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Recordo a participação na Mesa Redonda  Impacto pelo uso de agrotóxicos e as novas perspectivas nas políticas públicas, durante a semana da água/2012, promovido pela OZ Indústria de Equipamentos Geradores de Ozônio Ltda, com apoio da TECNOPUC e do FGPmaisL – Fórum Gaúcho de Produção mais Limpa. O que parecia meio suspeito, se mostrou determinantemente contra o uso dos agrotóxicos. Recordo isso porque uma das palestras “Ocorrência de agrotóxicos na água potável e de chuva”,  do MSc Fabio Schreiber (Engº Agrônomo e Pesquisador da UFPel) foi contundente ao demonstrar a presença de agrotóxicos nas águas coletadas em Pelotas, advindas das lavouras de arroz pulverizadas com agrotóxicos da região. (Cíntia Barenho).

Análise identifica uso de agrotóxicos proibidos em lavouras de arroz do RS

O Programa de Segurança Alimentar da Universidade Federal de Santa Maria em parceria com o Instituto Rio Grandense do Arroz (IRGA) constatou agrotóxicos não autorizados no Brasil estão sendo usados em algumas lavouras de arroz no Rio Grande do Sul.

Pesquisadores do laboratório de análise de resíduos de pesticidas, dentro da universidade, avaliam amostras de frutas, grãos, carnes e leite. Este ano, a Universidade Federal de Santa Maria e o Instituto Rio Grandense do Arroz iniciaram um projeto para verificar a qualidade do cereal no estado. Foram colhidas 300 amostras de todas as regiões.

O resultado do estudo das primeiras 260 amostras apontou que em 55 foram utilizados 12 tipos diferentes de agrotóxicos. Três produtos não têm a autorização de uso para arroz no Brasil.

O Ministério da Agricultura tomou conhecimento das irregularidades no arroz gaúcho encaminhou um pedido para que a Secretaria de Agricultura do Estado faça as fiscalizações nas revendedoras de agrotóxicos.

Os três compostos não registrados no Brasil para uso em lavouras de arroz são: metamidofós, piraclostrobina e triflumurom.

Fonte: G1

Agricultor afetado por doença renal faz diálise em Visakhapatnam, na Índia (Foto: Anna Barry Jester, do Center for Public Integrity)

Uma doença renal misteriosa vem atacando milhares de pessoas em comunidades rurais do sudeste asiático e da América Central. O aparecimento da doença intriga os pesquisadores, que ainda não conseguiram identificar as causas exatas da enfermidade.

No vilarejo de Halmillawetiya, na Província Centro-Norte do Sri Lanka, o agricultor Sampath Kumarasinghe, de 21 anos, descansa em um banco de madeira em frente à casa que divide com a mãe, viúva.

Apesar do calor, ele usa um gorro de lã e seus movimentos são bastante lentos para alguém de sua idade.

Como a maioria dos moradores do vilarejo, ele é um plantador de arroz, mas ultimamente ele não tem tido forças para trabalhar.

Os rins de Kumarasinghe não funcionam direito. Eles não estão mais conseguindo filtrar seu sangue.

“Meu corpo está fraco”, ele diz. O agricultor é mantido vivo pela diálise, que realiza duas vezes por semana em um hospital regional. Ele espera conseguir um transplante de rim.

Kumarasinghe é uma das milhares de pessoas na Província Centro-Norte sofrendo de doença renal crônica.

Segundo o Ministério da Saúde do Sri Lanka, 15% da população local foi afetada. A maioria dessas pessoas são cultivadores de arroz.

Ilha das Viúvas

A milhares de quilômetros de distância, Maudiel Martínez abre a porta de sua casa simples na comunidade La Isla, no oeste da Nicarágua.

Um pano faz as vezes de porta e deixa ver o rosto pálido de Martínez, com ossos protuberantes. Ele anda como um idoso, apesar de ter apenas 19 anos.

A epidemia misteriosa vem ganhando terreno na América Central e já é a segunda maior causa de mortes de homens em El Salvador. Na Nicarágua, a doença mata mais que o vírus HIV e a diabetes combinados.

