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Nos chegou pelo facebook um alerta via Associação Intermunicipal de Proteção Animal (AIPRA) de que está sendo prevista um Festival de Música Eletronica (Dream Valley Festival), promovido pela RBS eventos, no Parque Beto Carrero World (Santa Catarina), local que abriga um zoológico (infelizmente os animais de vários ecossistemas estão lá confinados para humanos acharem bonito). 

Segundo informações de 16/10, no site da ANDA, o IBAMA pretende proibir o festival, mas até agora nada de concreto. Destacamos parte da reportagem: 

Segundo a responsável pelo setor de Fauna do Ibama SC, Gabriela Breda, que falou com a Lado A, não há condições de realizar o evento no local indicado pelo parque, pela proximidade ao zoológico mas não há proibição e sim uma notificação. “O palco principal está localizado a menos de 200 metros do zoológico e não houve qualquer proteção aos animais”, alerta Gabriela, que foi vistoriar o zoológico local depois de diversas denúncias. Como agravante, ela ainda indica que o período de primavera é temporada de reprodução das aves, que são animais mais sensíveis. A preocupação é com os animais confinados, que não têm como fugir. “Em toda festa rave há perda de ninhos”, lamentou Gabriela sobre os eventos de música eletrônica ao ar livre.

Já pelo Facebook, o pessoal do Associação Intermunicipal de Proteção Animal (AIPRA) informa que: 

10 coisas que voce precisa saber, sobre o Festival de Música Eletronica (Dream Valley Festival) no Parque Beto Carrero World:

01 – O Evento está sendo promovido pela RBS eventos.

02 – O festival está sendo anunciado para acontecer dentro do Parque Beto Carrero, onde também existe um Zoológico com mais de 700 animais, entre eles, Elefantes, leões, tigres, Hipopótamo, Girafas, Ursos, Onças, macacos, Aves, etc etc etc.

03 – Para que o Evento possa acontecer, é preciso o licenciamento do IBAMA.

04 – O primeiro projeto apresentado ao Ibama, foi REPROVADO, para proteger os animais.

05 – O segundo projeto apresentado ao Ibama, foi REPROVADO, para proteger os animais.

06 – A venda de Ingressos não foi interrompida em nenhum momento.

07 – Não existe nenhuma área dentro do Parque onde possa se realizar o Evento que não venha a atingir os animais, pois o Som se propaga pelo solo, pelo piso, pelo chão, e até onde se sabe, os animais deitam e dormem no solo, no piso, no chão e terão que aguentar, duas noites seguidas de Música Eletronica Infernal.

08 – A RBS eventos e os organizadores do Festival, teimosamente irão apresentar uma terceira proposta, para o show acontecer no autódromo, isto mesmo autódromo, pois acreditem, tem um autódromo que fica no Parque Beto Carrero próximo ao Zoológico.

09 – O Superintendente do Ibama em Santa Catarina SR Kléber Isaac Silva de Souza saiu de férias.

10 – Assumiu interinamente o Sr. Marcos André de Mello.

Fonte: Airpa/ANDA

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Esta Lei dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao  meio  ambiente  e diz em  seu artigo 32:

Art. 32 – Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:

Pena- detenção de três meses a um ano e multa.

§ 1º Incorre na mesma pena quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.

§ 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço se ocorre  morte do animal.

Por animais domésticos ou domesticados devemos entender  CÃES, GATOS, CAVALOS, AVES, PÁSSAROS, CABRAS, PORCOS, BOIS entre outrosMaus-tratos significam abandono, agressão, envenenamento, mutilação, manter o animal em lugar anti-higiênico, sem alimento e água, utilizar o animal em rinhas, sobrecarregá-lo com peso excessivo e muitos mais que causem o sofrimento físico ou psicológico do animal.

DENUNCIE. Somente você pode fazer a diferença entre a PUNIÇÃO e a OMISSÃO que, neste caso, GERA IMPUNIDADE. Ligue para a Cia. Ambiental da Brigada Militar, vá até uma delegacia de Policia Civil ou até mesmo ligue para os Bombeiros.

Denuncie abusos, maus-tratos, atividades lesivas ao meio-ambiente, não seja conivente com quem maltrata a natureza e os animais.

Todos são protegidos por lei.

Em Rio Grande os endereços e telefones para a denúncia são:  Patrulha Ambiental da Brigada Militar – PATRAM: 3235 4702. Av. Presidente Vargas nº 520.

