meses se vuelve éxito rotundo. Mafalda se convierte en celebridad y en ícono de la infancia. “espejo de la clase media latinoamericana y de la juventud progresista”. Representa a una pequeña preocupada por la humanidad y la paz mundial, que se rebela contra la manera en que es la sociedad. En medio de su condición infantil manifiesta una actitud crítica, rebelde e irreverente.

Su comida preferida son los panqueques, que le gustan tanto que es capaz de comer sopa —plato que odia— para poder comer este postre. Tiene de mascota una tortuga llamada “Democracia”, bautizada así por la lentitud que tiene para todo. Entre sus amiguitos se cuentan a Felipe, Manolito, Susana y Miguelito, además de su hermano Guille y la pequeña Libertad. En estos 50 años, el entrañable personaje de Quino ha dejado frases que primero hacen sonreír, y luego nos dejan pensando. Estas son algunas que hacen parte de esa brillante inocencia de niños.

– “No es cierto que todo tiempo pasado fue mejor. Lo que pasaba era que los que estaban peor todavía no se habían dado cuenta…”

– “¿Por dónde hay que empujar este país para llevarlo adelante?”

– “El drama de ser presidente es que si uno se pone a resolver los problemas de estado no le queda tiempo para gobernar”

– “¿No será acaso que ésta vida moderna está teniendo más de moderna que de vida?”

-“¡Paren el mundo, me quiero bajar!”,

– “Dicen que el hombre es un animal de costumbres, más bien de costumbre el hombre es un animal.”

– “Como siempre: lo urgente no deja tiempo para lo Importante.”

– “¿Y no será que en este mundo hay cada vez más gente y menos personas?”

– “¡La sopa es a la niñez lo que el comunismo es a la democracia!”

– “Y estos derechos… a respetarlos, ¿eh? ¡No vaya a pasar como con los diez mandamientos!”

– “La vida es linda, lo malo es que muchos confunden lindo con fácil”

-“La vida no debiera echarlo a uno de la niñez, sin antes conseguirle un buen puesto en la juventud.”

-“Comienza tu día con una sonrisa, verás lo divertido que es ir por ahí desentonando con todo el mundo.”

Esa es Mafalda, una nena humilde y comprometida, famosa en el mundo por la gracia de sus preguntas, la inocencia de su mundo y la altura de sus ideales.

Apostilla: Con motivo de sus 50 años, Miguelito desde algún lado del mundo le escribe a Mafalda esta maravillosa, nostálgica y sentida carta:

Fonte: http://www.elliberal.com.co/liberal/opinion/columnistas/video-108800-mafalda-50-anos

Leia mais: Mafalda, cumple años

Acesse o blog http://toda-mafalda.blogspot.com para conhecer mais desta engajada guria

Passa ano, entra ano é a história é a mesma: para que planejar a médio e longo prazo sobre a problemática da estiagem, se todos os anos é possível acessar um dinheiro “fácil” para ações emergenciais? Como nos afirma Hadj Garm’Orin “De tanto postergar o essencial em nome da urgência, termina-se por esquecer a urgência do essencial.”. Infelizmente os “interééses” são outros…

Ilustração de Eugênio Neves cedida a APEDEMA como colaboração ao movimento ambientalista

Ilustração de Eugênio Neves cedida a APEDEMA como colaboração ao movimento ambientalista

Conheça mais da exposição virtual promovida pela APEDeMA-RS junto com a GRAFAR

AQUI

Reproduzimos a charge do Kayser, publicada em 2004, mas que por falar em agrotóxicos e estarmos novamente enfrentando uma seca, segue ainda atual.

por Alysson Amorim

“Você não produz o suficiente” é a frase mágica que deve ser proferida se sua pretensão é massacrar o adversário. Não há ofensa maior e não há golpe mais certeiro.

Foi com uma acusação assim que a burguesia fez ruir aquelas catedrais milenares, a nobreza e o clero. Foi com o mesmo argumento que o Estado proletário se levantou depois contra a burguesia. E é talvez por temermos o estigma e a cruz desse tipo de acusação que não nos cansamos de ceder, manhã após manhã, aos caprichos histéricos do despertador.

Não surpreende que a preguiça tenha se tornado um pecado bastante condenável. O preguiçoso, o ocioso, o vadio, o malandro, o desocupado, o vagabundo, o parasita, o meliante, são a gente que vagaria nas últimas esquinas do inferno se esse fosse projetado pelo ministro das finanças de um Estado capitalista qualquer (e há boas razões para crer que as plantas do inferno foram mesmo traçadas por esses homens de bem). O primeiro mandamento é rigorosamente esse: não deixais vossos corpos vagarem por aí, erráticos como cães, alheios às amarras sensatas da santa produção e do bendito consumo.

É que a preguiça, essa condenável passividade, vai minando com o silêncio da traça e com o riso cáustico da ironia o que seja catedrais e muros e torres e arranha-céus – e vai martelando e esfarelando o orbe sagrado dos homens de ação. Para conter o avanço letal das tropas do ócio, os homens de bem erguem mais prisões, tribunais, igrejas, fábricas, escolas. E fazem propaganda. O pecado mortal do ocioso, acusam, é o de que elenão produz ou o de que não produz o suficiente.

Não consideram – não querem considerar – a possibilidade do ocioso viver produtivamente o seu ócio, esgueirando-se de tudo o que seja ofício, especialização, definição, papel – abandonando tudo o que seja espada, paramento, status, hierarquia. E ao produzir seu pão, o ocioso não deixará de gozar longamente a textura da massa; ao estudar astronomia, demorará em assombros e vertigens.

Nessa altura talvez já possamos indicar a inversão, a óbvia inversão: o único que realmente produz é o ocioso – o mais é (re)produção cega e alienada.

“Você não produz o suficiente” é a acusação que o capitalismo merece.

Fonte: http://amarelofosco.com/?p=1091

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Frase

“De tanto postergar o essencial em nome da urgência, termina-se por esquecer a urgência do essencial.” Hadj Garm'Orin

Apresentação

O Centro de Estudos Ambientais (CEA) é a primeira ONG ecológica da região sul, constituída em Rio Grande/RS/Brasil, em julho de 1983.

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