“Essa doença é assim. Você me vê agora, mas em um mês eu posso não estar mais aqui. Ela pode me levar de repente”, afirma Martínez.

Ele sabe do que está falando. Seu pai e um avô morreram com a doença. Três de seus irmãos também têm o problema. Todos eles trabalhavam no cultivo da cana-de-açúcar.

A doença renal crônica já matou tantos homens na comunidade de La Isla que o local já é conhecido popularmente como “La Isla de las Viudas” (A ilha das viúvas, em português).

Epidemia

A epidemia já atinge seis países da América Central, em suas regiões ao longo da Costa do Pacífico. Também foi identificada na Índia e no Sri Lanka.

A causa ainda é desconhecida, mas os pesquisadores acreditam que as vítimas estejam sendo contaminadas como resultado de seu próprio trabalho.

As epidemias nas três regiões têm vários pontos em comum. As vítimas são em sua grande maioria relativamente jovens agricultores. Muito poucos sofriam de diabetes e de pressão alta, os fatores de risco mais comuns para doença renal.

Todos sofrem com um problema conhecido como nefrite túbulo-intersticial, que provoca desidratação grave e envenenamento do sangue.

O problema afeta áreas geográficas específicas que são bastante férteis e muito quentes. As vítimas em sua maioria fazem trabalhos manuais pesados, têm pouca educação formal e pouco acesso a cuidados médicos. Em todas as áreas, os primeiros casos apareceram nos anos 1990.

Os cientistas acreditam que o problema pode estar ligado a algum produto químico presente ou utilizado nas lavouras desses locais, mas as pesquisas até hoje não conseguiram identificar exatamente o causador da doença.

Com isso, não há tratamento disponível para a doença, nem uma maneira conhecida de preveni-la.

“É importante que a doença renal crônica, que afeta milhares de trabalhadores rurais na América Central, seja reconhecida pelo que é – uma grande epidemia com um tremendo impacto na população”, afirma Victor Penchaszadeh, epidemiologista da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, e consultor da Organização Pan-Americana de Saúde sobre doenças crônicas na América Latina.

Estudo

Apesar de o mistério ainda permanecer sobre as causas da doença, uma pesquisa iniciada há quatro anos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo governo do Sri Lanka começa a indicar possíveis caminhos.

Os pesquisadores testaram a população e o ambiente, tomando amostras de sangue, urina e tecidos das pessoas e de alimentos, de água e do ar da região.

Os resultados, divulgados há poucas semanas, sugerem que os culpados podem ser dois metais tóxicos – cádmio e arsênico – que estariam contaminando os alimentos e o ar.

Segundo o Ministério da Saúde do Sri Lanka, os exames indicaram níveis relativamente altos dos dois metais no sangue e na urina da população da Província Centro-Norte.

Apesar de os níveis estarem geralmente dentro do que é considerado seguro, a exposição contínua a esses elementos pode ser prejudicial.

O novo estudo também indica que os metais poderiam estar vindo de fertilizantes e pesticidas, baratos e superutilizados na região.

Muitos médicos e cientistas familiarizados com o estudo concordam que mais pesquisas ainda são necessárias, mas acreditam que os químicos usados na agricultura são ao menos parcialmente responsáveis pelo problema.

Mas ainda há muitas questões sem resposta: os níveis de cádmio e arsênico encontrados nos corpos das pessoas são altos o suficiente para provocar danos? Qual metal provoca a doença, o cádmio ou o arsênico? Ou uma combinação dos dois?

Os metais vêm principalmente de pesticidas ou de fertilizantes? E se esses produtos são a causa da doença, por que os agricultores de outras partes do país, que também os usam, não estão sendo afetados?

As perguntas ainda são muitas, mas os especialistas esperam estar um pouco mais próximos de conseguir finalmente resolver o problema.

* The World é um coprodução de rádio do Serviço Mundial da BBC com a americana PRI e a emissora WGBH, de Boston. Esta reportagem foi produzida com a colaboração do International Consortium of Investigative Journalists (ICIJ), um projeto do The Center for Public Integrity.

Fonte: BBC

É no mercado de valores que se comercializam alimentos e são determinados os preços dos mesmos para milhões de pessoas. Por conta disso, mesmo com a enorme quantidade produzida anualmente, suficiente para alimentar muito a atual população mundial, se desenha no horizonte que a próxima crise mundial será de outro tipo: uma crise de alimentos.