POLÍCIA CIVIL – emergências197 (Rua Barroso ao lado do antigo INSS)

BOMBEIROS : 193

BRIGADA MILITAR: 3231 3533 ou emergência 190.

Também podem ter acesso a informações direto com a Promotoria 3232 5044.

Elaborado pela Comissão de Defesa e Direito dos Animais e pela Comissão do Meio Ambiente e da Cidadania da OAB Subseção do Rio Grande.

 

Além de cruéis para os bichos, os testes em animais são péssimas referências para produtos desenvolvidos para humanos

Em recente publicação no site da Revista Super Interessante (leia aqui), o autor José Lopes alertou que a comunidade médica e científica está concluindo que os testes em animais podem não ser tão precisos como se imaginava. Citando a alimentação demasiada e o sedentarismo dos roedores, o texto explica que estes animais têm pré-disposição a doenças e que os resultados de pesquisas realizadas com eles podem não ser confiáveis.

Ainda que admita que os testes são duvidosos, em nenhum momento o autor cita a questão ética e comenta, inclusive, que a solução deva ser a utilização de outras espécies em larga escala, como macacos. Testes alternativos, que não utilizam animais, também ficaram fora das opções do autor para uma ciência mais eficaz.

Fonte: Vista-se

A banda punk, Arch Enemy , lançou, seu mais novo vídeo-clipe, no qual traz imagens de animais sendo usados para testes em laboratórios e a própria vocalista, Angela Gossow (que é vegana), ensanguentada e gritando a forte letra da música “Cruelty Without Beauty” (Crueldade Sem Beleza).

Crueldade Sem Beleza
Arch Enemy

Câmara de tortura desinfectada
Um matadouro científico
A morte deles é o preço de seu progresso
Se estas paredes pudessem falar, elas gritariam

Sem empatia
Sem dignidade

Crueldade sem beleza
Crueldade sem beleza

Retórica arcaica sua defesa fraca
Suas vítimas não têm escolha, nem voz
Olhe em seus olhos, ainda faz sentido?
Um saco plástico é seu vestido fúnebre

Sem empatia
Sem dignidade

Crueldade sem beleza
Crueldade sem beleza

Um legado do mal é o que você perpetua
O sangue deles não pode ser lavado
Em meus olhos o destino brutal que você merece
Em seus sonhos você vai ouvi-los gritar

Fonte: Vista-se

Imagens fortes abaixo…

Esta pobre gata foi torturada e morta em experimentos inúteis

A PETA, ONG norte-americana, publicou nesta quarta-feira (12/09) uma página especial que reúne cenas dramáticas em vídeo e fotos do triste destino de uma gata chamada “Double Trouble” (“Problema Duplo”, em português).

Ela teve seu crânio perfurado para colocação de eletrodos. Os dispositivos electrônicos foram implantados também nos ouvidos. Foi deixada sem comida por vários dias para torná-la dócil e cooperativa, recebendo pequenas quantidades de alimentos durante os experimentos. E foi mantida imobilizada em um saco para que não pudesse coçar a cabeça e tocar os aparelhos.

No final, os pesquisadores decidiram que a experiência não foi útil e resolveram matá-la, decapitá-la e analisar seu cérebro.

O horror de “Double Trouble” aconteceu há apenas 3 anos, mas os testes em animais são uma triste realidade há décadas e existem, neste momento, bilhões de vítimas gritando de dor em laboratórios do mundo todo, inclusive no Brasil.

No caso da Universidade de Wisconsin, os próprios vivisseccionistas tiraram fotos para documentar a experiência, mas, desta vez, o material vazou.

Envie uma mensagem para que parem com estes experimentos

No site dedicado ao caso, a PETA disponibilizou uma página para que você, automaticamente, envie uma mensagem às instituições que patrocinam estes experimentos na Universidade de Wisconsin, dizendo que você não quer que isso continue acontecendo. Clique aqui para enviar.

Antes de comprar algum produto, procure empresas livres de crueldade
www.vista-se.com.br/testes 

Se você é estudante, saiba que você não é obrigado a matar animais em seu curso
Conheça a “Objeção de Consciência”, clique aqui.

Abaixo, algumas imagens que vazaram da Universidade de Wisconsin (EUA) Continue lendo »

 

 

 

Pela SOS Animais.

A ação da polícia é resultado de incansáveis protestos da população italiana, que repudia testes em animais.

