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Além de cruéis para os bichos, os testes em animais são péssimas referências para produtos desenvolvidos para humanos

Em recente publicação no site da Revista Super Interessante (leia aqui), o autor José Lopes alertou que a comunidade médica e científica está concluindo que os testes em animais podem não ser tão precisos como se imaginava. Citando a alimentação demasiada e o sedentarismo dos roedores, o texto explica que estes animais têm pré-disposição a doenças e que os resultados de pesquisas realizadas com eles podem não ser confiáveis.

Ainda que admita que os testes são duvidosos, em nenhum momento o autor cita a questão ética e comenta, inclusive, que a solução deva ser a utilização de outras espécies em larga escala, como macacos. Testes alternativos, que não utilizam animais, também ficaram fora das opções do autor para uma ciência mais eficaz.

Fonte: Vista-se

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A banda punk, Arch Enemy , lançou, seu mais novo vídeo-clipe, no qual traz imagens de animais sendo usados para testes em laboratórios e a própria vocalista, Angela Gossow (que é vegana), ensanguentada e gritando a forte letra da música “Cruelty Without Beauty” (Crueldade Sem Beleza).

Crueldade Sem Beleza
Arch Enemy

Câmara de tortura desinfectada
Um matadouro científico
A morte deles é o preço de seu progresso
Se estas paredes pudessem falar, elas gritariam

Sem empatia
Sem dignidade

Crueldade sem beleza
Crueldade sem beleza

Retórica arcaica sua defesa fraca
Suas vítimas não têm escolha, nem voz
Olhe em seus olhos, ainda faz sentido?
Um saco plástico é seu vestido fúnebre

Sem empatia
Sem dignidade

Crueldade sem beleza
Crueldade sem beleza

Um legado do mal é o que você perpetua
O sangue deles não pode ser lavado
Em meus olhos o destino brutal que você merece
Em seus sonhos você vai ouvi-los gritar

Fonte: Vista-se

Cobaia Mulher, Londres, 2012. Fonte: Daily Mail

Uma mulher se voluntariou, em Londres, na Inglaterra, para participar de um procedimento idêntico ao vivido pelos animais que sofrem diariamente como cobaias nos laboratórios. O intuito foi sensibilizar as pessoas a respeito da crueldade dos testes que usam animais. As informações são do jornal britânico Daily Mail.

Ela foi arrastada por uma corda pelo pescoço e colocada sentada em um banco. Era hora de Jacqueline Traide comer, e pelas suas feições, seu medo era real.

Primeiro, sua boca foi aberta com dois grampos de metal, anexados a um elástico em torno de sua cabeça. Um homem, em um avental branco, a segurou pelo seu rabo de cavalo e a puxou até que sua cabeça fosse para trás.

A jovem de 24 anos vivenciou um procedimento onde cosméticos são pingados em olhos de animais.

Por 10 horas, esta atraente artista de 24 anos levou injeções, teve sua pele esfoliada e melada com loções e cremes – e então teve um parte de seu cabelo raspado em frente à consumidores atônitos em uma das ruas mais movimentadas de Londres.

E em algum lugar do mundo, talvez em um laboratório que esteja conduzindo testes para um novo rímel, um animal indefeso está sendo sujeito ao mesmo tratamento.

A diferença é que Jacqueline – publicamente humilhada, tremendo de frio e com a pele vermelha nas bochechas – foi para casa depois que o experimento terminou.

Um animal teria tido uma morte terrível.

Jacqueline teve parte de seu cabelo raspado, o que é comum em animais de laboratório. A Sociedade Humana Internacional e a Lush juntaram forças para lançar uma campanha global contra teste em animais.

Jacqueline se voluntariou para participar da performance chocante, para chamar atenção à dor e crueldade sofridas pelos animais em laboratórios.

Talvez o momento mais surpreendente foi quando uma parte do seu cabelo foi raspado – prática comum em laboratórios quando monitores ou eletrodos precisam ser colocados na pele de um animal.

Passageiros de ônibus e pedestres tiravam fotos da demonstração – antes de assinar a petição ou simplesmente ir embora.

Jacqueline, que parecia nervosa antes da apresentação, permaneceu calada durante toda a demonstração – mas pelas suas feições, seu sofrimento foi muito real.

Ela disse: “espero que isso plante uma semente de consciência nas pessoas, para que elas comecem a pensar sobre o que elas compram e consumem, e o que acontece quando um produto é produzido”.

Momentos depois, ela teve uma corda amarrada ao seu pescoço.

