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Em 2013 o CEA completará 30 anos de luta ecológica! Diante disso, nada como reciclarmos nosso blog! O Prêmio Mídia Livre, do Ministério da Cultura, contribuiu para tal. A partir de agora nosso blog será automaticamente direcionado para nossa nova página.

Um espaço que estamos construíndo visando o acesso à informação ambiental crítica e qualificada! Um espaço para fortalecer os processos de Educação Ambiental! Um espaço para conhecermos e divulgarmos a Legislação Ambiental, ou seja, um espaço do Direito Ambiental. Um espaço para seguirmos desenvolvendo a Ecopolítica necessária para superarmos a crise vivida!

O Coletivo pela sustentabilidade conta contigo para seguirmos sendo acessados, lidos e compartilhados. Agradecemos as mais de “1,115,329 Visitas” realizadas desde 4/11/2008, quando iniciamos o blog. Agora é seguir buscando mais outros milhões no blog novo.

Para conhecer esse novo espaço virtual, acesse AQUI

Vandana Shiva no Fronteiras do Pensamento

Vandana Shiva no Fronteiras do Pensamento. Foto Cíntia Barenho/CEA

A física, ecofeminista, ativista indiana Vandana Shiva palestrou ontem (28/05) no evento Fronteiras do Pensamento, no Salão de Atos na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Nós do CEA novamente tivemos a oportunidade de acompanhar sua brilhante explanação. Durante os questionamentos saimos frustados, uma vez que o mediador, escolheu outras perguntas pouco a altura da conferência.

Enquanto buscamos produzir um material mais completo sobre a Conferência de Vandana Shiva, destacamos alguns elementos de sua fala:

  • Por uma democracia da Terra que nos reconecte com a perenidade da vida;
  • Vivemos processos onde as incertezas estão morrendo;
  • A separação humanos-natureza só existe nas mentes; nunca antes tivemos tão presos à natureza;
  • Vivemos um “eco apartheid”, uma separação no pensamento;
  • Conseguimos nos enganar que estamos progredindo, que somos inovadores;
  • Para o capitalismo se estabelecer e “crescer” a vida da natureza teve que ser tirada, assim, perde-se a ideia de Gaia/Mãe-Terra;
  • Não estamos produzindo alimentos. Alimento é sinônimo de nutrição. Alimento agora só é considerado se for commodty;
  • Precisamos passar de economias que matam, para economias vivas!!!
  • Quando reagimos com base no pânico (ex Crise Climática), tomamos decisões erradas!
  • O capitalismo se utiliza de Subsídios, Distorções, Mentiras, para se manter. Nenhum sistema dura tanto tempo em cima de estruturas tão artificiais;
  • O slogan de Porto Alegre foi “um outro mundo possível. Acredita que é mais que necessário para que  a humanidade possa ter algum lugar num planeta do futuro;
  • É necessário superar o tédio da monoculturas;
  • O futuro será diversificado ou não haverá futuro.

Vandana Shiva, ativista ecologista indiana, esteve presente no Rincão Gaia/Fundação Gaia partilhando suas ideias com alguns representantes do Movimento Ecologista Gaúcho.

Vandana Shiva no Rincão Gaia

Vandana Shiva no Rincão Gaia. Foto Cíntia Barenho/CEA

Para Vandana ” O Movimento Ecológico tem o máximo para dar, uma vez que em sua essência há a discussão de outro paradigma de vida.  O movimento sempre olhou para a economia dizendo: volte para ecologia, lugar onde você deveria estar”.

Vandana criticou a iniciativa de transformação em mercadoria, comercialização de todos os aspectos da natureza. Destacou que é necessário dar custo à destruição, mas não valorar a natureza para sua comercialização. O poluidor precisa pagar pelo custo da degradação, mas a atual lógica faz com que o poluidor seja pago, além de ser dono dos recursos. Um exemplo disso são os processos movidos pelas empresas de transgênicos sobre os agricultores que tem suas lavouras contaminadas pelos genes transgênicos patenteados pelas empresas.

Para ela, a Cúpula dos Povos tem explicitado sua contrariedade quanto a mercantilização da vida, destacando a necessidade de devolução de toda a integridade a natureza, expropiada pelo modelo atual.