O mundo tem assistido a uma saudável onda de protestos que vêm acontecendo na Itália contra o Green Hill, maior criadouro de cães para testes do país. No primeiro protesto, mais de mil italianos foram às ruas e invadiram o local, chamando atenção ao caso e resgatando alguns animais, relembre. No segundo protesto, a surpresa: mais de 10 mil pessoas se juntaram ao movimento para fechar o criadouro Green Hill, veja aqui.

O resultado de toda essa mobilização dos cidadãos italianos começou a ser mostrado na manhã desta quarta-feira, 18.

A polícia lacrou o criadouro e recolheu documentos e computadores para investigar maus tratos aos animais, após inúmeras denúncias. Cerca de 2.500 cães da raça beagle estão neste momento dentro das instalações do Green Hill e seu destino ainda é incerto. O certo é que não faltarão italianos dispostos a adotá-los quando a polícia finalmente conseguir retirá-los legalmente da empresa.

Por enquanto, o criadouro está apenas sob investigação, mas há fortes indícios de que será definitivamente fechado.

Estamos assistindo uma revolução na Itália. É o início do fim dos testes em animais por lá.

Leia também: Italianos invadem criadouro e salvam Beagles de testes

Justiça determina retirada de beagles usados em testes na UEM

Fonte: VIsta-se

Da Gazeta do Povo | Depois da proibição de uso de animais em experimentos no Biotério Central da UEM, animais são liberados para adoção.

Uma decisão judicial da 5ª Vara Cível de Maringá determinou na tarde desta quinta-feira (26) a retirada dos seis cães da raça beagle que permaneciam há pelo menos cinco anos no Biotério Central da Universidade Estadual de Maringá (UEM) para experimentos do curso de Odontologia da Instituição.

A informação foi confirmada pela presidente da Associação Anjos Animais, Eloisa Murta, que foi autorizada pela liminar concedida pelo juiz Fábio Bergamin Capela a retirar os cães do local.
Eloisa explica que nos próximos dias médicos veterinários irão avaliar o estado de saúde dos cachorros. “Aparentemente eles estão bem, estão correndo em volta de mim.”

A presidente da Associação afirma que os seis beagles deverão ser colocados para adoção.

Assista a um vídeo (no Facebook), com um trecho da ação, clique aqui.

Fonte: Vista-se

Leia também: Italianos invadem criadouro e salvam Beagles de testes

Neurocientista explica por que pesquisadores se uniram para assinar manifesto que admite a existência da consciência em todos os mamíferos, aves e outras criaturas, como o polvo, e como essa descoberta pode impactar a sociedade.

“Não é mais possível dizer que não sabíamos”, diz Philip Low

por Marco Túlio Pires

O neurocientista canadense Philip Low ganhou destaque no noticiário científico depois de apresentar um projeto em parceria com o físico Stephen Hawking, de 70 anos. Low quer ajudar Hawking, que está completamente paralisado há 40 anos por causa de uma doença degenerativa, a se comunicar com a mente. Os resultados da pesquisa foram revelados no último sábado (7) em uma conferência em Cambridge. Contudo, o principal objetivo do encontro era outro. Nele, neurocientistas de todo o mundo assinaram um manifesto afirmando que todos os mamíferos, aves e outras criaturas, incluindo polvos, têm consciência. Stephen Hawking estava presente no jantar de assinatura do manifesto como convidado de honra.

Leia mais: Entenda o manifesto que afirma a existência da consciência em todos os mamíferos, aves e até polvos

Low é pesquisador da Universidade Stanford e do MIT (Massachusetts Institute of Technology), ambos nos Estados Unidos. Ele e mais 25 pesquisadores entendem que as estruturas cerebrais que produzem a consciência em humanos também existem nos animais. “As áreas do cérebro que nos distinguem de outros animais não são as que produzem a consciência”, diz Low, que concedeu a seguinte entrevista ao site de VEJA:

Estudos sobre o comportamento animal já afirmam que vários animais possuem certo grau de consciência. O que a neurociência diz a respeito? Descobrimos que as estruturas que nos distinguem de outros animais, como o córtex cerebral, não são responsáveis pela manifestação da consciência. Resumidamente, se o restante do cérebro é responsável pela consciência e essas estruturas são semelhantes entre seres humanos e outros animais, como mamíferos e pássaros, concluímos que esses animais também possuem consciência.