Especular com a fome: o mundo frente à próxima crise alimentícia

Por Michael R. Krätke

A história alguns já conhecem: um ambicioso jovem dramaturgo quer escrever uma obra sobre os gananciosos heróis do mundo das finanças. O escritor quer entender o que motiva seu herói. Mas ninguém pode explicar a ele que é o que decide o curso das bolsas de valores. A bolsa de cereais de Chicago se mostra incompreensível, cada razão apresentada é uma “montanha de grãos” através da qual não se consegue ver sequer os próprios atores implicados. O autor, Bertolt Brecht, se deu por vencido e começou a estudar Marx. Foi quando, em suas próprias palavras, compreendeu de verdade sua própria obra. Tudo isso ocorre em 1928, ano imediatamente anterior ao início da Grande Depressão.

Os negócios nas bolsas podem levar à morte. Porque no mercado de valores se comercializa também com alimentos e se determina o preço dos mesmos para milhões de pessoas. Em nossas latitudes, a pobreza não equivale morrer de fome literalmente. Mas para bilhões de pessoas a desnutrição é algo muito real. Igual a enorme quantidade de alimentos que são produzidos anualmente, suficientes para alimentar muito mais gente das que constituem a atual população mundial. Apesar de tudo isso se desenha no horizonte que a próxima crise mundial será de outro tipo: uma crise de alimentos.

Uma vez mais
Há poucos dias milhares de pessoas na capital moçambicana de Maputo protestavam contra o aumento do preço do pão e da energia. A polícia disparou contra os manifestantes. Houve no mínimo dez mortos. Já em 2007 e 2008 os preços dos alimentos aumentaram dramaticamente. O preço do trigo, do arroz e do milho triplicou, como não se via há 30 anos. O preço do arroz, por exemplo, aumentou quase 180% em menos de dois anos. Todos prestam atenção à crise financeira e bancária enquanto se inicia uma crise de alimentos de extensão inimaginável. Ao menos 120 milhões de pessoas vivem em condição de pobreza. Graças à globalização muitos países do Sul deixaram de exportar alimentos e devem importá-los. A fome faz com que motins explodam: revoltas já foram registradas em mais de 30 Estados.

Enquanto a Alemanha assegura que a economia está se recuperando, os preços do café, do cacau, do açúcar e dos produtos lácteos disparam em cadeia por todo o mundo. O mesmo vale para os futuros mercados de cereais, soja e arroz. Os principais centros comerciais se encontram em Nova Iorque (NYMEX/COMEX) e em Chicago, onde opera a Câmara de Comércio de Chicago (CBOT, em inglês) fundada em 1848, e a Chicago Mercantil Exchange (CME), fundada em 1898. Na Europa, os alimentos e matérias-primas se comercializam nas bolsas de futuros de Londres, Paris (Matif), Amsterdã e Frankfurt am Main (Eurex), também em Mannheim e, desde 1998, também em Hannover. Em toda parte se comercializam produtos agrícolas, mas não de maneira presente a natural, e sim a muita distância e em unidades especializadas. Os contratos de compra e venda se fixam para uma data determinada e no futuro recebem justamente esse nome: “futuros”. Assim se pode, por exemplo, comercializar cereais antes da colheita: um negócio especulativo com os ingressos e preços dos produtos agrícolas dos próximos meses.

O preço do pão
No final de 2007 os principais atores do mercado financeiro (não somente os hedge fonds) fugiram às pressas dos desequilíbrios causados pela crise financeira. As bolsas de mercadorias a futuros se viram abarrotadas e a conseqüência foi uma explosão do preço das matérias-primas e do petróleo. Inevitavelmente, aumentaram os preços de todas as mercadorias comercializadas nas bolsas de valores normais. Fundos como os criados pelos bancos subiram a outro patamar apesar da crise. Na Alemanha, o Deutsche Bank fazia publicidade aos investidores anunciando brilhantes perspectivas de ganho graças à alta dos preços de produtos agrícolas.