Nós do CEA, através de Cíntia Barenho, também estivemos presentes neste dia celebração.

Como ainda não conseguimos produzir nosso próprio material, reproduzimos o material publicado na Ecoagência.

Hoje estaremos novamente acompanhando Vandana Shiva, em sua conferência no Fronteiras do Pensamento.

Celebração da vida: indiana Vandana Shiva é recebida no Rincão Gaia

No encerramento da programação que marcou os dez anos de seu falecimento, o engenheiro agrônomo e ambientalista gaúcho José Lutzenberger, certamente se emocionaria se assistisse a confraternização ocorrida neste domingo (27) no sítio que criou com amor e em homenagem a celebração da vida. O Rincão Gaia, localizado no município de Pantano Grande, recebeu a visita de uma de suas grandes amigas: a ecofeminista indiana Vandana Shiva.

Ao desembarcar no Aeroporto Salgado Filho no final da tarde de sábado, Vandana foi levada diretamente para o Rincão Gaia, uma área com 30 hectares e localizada há 120 quilômetros de Porto Alegre, onde foi recebida pela filha e sucessora de Lutzenberger, Lara. Assim como já havia ocorrido com Lutz em 1988, Vandana Shiva foi agraciada no ano de 2003 com o Prêmio Nobel Alternativo por sua luta em favor da biodiversidade, dos alimentos orgânicos e das mulheres indianas, principalmente de Chipko. Criou em seu país uma instituição que, entre outras atividades, recolhe diferentes tipos de sementes para proteção biogenética e uso gratuito pelas comunidades tradicionais. É uma ferrenha crítica do lobby dos transgênicos.

Durante o passeio, que durou cerca de uma hora, Lara mostrou que seu pai sempre falava da necessidade em haver um diálogo com a natureza, “sendo que essa relação íntima com a natureza faz com que a gente se sinta parte dela”, acrescentou. Todas as construções do Rincão foram pensadas e materializadas a partir das formas orgânicas da natureza, inserindo-se na paisagem com o menor impacto possível. Até as “caliças” da construção dos imóveis locais tiveram uma destinação ambientalmente correta. Telhas, lajotas e tijolos descartados formam belos canteiros, onde foram plantadas vegetações típicas de ambientes rupestres, como várias espécies de cactos. No local, com frequência pode-se ver lagartos, preás e cobras, que mantém um convívio salutar com os moradores do Rincão.

Vandana Shiva – Mas a grande expectativa de todos era ouvir a palestra de Vandana Shiva. Com um largo sorriso no rosto, ela homenageou Lutzenberger falando sobre as florestas. No entender de Vandana, a principal função das árvores não é render madeira, mas interagir no ciclo da água, solo e clima. Lembrou que em 1975 encontrou pela primeira vez José Lutzenberger, quando elaboraram um relatório com o objetivo de salvar as florestas tropicais, ocasião em que o Banco Mundial estava liberando U$ 8 milhões para financiar a destruição das florestas. Desde então, a relação entre os dois estreitou-se ainda mais.

Ela relembrou o acidente químico de Bophal, na índia, quando, na madrugada do dia 3 de dezembro de 1984 cerca de três mil pessoas morreram e dezenas de milhares foram contaminadas com o vazamento de 40 toneladas de gases tóxicos da fábrica de pesticidas da empresa norte-americana Union Carbid. “A maioria das pessoas morreu enquanto dormia”, afirmou. “Eles estavam usando produtos químicos que vieram da guerra e ainda hoje encontram-se espalhados por todo o planeta”.

Vandana criticou também o patenteamento das sementes por empresas como a Monsanto. Ela destacou que mais de 250 mil fazendeiros já cometeram suicidio na índia por causa das dívidas que contraíram em função da “escravidão” da semente, sendo a maior parte em áreas de cultivo da algodão. E acrescentou que os bancos de sementes tradicionais estão crescendo. “Desde que começamos esse trabalho, temos 80 bancos de sementes comunitários com, por exemplo, mais ou menos 100 tipos de trigo e cerca de 300 variedades de feijão”.

