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E tem gestor público brasileiro defendendo que não há perigo com a energia nuclear. Além disso, cabe lembrar a denúncia feita pela ecofeminista Yuko Tonohira  sobre a Violência contra mulheres por parte do Estado Japonês, uma vez que este defendia não haver riscos para mães e seus filhos.

Crianças japonesas apresentam nódulos na tireoide depois de acidentes em Fukushima

Aproximadamente 38 mil crianças e adolescentes que vivem na região de Fukushima, no Norte do Japão, foram submetidas a testes para verificação do funcionamento da tireoide. Em 36% das crianças examinadas, foram identificados nódulos, mas não houve confirmação de tumor maligno. Mais de 52 mil pessoas ainda estão fora de suas casas em um raio de 20 quilômetros ao redor da Usina Nuclear de Fukushima Daiichi, desde os acidentes de 2011.

As autoridades decidiram pelos testes após verificar que algumas crianças de províncias vizinhas à Usina de Fukushima Daiichi foram detectadas com nódulos na tireoide. Porém, o governo de Fukushima desconsidera a possibilidade de adotar medidas adicionais.

Os especialistas advertem que o iodo radioativo liberado pela usina durante os acidentes nucleares poderá se acumular nas glândulas tireoides das crianças e aumentar o risco de câncer. Em março de 2011, a região de Fukushima foi atingida por um tsunami, após um terremoto, o que causou vazamentos e explosões radioativas. Desde então, o Japão está em alerta e redobrou os cuidados com a energia nuclear.

Em março de 2013, serão realizados novos testes em 4,5 mil crianças e adolescentes, em três províncias vizinhas de Fukushima. O governo espera assim aliviar a preocupação dos japoneses e detectar eventuais efeitos da radiação libertada pela central nuclear sobre as crianças.

Com informações da Agência Brasil

Fonte: Sul21

De 15 a 17 de junho, comunidades e entidades da sociedade civil guiarão ativistas, jornalistas e pesquisadores por três empreendimentos de forte impacto socioambiental na região metropolitana do Rio de Janeiro. 
O objetivo do grupo é mostrar que, na mesma cidade que promete redefinir os marcos ambientais do planeta, estão sendo erguidos ou tocados uma série de megaprojetos na contramão do discurso oficial.A jornada, batizada de Rio+Tóxico, visitará Santa Cruz, Duque de Caxias e Magé, áreas afetadas pela siderúrgica ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico (TKCSA) e pela refinaria de Duque de Caxias REDUC-Petrobrás. Outros destinos são a Área de Proteção Ambiental de São Bento e o Aterro
Metropolitano de Jardim Gramacho, o maior da América Latina. Os visitantes participarão de reuniões e visitas, e poderão fazer entrevistas com lideranças e moradores locais. Os ônibus partem da sede do BNDES, no Centro do Rio, de onde sai também grande parte do financiamento desses empreendimentos tóxicos.

 
Empreendimentos Tóxicos
Localizada na Baía de Sepetiba, a ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico (TKCSA) se instalou no Rio após ser negada em outros Países e estados do Brasil. A siderúrgica despeja partículas de ferro-gusa e emite toneladas de gás carbônico no ar, suficientes para aumentar as emissões na cidade do Rio de Janeiro em 76%. Isso tem afetado a saúde e o meio ambiente dos moradores e pescadores da região em um nível tão elevado que se tornou um problema para a sede da empresa, na Alemanha.Já a Refinaria Duque de Caxias (REDUC), inaugurada há 50 anos, e o Pólo Petroquímico que se formou ao seu redor se tornaram ao longo do tempo um dos maiores poluidores da Baía de Guanabara, afetando não só plantas e animais, mas também a saúde e os modos de vida das populações no seu entorno. Em 2000, um grande vazamento despejou 1,3 milhão de litros de óleo na Baía de Guanabara, trazendo à tona o custo social e ambiental do empreendimento.

Ainda em Caxias o roteiro inclui uma visita à Área de Proteção Ambiental de São Bento, ao Aterro
Metropolitano de Jardim Gramacho – o maior aterro sanitário da América Latina, desativado em junho – e a Cidade dos Meninos, um dos casos mais emblemáticos de injustiça ambiental. O problema, que se arrasta por 50 anos, envolve os resíduos de inseticidas abandonados no local e diversos atores sociais..