Alguns dos instrumentos usados em Jacqueline são usados em animais em laboratório em todo o mundo

O gerente da campanha Tamsin Omnond disse: “O irônico é que, se fosse um beagle na vitrine passando por isso, a polícia e a Sociedade Protetora estariam aqui em minutos. Mas em algum lugar do mundo, um animal é submetido a este teste. A diferença é que o público não vê. Nós precisamos lembrar as pessoas que isto ainda acontece. Cientistas têm usados animais em laboratórios para testes de medicamentos e cosméticos, e não pararam.”

 

Embora testes em animais para cosméticos tenham sido banidos na Comunidade Europeia há 3 anos atrás, ainda é legal na Grã-Bretanha a venda de cosméticos que foram testados em animais em outras partes do mundo, incluindo Canadá e Estados Unidos. Na China, estes testes são um requerimento.

A porta-voz da Sociedade Humana Wendy Higgind disse que “é moralmente impensável que empresas de cosméticos continuem a lucrar com o sofrimento animal”, adicionando que não há nenhuma justificativa para submeter animais à dor, só para produzir um batom ou uma sombra de olho.

Assine a petição que já tem quase 200 mil assinaturas.

Fonte: ANDA

Hanna Arendt e Umberto Eco. Foto: CEA

No dia 12/11/2011, próximo sábado, os grupos que lutam pelos Direitos dos Animais, promoverão a I Festa Animal, em Rio Grande/RS.

A proposta é dançar ao som dos anos 70, 80, 90 e ajudar nas campanhas de esterilização e conscientização animal, já que tais grupos não recebem, e nunca receberam, nenhuma verba do Poder Público. Assim, a contribuição de todos é muito importante.

Venha soltar seus bichos na dança. Algumas surpresas aguardam por você.

Data: 12/11 (sábado)

Hora: 21:30

Colaboração: R$ 15,00

Local: Rua Dom Bosco, auditório da Escola Técnica Estadual  Getúlio Vargas

Ingressos Rua General Bacelar nº: 105 

Informações: (53) 32329588, 91263401, 84546826, 99766728

Organização: Amigo Bicho, Amigo Vira Latas, GAE, Vira Latas e Corações, Projeto Solidariedade com os Animais e apoio de SOS Animal.

De acordo com o geógrafo Aziz Ab’Saber, apoio revela que a alteração do Código vigente beneficia o setor ruralista.

Mais uma investida da bancada ruralista para tentar aprovar o novo Código Florestal ainda neste ano foi fracassada na terça-feira (07). A bancada apresentou uma lista com aproximadamente 370 assinaturas para que o Projeto de Lei que institui o novo Código fosse votado em regime de urgência na Câmara dos Deputados. Porém, não houve acordo entre os líderes da Câmara para incluir o requerimento na ordem do dia. A proposta de mudança no atual Código Florestal é do deputado federal Aldo Rebelo (PcdoB-SP) e está recebendo críticas de ambientalistas, movimentos sociais e especialistas em meio ambiente.

Mas, do outro lado, a proposta tem o apoio dos ruralistas. De acordo com o geógrafo Aziz Ab’Saber, esse apoio revela que a alteração do Código vigente beneficia o setor ruralista. Setor, que segundo ele, é ignorante para debater mudanças na questão ambiental no país. “Há muito tempo os ruralistas no Brasil estão querendo modificar o Código Florestal pensando em suas pretensões. Estão pensando em seus negócios e não no país e, sobretudo, não pensam no futuro do planeta Terra. Eu ando lendo alguns textos de uma senadora que defende tudo que o deputado Aldo propôs, mas é um absurdo total, não tem senso ecológico nenhum.

Aziz defende a mudança no atual Código, mas reforça que tais mudanças devem ser feitas a partir de estudos elaborados por especialistas e com um debate com a sociedade. “O Código deve ser feito com o envolvimento de pessoas competentes e planejadores. Não sou a favor de deixar as matas permanentemente como estão. Mas para se fazer mudanças, deve ser pensando um modo ecologicamente sustentável, para assim, se possível, conservar as reservas de biodiversidades para sempre.”

Fonte: Radioagência NP/EcoAgência

A Câmara Municipal de Nova Friburgo, na região serrana do RJ, aprovou, no último dia 19, Projeto de Lei (PL) 004/10, de autoria do Vereador Manoel Martins (PSB), que proíbe “rodeios, touradas ou eventos similares que envolvam maus-tratos e crueldades de animais”.

Assim, Nova Friburgo caminha para fazer parte de uma series de municípios que estão aprovando leis que reconhecem direitos aos animais.

Agora falta a sanção do Prefeito Municipal e posterior fiscalização.

Fonte: http://www.habitosehabitat.org/index.php

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“De tanto postergar o essencial em nome da urgência, termina-se por esquecer a urgência do essencial.” Hadj Garm'Orin

Apresentação

O Centro de Estudos Ambientais (CEA) é a primeira ONG ecológica da região sul, constituída em Rio Grande/RS/Brasil, em julho de 1983.

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