A indiana Vandana Shiva é a palestrante desta segunda-feira (28), da sexta edição do Fronteiras do Pensamento. O evento inicia às 19h30min no auditório do Salão de Atos da UFRGS, Avenida Paulo Gama, 110. Porto Alegre.

Fonte: Ecoagência

 

Cíntia Barenho e Luiz Rampazzo, do CEA. Foto: CEA.

 

Acompanhe todas as segundas-feiras o  comentário sobre ecologia política do CEA,  desde 1983 o coletivo pela sustentabilidade, na RadioCom, durante o Programa Contra-ponto, pela manhã.

Ouça o ecolgista Luiz Rampazzo, do Centro de Estudos Ambientais (CEA), em 11.04.11, sobre a ocupação dos espaços urbanos, especialmente do “império” do automóvel, feito na nossa parceira RadioCom (104.5, FM).

Clique AQUI para ouvir

Luiz Rampazzo, do CEA. Foto: CEA

Acompanhe todas as segundas-feiras o comentário sobre ecologia política do CEA,  desde 1983 o coletivo pela sustentabilidade, na RadioCom, durante o Programa Contra-ponto, pela manhã.

Ouça o comentário de Luiz Rampazzo, do Centro de Estudos Ambientais (CEA), em 11.04.11, sobre a questão do lixo no município de Pelotas/RS, feito na nossa parceira RadioCom (104.5, FM).

Luiz Rampazzo, CEAOuça o comentário de Luiz Rampazzo do Centro de Estudos Ambientais (CEA) sobre a Arborização Urbana em Pelotas/RS, feito na nossa parceira RadioCom (104.5, FM), em 11.04.11.

Acompanhe todas as segundas-feiras o comentário sobre ecologia política do CEA,  desde 1983 o coletivo pela sustentabilidade,  na RadioCom ( http://www.radiocom.org.br/ ).
 

A partir dessa semana, o CEA em mais uma ação parceira com a RadioCom (104.5 FM, Pelotas/RS) passará a disponibilizar os comentários semanais que realizamos, todas as segundas-feiras, pela manhã, durante o Programa Contraponto, quando abordamos temas de relevância ecológica para a região (especialmente Pelotas e Rio Grande) e para o planeta, comentando a política ambiental ou a ecologia política.

Essa pareceria com a RadioCom não é de hoje. Vem desde antes mesmo das suas primeiras emissões sonoras, ainda quando dos preparativos para seu funcionamento (1998).

De lá pra cá nos participamos de programas de debates, de entrevistas e comentários, porque acreditamos no diferencial que a RadioCom anuncia no conjunto dos meios de comunicação tradicionais que não apóiam a luta ecológica, mas sim um ambientalismo de mercado.

Por isso convidamos a todos que não deixem de ouvir a RadioCom e o comentário do CEA, o Coletivo pela Sustentabilidade, todas as segundas-feiras, pela manhã. Mande sugestões de temas ambientais a serem tratados nos comentários do CEA

Junte-se a nós na luta pela sustentabilidade.

Escute a RadioCom:  http://www.radiocom.org.br/

Ouça o comentário da segunda passada, 13.12.10.

O CEA sempre demonstrou uma grande preocupação com o acesso a informação ambiental, defendendo esse direito coletivo e o promovendo na medida do possível.

Assim, entre algumas iniciativas, ainda no inicio da década, antes de criar e manter o atual Blog, o CEA editava um Boletim Informativo eletrônico, disponibilizado por mail para sua lista de interessados e colaboradores, assim como para o público em geral.

O Boletim Informativo eletrônico do CEA foi editado entre dezembro de 2004 a maio de 2006.

Assim, a partir de hoje, disponibilizaremos o Boletim Socioambiental do CEA, na secção Nossos Textos, começando pelo no. 01, lançado em Dezembro de 2004.