 
 Agenda do Toxic-Tour

15 de Junho

– 8h – Santa Cruz – Comunidade Vizinha a TKCSA (Community next to TKCSA) (Lotado/Fully Booked)
– 8h – Magé – Gasoduto da REDUC (REDUC Gas pipeline)
– 12h – Santa Cruz – Comunidade Vizinha a TKCSA (Community next to TKCSA)

16 de Junho

– 8h – Santa Cruz – Comunidade Vizinha a TKCSA (Community next to TKCSA)
– 8h – Duque de Caxias – Gramacho, REDUC, Cidade dos Meninos, APA São Bento (Landfill of Gramacho, Oil Refinery of Duque de Caxias, Cidade dos Meninos and Environmental Protection Area of São Bento)
– 12h – Santa Cruz – Comunidade Vizinha a TKCSA (Community next to TKCSA)

17 de Junho

– 8h – Sepetiba – Impactos da TKCSA na Baia de Sepetiba (Impacts of TKCSA in the Sepetiba Bay)

Saiba mais AQUI

Mais informações no site www.observatoriodopresal.com.br

Em março havia um artigo intitulado “Japão mostrou que energia nuclear é segura”, no qual o autor – assistente da Presidência da Eletronuclear S.A. – afirmava que: “…Essas consequências foram bastante limitadas quando comparadas às dimensões da terrível tragédia humana, social, econômica e ambiental causada por esse fenômeno natural excepcionalmente severo. O fato desse acidente não ter causado vítimas fatais pela radiação confirma que a energia nuclear é essencialmente segura.” Nada como desviar o foco. O que será que o mesmo tem para defender agora que o Japão desliga seus 54 reatores nucleares??

Nesse sábado, 05 de maio, os 54 reatores nucleares japoneses estarão parados, talvez para sempre. Foto: Wikimedia

Ansioso, o Japão se prepara para a vida sem energia nuclear   por Justin McCurry

Esse fim de semana o Japão começará um experimento ambicioso de uso de energia que ninguém pensava possível — até que a usina de Fukushima Daiichi sofreu um triplo super aquecimento, faz apenas um ano. No sábado, quando a companhia de eletricidade Hokkaido fechar para manutenção o reator número 3 da usina de Tomari, a terceira maior economia do mundo não terá reatores nucleares funcionando pela primeira vez em quase 50 anos.

O fechamento do último dos 54 reatores japoneses marca uma mudança dramática na política energética, porém enquanto os ativistas se preparam para celebrar, o apagão nuclear nacional chega ligado a riscos econômicos e ambientais expressivos.

A crise de Fukushima detonada pelo letal terremoto e tsunami forçou o Japão a repensar profundamente sua relação com a energia atômica.

O fechamento de Tomari vem quando o Japão se prepara para um longo e úmido verão que levará dezenas de milhões de pessoas a buscar o controle dos seus aparelhos de ar-condicionado, aumentando o perigo de falhas no fornecimento de energia e mais danos para as indústrias, que ainda se recuperam do terremoto.

Em um relatório publicado essa semana, a agência nacional  de políticas públicas do governo projetou uma escassez de 5% de energia em Tóquio, enquanto as próprias empresas de energia preveem uma carência de 16% de energia na região oeste do Japão, onde está Osaka, uma das suas maiores cidades industriais.

“Eu tenho que dizer, nós enfrentaremos um grave risco de falta de eletricidade”, disse Yukio Edano, ministro da economia, comércio e indústria. Ele acrescentou que o custo extra de importação de combustível para uso nas usinas termoelétricas  poderá ser repassado aos consumidores através de contas de luz mais caras.

Antes do desastre de 11 de março de 2011, o Japão dependia da energia nuclear para suprir 30% da sua eletricidade, e havia planos para aumentar essa  participação para mais de 50% até 2030, com a construção de novos reatores.

Com o acidente, o lançamento de imensas quantidades de radiação no ar e no mar, a contaminação da comida e das fontes de água e a evacuação de dezenas de milhares de residentes demoliram a visão de um futuro dominado por energia nuclear e baixas emissões de carbono.

Nos últimos 14 meses, dúzias de reatores nucleares não diretamente afetados pelo tsunami foram desligados para se submeterem à testes de segurança e manutenção rotineira. Enquanto isso, as distribuidoras buscaram usinas movidas a carvão, óleo e gás para manter o fornecimento de eletricidade para a indústria e os lares. As importações desses insumos contribuíram para gerar, no ano passado, o primeiro déficit comercial do Japão em mais de 3 décadas.

O Japão, que já é o maior importador mundial de gás natural liquefeito, comprou quantidades recorde no ano passado para substituir a energia nuclear. A agência internacional de energia estima que o fechamento de todas as usinas nucleares aumentará a demanda japonesa por petróleo para 4,5 milhões de barris/dia, com um custo adicional em torno de 100 milhões de dólares por dia.