Leia mais: A íntegra, em inglês, do manifesto que afirma a existência da consciência em todos os mamíferos, aves e outras criaturas, como polvos

Quais animais têm consciência? Sabemos que todos os mamíferos, todos os pássaros e muitas outras criaturas, como o polvo, possuem as estruturas nervosas que produzem a consciência. Isso quer dizer que esses animais sofrem. É uma verdade inconveniente: sempre foi fácil afirmar que animais não têm consciência. Agora, temos um grupo de neurocientistas respeitados que estudam o fenômeno da consciência, o comportamento dos animais, a rede neural, a anatomia e a genética do cérebro. Não é mais possível dizer que não sabíamos.

É possível medir a similaridade entre a consciência de mamíferos e pássaros e a dos seres humanos? Isso foi deixado em aberto pelo manifesto. Não temos uma métrica, dada a natureza da nossa abordagem. Sabemos que há tipos diferentes de consciência. Podemos dizer, contudo, que a habilidade de sentir dor e prazer em mamíferos e seres humanos é muito semelhante.

Que tipo de comportamento animal dá suporte à ideia de que eles têm consciência? Quando um cachorro está com medo, sentindo dor, ou feliz em ver seu dono, são ativadas em seu cérebro estruturas semelhantes às que são ativadas em humanos quando demonstramos medo, dor e prazer. Um comportamento muito importante é o autorreconhecimento no espelho. Dentre os animais que conseguem fazer isso, além dos seres humanos, estão os golfinhos, chimpanzés, bonobos, cães e uma espécie de pássaro chamada pica-pica.

Quais benefícios poderiam surgir a partir do entendimento da consciência em animais? Há um pouco de ironia nisso. Gastamos muito dinheiro tentando encontrar vida inteligente fora do planeta enquanto estamos cercados de inteligência consciente aqui no planeta. Se considerarmos que um polvo — que tem 500 milhões de neurônios (os humanos tem 100 bilhões) — consegue produzir consciência, estamos muito mais próximos de produzir uma consciência sintética do que pensávamos. É muito mais fácil produzir um modelo com 500 milhões de neurônios do que 100 bilhões. Ou seja, fazer esses modelos sintéticos poderá ser mais fácil agora.

Qual é a ambição do manifesto? Os neurocientistas se tornaram militantes do movimento sobre o direito dos animais? É uma questão delicada. Nosso papel como cientistas não é dizer o que a sociedade deve fazer, mas tornar público o que enxergamos. A sociedade agora terá uma discussão sobre o que está acontecendo e poderá decidir formular novas leis, realizar mais pesquisas para entender a consciência dos animais ou protegê-los de alguma forma. Nosso papel é reportar os dados.

As conclusões do manifesto tiveram algum impacto sobre o seu comportamento? Acho que vou virar vegetariano. É impossível não se sensibilizar com essa nova percepção sobre os animais, em especial sobre sua experiência do sofrimento. Será difícil, adoro queijo.

O que pode mudar com o impacto dessa descoberta? Os dados são perturbadores, mas muito importantes. No longo prazo, penso que a sociedade dependerá menos dos animais. Será melhor para todos. Deixe-me dar um exemplo. O mundo gasta 20 bilhões de dólares por ano matando 100 milhões de vertebrados em pesquisas médicas. A probabilidade de um remédio advindo desses estudos ser testado em humanos (apenas teste, pode ser que nem funcione) é de 6%. É uma péssima contabilidade. Um primeiro passo é desenvolver abordagens não invasivas. Não acho ser necessário tirar vidas para estudar a vida. Penso que precisamos apelar para nossa própria engenhosidade e desenvolver melhores tecnologias para respeitar a vida dos animais. Temos que colocar a tecnologia em uma posição em que ela serve nossos ideais, em vez de competir com eles.

Fonte: http://animaisnossosirmaos.wordpress.com/2012/07/19/nao-e-mais-possivel-dizer-que-nao-sabiamos/

Os últimos números divulgados pelo Ministério da Saúde em suas estatísticas anuais de procedimentos científicos com animais vivos mostram que o número de experimentos com animais realizados no Reino Unido são os mais elevados dos últimos 25 anos, com um aumento de 68.100 procedimentos só no último ano.

As estatísticas, é claro, não mencionam o que aconteceu exatamente com esses animais ou o quanto eles sofreram, só dizem que espécies foram utilizadas e qual a porcentagem de experimentos que foram “leves”, “moderados” ou “severos”. Testes envolvendo gatos subiram 26 por cento; porcos, 37 por cento; 14 por cento foi o caso das aves e quanto aos peixes, 15 por cento. Teste em ratos diminuíram 11 por cento; em camundongos, caíram 16 por cento, e em cães, 21 por cento. O número de experimentos em primatas também diminuiu.