A seguir reproduzimos seu editorial:

“Caros Ecologistas,
O CEA, organização não governamental, sem fins lucrativos, por entender que noticia ambiental deve chegar a todas as instituições sociais e ambientais, e a toda coletividade,  como forma de colaborar para a construção da cidadania, bem como, tornar conhecidas suas atividades, está lançando um periódico eletrônico publicado através da internet. A escolha deste meio de comunicação se deve ao fato de a entidade buscar a superação da deficiência de notícias do gênero, uma vez que os veículos de comunicação tradicionais, devido a seus interesses, não divulgam tais notícias, notadamente as oriundas de ONGs como o CEA.
A primeira edição do boletim, que será semanal, traz informações sobre acontecimentos do mês de novembro, como o V Fórum de Educação Ambiental e o I Encontro Nacional da Rede de justiça Ambiental, e será enviado aos seus filiados e a todos que se interessem pela temática ambiental. O boletim também contará com apopio de colaboradores.
Os interessados em receber o boletim socioambiental do CEA, acessando uma versao da noticia  critica e comprometida com a sustentabilidade,  podem entrar em contato com a entidade pelo endereço eletrônico cea@ceaong.org.br.
Indiquem um amigo ou uma amiga para receber também.
Saudações Ecológicas!”

O Conselho Municipal de Proteção Ambiental – COMPAM a Prefeitura Municipal de Pelotas têm o prazer de convidar Va. Sa. para o Ato Solene de Nomeação e Posse conjunta dos Conselhos Municipais COMPAM E COMPLAD a ser realizado no Salão Nobre da Prefeitura Municipal de Pelotas localizado no prédio do Paço Municipal, às 17:30h do dia 07 de maio de 2010.
Sua presença é importante para o engrandecimento e aperfeiçoamento do processo democrático.

COMPAM
Coordenação e Assessoria

A seguir a composição do COMPAM, o órgão máximo da poltica ambiental de Pelotas, como declara a lei:

ORGANIZAÇÕES GOVERNAMENTAIS:

Secretaria Municipal de Qualidade Ambiental – SQA

Titular: Mateus Lopes da Silva

Suplente: Marcelo Goñi Braga

Secretaria Municipal de Urbanismo – SMU

Titular: Marcelo Silva dos santos

Suplente: Tatiane Silveira

Secretaria Municipal de Saúde – SMS

Titular: Francisco Isaias

Suplente: Leonardo Luis Raffi

Secretaria Municipal de Educação – SME

Titular: Eliane Schmidt

Suplente: Tânia Dagmar Berner Armsbrust

Secretaria Municipal de Coordenação e Planejamento – UGP

Titular: Jair Seidel

Suplente: Raul Odone Gonçalves

Serviço Autônomo de Saneamento de Pelotas – SANEP

Titular: Cláudio Adir Tajes de Sousa

Suplente: Rejane Bachini Jouglard

3ª Cia. Ambiental – Brigada Militar

Titular: Mário André Facin

Suplente: Paulo Roberto da Rosa Leal

Ordem dos Advogados do Brasil – OAB/RS

Titular: Lílian Brusamarello

Suplente: Felipe Franz Wienke

Fundação Estadual de Proteção Ambiental – FEPAM

Titular: Sandra Barbosa

Suplente: Aílton Silva

ORGANIZAÇÕES GOVERNAMENTAIS SUPLENTES:

Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico

Titular: Carlos Mário de Almeida Santos

Suplente: Lúcio Giacobbe Mattea

Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Rio Grande do Sul – CREA/RS

Titular: Daniela Colares Conceição

Suplente: Mauro Anselmo de Oliveira Alvarengo

ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS:

Associação de Engenheiros e Arquitetos de Pelotas – AEAP

Titular: Fernando Antonio Caetano

Suplente: Márcia Marques

Associação Pachamama – PACHAMAMA

Titular: Leila Coracini Cheuiche

Suplente:Pedro Vieira Bastos

Centro de Indústrias de Pelotas – CIPEL

Titular: Maria Clara Oliveira

Suplente: Roberto Llanos de Ávila

Centro de Estudos Ambientais – CEA

Titular: Antonio Carlos Porciúncula Soler

Suplente: Anderson Aléxis Alexandre

Fundação Tupahue – FUNDAHUE

Titular: Amilton Moreira

Suplente: Joaquim Alfredo Cunha

Grupo de Apoio ao Esporte e Cultura – GAEC

Titular: Sérgio Augusto Dorneles

Suplente: Rubinei Silva

Grupo Especial de Estudo e Proteção do Ambiente Aquático do Rio Grande do Sul – GEEPAA/RS