As últimas investidas de Yoshihiko Noda, primeiro ministro, de obter apoio para um reinício precoce de 2 reatores da Usina Oi, no oeste do Japão, falharam em meio a uma oposição pública cada vez mais dura contra a energia nuclear.

Nenhum dos reatores ociosos do Japão terá permissão de ser reiniciado até que passem por rigorosos “testes de estresse” — simulações planejadas para testar a capacidade de resistir a eventos catastróficos como o tsunami de 14 metros de altura que nocauteou o sistema reserva de energia da usina de Fukushima Daiichi, e disparou o pior acidente nuclear mundial desde Chernobyl.

Enquanto há especialistas que criticaram os testes de estresse duplos, a volta imediata, mesmo a uma produção limitada, da energia nuclear parece impossível.

Pela lei, a aprovação da população local não é necessária para o reinício. Mas Noda não está inclinado a correr o risco de um colapso político causado por ignorar a opinião local: em uma pesquisa recente, feita pelo Noticiário Kyodo, 59,5% se opunham ao recomeço das operações da usina nuclear Oi, na região administrativa de Fukui, enquanto 26,7% apoiavam a medida.

Na liderança do movimento para reiniciar os reatores está a Keidanren, o influente lobby dos negócios. Em pesquisa recente, 71% dos industriais disseram que a falta de energia poderia forçá-los a cortar a produção, enquanto 96% disseram que o espectro de preços de eletricidade mais altos reduziria o faturamento. O Instituto de Economia da Energia alertou que manter os reatores em compasso de espera pode limitar o crescimento do PIB a apenas 0,1% esse ano, pois as indústrias reduzirão a produção ao mesmo tempo em que pagam mais caro por energia derivada de petróleo.

Críticos da paralisação nuclear também enfatizaram o impacto negativo que mais combustível fóssil para gerar energia terá nos compromissos assumidos pelo Japão na área de mudanças climáticas. E mesmo grandes investidores em energia alternativa, como o principal executivo do Softbank, Masayoshi Son, admitiu que levará tempo para que essas opções tenham impacto real na matrix energética do país.

Esses investidores ficarão exultantes com o resultado de um novo painel do ministério do meio ambiente, o qual afirma que o Japão ainda pode reduzir suas emissões de gases do efeito estufa em 25% até 2030 (comparadas aos níveis de 1990) através da economia de energia e da adoção mais veloz de fontes renováveis. Espera-se que elas representem entre 25% e 35% da geração total de energia em 2030.

“Se o Japão tiver a motivação, pode também realizar isso”, afirma Sei Kato, diretor de promoção da sociedade de baixo carbono no ministério do meio ambiente. “Nós temos o know-how tecnológico”. Colocando de lado os riscos de curto prazo, grupos ambientalistas dizem que a paralisação desse sábado é uma oportunidade sem precedentes para o Japão se livrar da dependência da energia nuclear.

“Esse é um momento decisivo para o Japão, uma enorme oportunidade para que se mova em direção ao futuro de energia sustentável que o seu povo demanda”, afirmou o Greenpeace no seu relatório sobre a revolução da tecnologia energética. “Com abundância de recursos para energia renovável e tecnologia de vanguarda, o Japão pode facilmente se tornar um líder na área, enquanto simultaneamente acaba com sua necessidade da tecnologia nuclear, que é cara e arriscada”.

Na terça, as pessoas que trabalham em escritórios deram sua contribuição com o início, um mês antes do habitual, do esforço apelidado de “cool biz” (algo como “negócio bacana”) para reduzir o uso de energia. Mas trocar ternos e gravatas por camisas de manga curta, e reduzir o uso de aparelhos de ar-condicionado é fácil enquanto durarem as temperaturas amenas da primavera. O grande teste de força de vontade pós Fukushima ainda está para vir.

Fonte: O ECO

Manifestante segura cartaz em protesto contra a energia nuclear em frente à Tokyo Electric Power, em Tóquio

Manifestante segura cartaz em protesto contra a energia nuclear em frente à Tepco: reatores estão sendo submetidos a operações de resfriamento.Toru Yamanaka/AFP

Documento mostra que milhares de pessoas em todo o mundo ainda vivem sob a ameaça de acidentes nucleares

Um ano após o desastre de Fukushima, no Japão, o mundo ainda não aprendeu a lição. Um relatório produzido pelo Greenpeace mostra que milhares de pessoas em todo o mundo ainda correm o risco de enfrentar acidentes nucleares.