A ministra alemã de Agricultura, Ilse Aigner (CSU), anunciou recentemente que quer promover uma campanha contra a especulação abusiva nos mercados agrícolas no encontro agrário que será realizado em janeiro de 2011 em Berlim e também no encontro do G-20 em junho de 2011. Mas Aigner traiu suas próprias promessas rapidamente, pois até aqui não conta nem com propostas nem com conceitos. O tema é para ela “muito complexo”. E, além disso, e o governo federal o trata com calma. Porque em setembro de 2010 o pânico se dissipou novamente com uma ameaçadora bancarrota estatal na Grécia, Espanha e Portugal, de modo que o custo tanto dos empréstimos do Estado como as taxas de juros baixaram aos poucos. Mas até assim os especuladores, depois de pilharem os Estados, cada vez mais endividados, retornaram às bolsas de futuros para sobreviverem a base de comércio com alimentos e matérias-primas. Os chineses e os brasileiros experimentam pequenos milagres econômicos em seus respectivos países. Uma boa e abundante comida é um símbolo importante de status social, muito mais importante ainda que o automóvel. Uma razão a mais para verem lucrativas possibilidades de investimentos que sobretudo proporcionem ganhos rápidos: os agrofuturos satisfazem plenamente esse objetivo.

A aposentadoria dos especuladores
Em 2007 e 2008 houve mais colheitas de cereais na Austrália, um dos maiores exportadores de grãos do mundo. Em 2010, ocorreu uma seca catastrófica na Rússia. As perdas de colheitas dispararam o preço do pão em mais de 20% na Rússia. Se o governo de Moscou restringirá ou não o comércio – o primeiro ministro Vladimir Putin prolongou de imediato a proibição de exportação de grãos –, é algo que preocupa os especuladores em aposentadoria. Não se comercializa com todos os alimentos nas bolsas futuras, mas sim com os mais importantes para a nutrição da população mundial, como o trigo, o arroz, a soja e o milho.

As autoridades reguladoras da Commodity Futures Trade Comission (CFTC), que centra sua atenção nas bolsas de futuro dos EUA, constataram repetidamente que a determinação dos preços dos agrofuturos não tem nada a ver com a oferta e demanda nem as estimas de colheita e vendas. Os modos dos mercados fazem flutuar os preços radicalmente. Ainda que a produção de alimentos cresça pouco ou seja estanque, as cifras dos agrofuturos se multiplicam e se multiplicam. Se há alguns anos se comercializava ainda com umas 30 mil ações de futuros em trigo ao dia em Chicago, hoje subiram mais de 250 mil.

Obviamente os grandes senhores, como o Deutsche Bank ou o BN Paribas,  especulam com elas, mas não com seu próprio nome, e sim através de fundos especiais criados para isso, que especulam com um pacote de produtos agrícolas. Seus resultados dispararam meteoricamente nos últimos anos. Quanto mais especuladores se encaminham às bolsas, mais demolidores são os efeitos de sua atividade nos preços dos alimentos. Só 2% dos agrofuturos negociados conduzem a uma transação real das mercadorias – isto é: à entrega da mercadoria em troca de dinheiro antes que a data de contrato expire. Todo o resto é pura especulação – com o aumento ou a baixa dos preços – e só serve para o enriquecimento.

A dança de São Vito das bolsas
O índice de preços dos alimentos da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) calculou o preço de uma cesta com os alimentos mais importantes do planeta Terra, dos quais – ainda que nem todos sejam comercializados nas bolsas – aumentam seus preços sem aparentemente tocar o teto. Assim, nos países mais pobres aumentaram de 2007 a 2009 os preços dos alimentos entre 30% e 37% e em 2008 de novo entre 37% e 40%. Segue uma certa recuperação no verão de 2009, mas desde desembro de 2009 a tendência do índice da FAO aponta novamente para um aumento.

Os especialistas da FAO advertem sobre as cifras da próxima crise de fome, que dificilmente poderá ser freada. A especulação praticamente sem riscos nas bolsas de futuros é um negócio multimilionário e que necessita ainda de menos capital do que no comércio de ações. O negócio corrompe a existência de uma produção sustentável, porque em todo o mundo os camponeses tentam seguir o baile de São Vito das bolsas para poder conseguir ao menos os restos. Más notícias, pois, para os pobres desse mundo: eles pagam a conta do rally nas bolsas de futuros. E o fazem com milhões de famintos, com dezenas de milhares de mortos.