Titular: Morevy Moreira Cheffe

Suplente: Roberto Krebs Baltar

Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Pelotas e Região – SEEB

Titular: Rosangi Kegles

Suplente: César de Lima Melo

Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias e Cooperativa da Alimentação de Pelotas – STICAP

Titular: Clóvis Rogério Borges da Silva

Suplente: Elton Oliveira de Lima

Os colegiados ambientais de Rio Grande, o Conselho de Defesa do Meio Ambiente (CONDEMA), e o de Pelotas, Conselho Municipal de Proteção Ambiental (COMPAM) estão em processo de eleitoral.

O CONDEMA, reestruturado em 2000, tem prazo até o dia hoje (30.04) para que as instituições interessadas em compor seu plenário se manifestem junto a sua Secretaria Executiva, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA).

Em Pelotas o COMPAM, reestruturado em 1994, já procedeu a eleição das organizações não governamentais, em Audiência Pública, conforme estabelece a lei vigente, sendo as seguintes eleitas:

Associação de Engenheiros e Arquitetos de Pelotas – AEAP;

Centro de Estudos Ambientais – CEA;

Centro das Indústrias de Pelotas – CIPEL;

Grupo de Apoio ao Esporte e a CulturaGAEC;

Grupo Especial de Estudo e Proteção do Ambiente Aquático do Rio Grande do Sul – GEEPAA;

Associação Pachamama – PACHAMAMA;

Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Pelotas e Região – SEEB;

Sindicato dos Trabalhadores e Cooperativa da Alimentação de Pelotas – STICAP;

Fundação Tupahue – FUNDAHUE.

O SINDUSCON, entidade que participa do COMPAM desde sua reestruturação, apesar de não se habilitar dentro do prazo legal, participou da Audiência Pública e requereu sua permanência nesse colegiados ambiental.


A posse dos conselheiros será dia 07.05, no Salão Nobre da Prefeitura Municipal de Pelotas, em solenidade que contará com a presença do Sr. Prefeito Municipal, Adolfo Fetter Junior.

O CEA participou intensamente da reestruturação desses dois colegiados ambientais, notadamente na formatação legal dos mesmos, colaborando com a elaboração e aprovação das leis respectivas, quando tais colegiados assumiram uma função deliberativa, normativa e fiscalizadora.

Tanto o COMPAM, como o CONDEMA tem como competência principal deliberar as diretrizes da política ambiental municipal a ser executada pelo Poder Público, criando os instrumentos imprescindíveis para tal.

A bióloga Cíntia Barenho será a entrevistada desta terça-feira, 20/4/2010, do programa CIDADANIA AMBIENTAL na Ipanema Comunitária FM 87,9, a partir das 20h.

Cíntia é integrante e dirigente do Centro de Estudos Ambientais (CEA) – e abordará na entrevista AO VIVO o papel e os desafios do movimento ambientalista no enfrentamento da atual crise ecológica.

Para o CEA, atualmente intregrante da coordenação executiva da federação que reúne as entidades ambientalistas gaúchas – APEDeMa-RS, é imprescindível o fortalecimento e união do movimento ambiental na luta ecológica, bem como uma maior articulação entre os movimentos sociais. Para tanto, é importantíssimo o acesso à informação socioambiental, de qualidade e com a perspectiva das entidades ecológicas.

Cíntia Barenho é Biologa e mestre em Educação Ambiental, atualmente é coordenadora de projetos do CEA.

SINTONIA – COMO ESCUTAR – A rádio pode ser escutada na frequência FM 87,9 no bairro Ipanema e arredores, em Porto Alegre, ou também via Internet, no endereço www.ipanemacomunitaria.com.br. O Cidadania Ambiental é produzido e apresentado pelo jornalista João Batista Aguiar. Na mesa de som, estará Lotar Gutierrez.