Intitulado “Lições de Fukushima”, o documento aponta que o acidente não foi causado por um desastre natural, mas por uma série de falhas do governo japonês, de órgãos reguladores e da indústria nuclear.

“Embora causado pelo tsunami de 11 de março, o desastre de Fukushima foi, em última instância, culpa das autoridades japonesas, que optaram por ignorar os riscos e fazer dos negócios uma prioridade mais alta que a segurança”, disse Jan Vande Putte, da campanha de energia nuclear do Greenpeace Internacional.

“Este relatório demonstra que a energia nuclear é insegura e que os governos são rápidos em aprovar reatores, mas continuam mal preparados para lidar com problemas e proteger as pessoas de desastres nucleares. Esta situação não mudou desde o desastre de Fukushima e é por isso que milhares de pessoas continuam expostas a riscos nucleares.”

O relatório chega a três importantes conclusões para explicar a tragédia e suas consequências. A primeira delas é que as autoridades japonesas e a empresa que operava a planta nuclear de Fukushima conheciam, mas ignoraram, os riscos de um sério acidente.

Em segundo lugar, ficou claro que, mesmo um país preparado para desastres de grandes proporções, como o Japão, ficam de mãos atadas diante da magnitude de um desastre nuclear. Os planos de emergência nuclear e de evacuação falharam em proteger os cidadãos.

Por fim, centenas de milhares de pessoas ainda não puderam refazer suas vidas devido à falta de apoio e compensação financeira. O Japão é um dos poucos países onde, por lei, as empresas que operam as plantas nucleares são responsáveis por bancar os custos de um desastre. Na prática, após um ano da tragédia, os afetados pela tragédia continuam desamparados. Os contribuintes japoneses é que terminarão arcando com todos os custos.

Corrente humana contra a energia nuclear

O próximo domingo, 11 de março, marca o primeiro ano do desastre nuclear de Fukushima. O acidente promoveu uma revisão global dos padrões de segurança das usinas nucleares. Países como a Alemanha anunciaram um plano de desligamento de suas usinas.

Na contramão deste processo, o Brasil dá continuidade à construção do terceiro reator do complexo de Angra e prevê a construção de mais plantas nucleares por todo o país.

Fonte: Greenpeace (adaptado para o blog do CEA)

Grande retrocesso daqueles que se dizem países “desenvolvidos”. E enquanto isso no Brasil, confirma no post abaixo…

Alemanha assina acordo para prolongar vida das suas centrais nucleares

Numa decisão polémica o governo de Angela Merkel decidiu adiar a desactivação das centrais nucleares por, em média, 12 anos em troca de compensações financeiras e investimentos num fundo criado para promover as energias renováveis.

Recentemente foram revelados os resultados de um relatório que concluía que a Alemanha não conseguiria cumprir os seus objectivos de redução de 80% das emissões de CO2 até 2050.

No entanto, uma polémica decisão do governo de Angela Merkel pode garantir que este previsão não se cumpre. O executivo alemão decidiu ontem prolongar a vida das 17 centrais nucleares do país por mais cerca de 12 anos, invertendo o rumo tomado há 10 anos atrás no sentido da eliminação progressiva da energia nuclear no início da próxima década.

O acordo estabelecido entre o governo e as 4 companhias de energia que gerem as centrais, prevê que estas pagarão mais 40 biliões de euros e investirão até 2016 num fundo de investimento nas energias renováveis.

A decisão já recebeu duras críticas dos ambientalistas e do ministro do Ambiente austríaco, que afirmou “se algo está claro é que a energia atómica não é a resposta às alterações climáticas e não é uma forma sustentável de reduzir as emissões de CO2”.

No entanto, segundo o diário britânico “Guardian” a chanceler alemã defende o prolongamento da vida das centrais nucleares é uma estratégia para “ganhar tempo” para que sejam desenvolvidas tecnologias fiáveis e economicamente viáveis para o aproveitamento das energias renováveis, o que em parte será financiado pelo fundo de investimento em que as 4 empresas responsáveis pelas centrais nucleares alemãs investirão.

Para 18 de Setembro já está agendada uma manifestação de protesto pela assinatura deste acordo pelo governo. Segundo uma sondagem realizada recentemente a maioria dos cidadãos alemães é a favor de uma eliminação progressiva da energia nuclear tão depressa quanto possível.

Fonte: www.guardian.co.uk

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O Centro de Estudos Ambientais (CEA) é a primeira ONG ecológica da região sul, constituída em Rio Grande/RS/Brasil, em julho de 1983.

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