Michael R. Krätke, membro do Conselho Editorial de SINPERMISO, é professor de política econômica e direito fiscal na Universidade de Amsterdã, investigador associado ao Instituo Internacional de História Social dessa mesma cidade e catedrático de economia política e diretor do Instituo de Estudos Superiores da Universidade de Lancaster no Reino Unido.

Fonte Revista Fórum AQUI

Material produzido pelos companheiros do Utopia e Luta, uma comunidade autônoma de Porto Alegre. São companheiros de luta pela reforma urbana que após a ocupação de um prédio abandonado no centro de POA (Av Borges de Medeiros) conquistaram, em 2009, a transformação deste no primeiro prédio público do país destinado à moradia popular.

Para saber mais, acessem o blog AQUI

blog_2004051102Ao vivo no Blog do Greeenpeace é possível assistir ao vivo o protesto deles na reuniao da CTNBIO que discute a liberação comercial do arroz transgênico da Bayer – uma ameaça à biodiversidade e à saúde humana.

Assista AQUI

Mais uma enquete do Blog do CEA se encerra. E mais uma ampla manifestação favorável a proteção ambiental.
Dos 214 que responderam a pergunta Você concorda com a destinação de áreas do bioma Pampa para o cultivo de transgênicos e monoculturas de árvores exóticas?”:

– 65 % responderam “Não, porque as monoculturas de árvores exóticas e de transgênicos só interessam ao agronegócio, fragilizam a agricultura familiar camponesa e degradam os ecossistemas locais (p.ex. banhados e campos nativos);

– Outros 14% responderam: “Não, pois apesar de ‘impulsionar’ a economia da Metade Sul, somente alguns poucos (e os mesmos de sempre) serão beneficiados”.

DSC05466 Eucalipto e Arroz

Monoculturas de Eucalipto e Arroz

Por outro lado:
– 21% responderam “Sim, pois isso vai revitalizar a economia da Metade Sul e será bom para todos os habitantes da região”;

– E somente 1% optou por: “Sim, pois  considero a biodiversidade do Pampa  pobre e desprezível, no que tange ao  aspecto ecológico”.

Placar final:

Não à monocultura – 79%

Admitem a monocultura – 22%

Então:
Xô monocultura!!!!
Xô degradação ambiental!!!!
Xô corrupção!!!!!

Em breve nova enquete.

6294No dia 27/2, assentamentos, associações e cooperativas da região de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, celebrarão mais uma festa da colheita do arroz ecológico produzido por pequenos agricultores gaúchos.

Para esta ocasião, o grupo gestor do arroz ecológico convida todos amigos, parceiros e todas as pessoas interessadas para conhecer as lavouras e compartilhar experiências.

Onde?

No Assentamento Filhos de Sepé em Viamão.

Como chegar?
Pegar a RS 040 em direção ao litoral, passar o pedágio e 1 quilometro depois, entrar na esquerda na estrada de chão (seguir as placas indicando a abertura da colheita do arroz ecológico)

Programação
09h00: Inicio das atividades
10h00: Ato de abertura
12h00: Encerramento com almoço e confraternização

Valor do almoço – R$10,00 por pessoa

Com o apoio dos produtores de arroz ecológico da Grande Região de Porto Alegre: Associação dos Produtores de Arroz e Peixe do Assentamento Filhos de Sepé, COPAC, COOPAN, COOPAT, COOTAP, Associação dos produtores de arroz ecológico do assentamento XIX de setembro, Assentamento Conquista Nonoaiense, Assentamento CAPELA, Assentamento Integração Gaúcha, Assentamento Santa Rita II.

Fonte: MST

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Frase

“De tanto postergar o essencial em nome da urgência, termina-se por esquecer a urgência do essencial.” Hadj Garm'Orin

Apresentação

O Centro de Estudos Ambientais (CEA) é a primeira ONG ecológica da região sul, constituída em Rio Grande/RS/Brasil, em julho de 1983.

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