Serviço:Programa Cidadania Ambiental com Cíntia Barenho Terça-feira, 20/4/2010, entre 20 e 21 horas

Retransmissão no Sábado, 24/4/10, a partir do meio-dia

Rádio Ipanema Comunitária – 87,9 Mhz ou
www.ipanemacomunitaria.com.br para
escutar AO VIVO toda a programação.

Para contatos com a produção: radio@ipanemacomunitaria.com.br

Produção e apresentação: jornalista João Batista Aguiar – Técnica: Lotar Gutierrez

Fonte: Radio Ipanema Comunitaria, por mail.

O prof. da FURG, do Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental (PPGEA), Francisco Quintanilha, escreveu mais um artigo para colaborar com o Blog do CEA tratando de temas para Educação Ambiental transformadora.

A LUTA PELA AFIRMAÇÃO DE UMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA, EMANCIPADORA E TRANSFORMADORA NO CONTEXTO DE ACENTUAÇÃO DA CRISE SOCIOAMBIENTAL DO CAPITAL

A questão da educação ambiental deve se inserir no contexto da busca das causas estruturais das mazelas socioambientais. Assim, a busca de uma educação ambiental crítica, emancipatória e transformadora é essencial para uma conscientização ambiental ampla sobre os reais problemas ambientais do planeta e para a conscientização da infância e da juventude. Assim, a própria produção capitalista, o tipo de economia definida apenas por expectativas de mercado, a falta de planejamento urbano, saneamento, educação e saúde entram em uma visão ampla e desalienante acerca dos problemas ambientais. A busca de mecanismos de ação local podem ser difundidos para um primeiro aprendizado, mais uma visão romântica e distante das questões amplas não é suficiente. Assim, o grande desafio é conscientização de que os problemas ambientais atingem uma totalidade, o meu bairro, a minha cidade, o meu país e o planeta inteiro. É importante economizar água, participar da coleta seletiva de lixo, mais é importante entender também que a privatização dos recursos naturais por transnacionais, a exportação de soja e biocombustíveis para atender a demanda dos Eua e Europa também são problemas ambientais. O consumo amplo do norte e a miséria do sul também são partes deste aprendizado amplo sobre as desigualdades estruturais de nosso planeta. A politização do debate também é importante, para qualificar a responsabilidade de agentes, como os organismos multilaterais como FMI e Banco mundial que tem sido parte do problema e não da solução, com os seus projetos de ajustamento estruturais neoliberais/neoconservadores que levam ao fim dos gastos sociais, de preservação ambiental com o aumento do desemprego ou incentivando programas degradadores do meio ambiente como a carcinicultura nos mangues dos países pobres. Ou como nos anos 90, quando o neoliberalismo esteve no auge em nosso país reduzindo os controles ambientais de empresas como a Petrobrás, com práticas como a terceirização, que resultaram em grandes desastres ambientais e sem o cuidado naquele período com a questão do licenciamento ambiental, além do aumento da indigência social da população. É claro que esta informação pesada, ideológica deve ser difundida através de um aprendizado lúdico, e fundado no princípio da esperança. Assim, o passivo ambiental não deve ser deixado apenas para os nossos filhos, mais é responsabilidade nossa e principalmente de quem detém o poder econômico e é responsável pela pegada ecológica, ou seja, a indústria, os setores extrativistas de mineração, o comércio não sustentável e a agricultura, especialmente a monocultura do agronegócio são os maiores consumidores de água e grandes agentes poluidores, a pecuária voltada para a exportação é uma das principais causas de destruição da Amazônia e de emissão de metano. Desta forma, a tentativa de reduzir o consumo de carne poderia integrar os debates alimentares que atingem a futura geração e a nossa, através de um viés dialético, ou seja, que assuma as contradições do nosso mundo e de nossa realidade, assim como alterar o sistema produtor de mercadorias que leva a acumulação de riqueza, a miséria, as crises de superprodução, subconsumo e financeiras, com a quebradeira recente promovida pela especulação com ativos financeiros subprime, que levaram ao uso de trilhões de dólares para salvar bancos e não as florestas tropicais. Estes também são elementos importantes de serem analisados neste debate. O diagnóstico da situação planetária catastrófica é triste, mais é o único capaz de fazer com que nos mobilizemos no prazo de duas décadas, que é o curto espaço de que dispomos para mudar o mundo, devido ao gravoso indício da mudança climática provocada pela atividade antrópica do capitalismo da globalização neoliberal, que também se identifica com o sexto ciclo de megaextinções planetárias, se quisermos lembrar dos dinossauros extintos por um meteoro e talvez por ação conjugada com vulcanismos e parasitas, é claro que sem esquecer de mudar o nosso quintal e a nossa vizinhança, plantando árvores e exigindo políticas públicas sociais e ambientais, desde a escola, até a proteção dos animais domésticos e demais espécies integrantes da biodiversidade reduzindo o nosso antropocentrismo, como se as necessidades   fossem somente humanas e não das demais espécies.