Troy Seidle, Diretor de Pesquisa e Toxicologia para a ONG Humane Society International do Reino Unido, considera as estatísticas como “notícias profundamente deprimentes para a Ciência, para o progresso da medicina e para o bem-estar animal.”

De acordo com o Ministério, mais de 3,79 milhões de experimentos foram iniciados em 2011. Em 1987, 3,5 milhões de experiências foram relatadas. Os defensores dos animais constataram que o aumento está em desacordo com as promessas do governo de reduzir o número total de animais utilizados em pesquisas.

“Pode ter havido uma redução do número de animais em áreas específicas, mas o aumento global anula a redução. É algo que você não pode fazer em 12 meses “, disse Martin Walsh, chefe da Divisão de Procedimentos Científicos em Animais, do Ministério, que chama a meta de ” um projeto de longo prazo. ”

Os funcionários do Ministério continuam a afirmar que eles estão promovendo a do 3R’s (redução, refinamento e substituição/reposição), mas os números do relatório contam uma história diferente.

“As estatísticas mostram que no ano passado, 35% dos experimentos com animais foram para a pesquisa biológica fundamental – muito mais quiada pela curiosidade, e apenas 13% diretamente para a medicina humana e odontológica, e 43% da pesquisa com animais foi relacionada à criação de animais com mutação ou modificação genética. O uso de animais para a investigação fundamental em universidades continuou a aumentar (7%). Este aumento na pesquisa chamada abstrata ou fundamental, que não envolve testes de medicamentos, contrasta com a postura do setor que defende que as pesquisas com animais devem ser voltadas a testar curas para doenças “, de acordo com a União Britânica para a Abolição da Vivissecção (BUAV).

No entanto, pesquisadores e políticos continuam a afirmar que o uso de animais é vital para a saúde humana, e só o fazem por este motivo, e que pôr fim à vivissecção significaria o fim à exploração de curas para doenças atualmente incuráveis. Curiosamente, o número de experiências relacionadas ao câncer diminuiu em 10.200, enquanto experiências de toxicologia (olhos e irritação da pele e as conseqüências do desenvolvimento) subiu dois por cento, para 399.000. Aparentemente, colocar mais produtos químicos no mercado é mais importante, ou lucrativo, do que ajudar pacientes com câncer.

“O Governo até hoje não vem fazendo nada com relação ao seu compromisso pós-eleitoral de trabalhar para banir os experimentos com animais. Milhões de animais continuam a sofrer e morrer em nossos laboratórios. Esta falta de progresso é completamente inaceitável. Precisamos ver mudanças significativas e duradouras para os animais em laboratórios. O Reino Unido deveria liderar o processo de reduzir testes em animais. Infelizmente, estas últimas estatísticas mostram que a tendência está indo realmente na direção oposta “, disse o Chefe Executivo da BUAV, Michelle Thew.

“Além disso, não há nenhuma evidência de que todo esse sofrimento terrível está realmente produzindo algum benefício significativo para a humanidade, porque o governo e a indústria de pesquisas persistentemente recusam-se a submeter os testes em animais a uma análise rigorosa”.

Foi encontrado um relatório de 39 infrações de licença nos últimos cinco anos, incluindo um incidente que matou mais de 200 animais que se afogaram em gaiolas inundadas, e mais outro na mesma instalação, que resultou na morte de cerca de 200 ratos cujas evidências levam a crer que tenham sido contaminados por um líquido tóxico que vazou através do telhado.

Fonte: http://www.anda.jor.br/13/07/2012/experimentos-com-animais-alcancam-numero-mais-alto-em-25-anos

Guaxinim (Procyon lotor).

Um guaxinim bebê (Procyon lotor), nos EUA conhecido como raccoon, esteve numa situação difícil, antes de ser retirado da tampa de boeiro por servidores do município de Detroit, em 07 julho de 2012.

O Guaxinim, vem sofrendo os impactos da perda dos seus habitats naturais pelas atividades humanas, especialmente pela especulação imobiliária e supressão dos ecossistemas pela agricultura.

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O Centro de Estudos Ambientais (CEA) é a primeira ONG ecológica da região sul, constituída em Rio Grande/RS/Brasil, em julho de 1983.

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