Outro ponto do debate é saber que alguns humanos são mais importantes do que outros, dentro da lógica de acumulação e lucro desenfreados do capitalismo, especialmente daqueles que estão no topo da sociedade e detém o poder econômico e político. Pois os outros humanos, a que me refiro são os marginalizados, que nem dispõem de escolha quanto ao seu futuro, devido a sua situação de vulnerabilidade social e ambiental, vide as enchentes, falta de drenagem, coleta de lixo e de programas de educação da própria população excluída da cidadania, pois culpar o povo é fácil em período eleitoral, retirando a culpa do planejamento deixado apenas para os agentes do mercado. Assim, estes também devem sair da apatia e exercer pressão para que sua vida possa mudar, mais não negamos a ampla adversidade de sua situação, com riscos de vida, inseguranças sociais e ambientais insuportáveis. [SEGUE…]

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Local: CIDEC-SUL – Universidade Federal do Rio Grande/Rio Grande – RS

Período: 07 a 09 de abril de 2010.

O II EDEA (Encontros e Diálogos com a Educação Ambiental) é um espaço aberto à discussão e ao repensar da prática da Educação Ambiental dentro dos quatro eixos balizadores que pautam as diretrizes do Programa, a dizer o Ensino, a Pesquisa, a Extensão e a Gestão.

A realização do projeto justifica-se por constituir um momento de interação entre docentes e discentes do Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental em um movimento que oportuniza refletir acerca da Educação Ambiental e da formação. O EDEA em sua segunda versão pretende continuar buscando essa conexão entre os envolvidos no curso, versando abordar em torno das múltiplas visões da Educação Ambiental que dialogam no cenário acadêmico.

Objetivos:

Problematizar a relação entre teoria e prática da Educação Ambiental;

Refletir sobre o papel do Educador Ambiental na sociedade contemporânea;

Conjugar Ensino, Pesquisa, Extensão e Gestão como esteios que compõem a educação ambiental presente no Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental da Universidade Federal do Rio Grande. [segue…]

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Eu leio o blog do CEA! Os Cem mil acessos em alusão a marcha do cem mil que aconteceu em 68. Grande mobilização popular contra a ditadura militar, tempos de barbárie no Brasil. Um ano que, para alguns, não terminou...

É com grande felicidade que anunciamos que o blog do CEA completou os 100mil acessos hoje! Confira ali ao lado (esquerda).

Começamos despretenciosos, mas com objetivo: colaborar para o acesso à informação, especialmente da informação socioambiental, muitas vezes pouco divulgada no mundo das corporações midiáticas.

Sendo assim, seguiremos no caminho da luta ecológica, auxiliando na democratização do acesso à informação, deixando evidente nosso ponto de vista às informações aqui veiculadas, de forma militante e voluntária.

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Frase

“De tanto postergar o essencial em nome da urgência, termina-se por esquecer a urgência do essencial.” Hadj Garm'Orin

Apresentação

O Centro de Estudos Ambientais (CEA) é a primeira ONG ecológica da região sul, constituída em Rio Grande/RS/Brasil, em julho de 1983.

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As publicações elaboradas e publicadas pelo CEA, bem como suas fotos são de livre reprodução, desde que não haja fins econômicos, que sejamos informados através do mail ongcea@gmail.com e com expressa citação da fonte nos termos a seguir: Fonte: Blog do Centro de Estudos Ambientais (CEA).
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