Amanhã, 10 de dezembro, Cíntia Barenho, vai à ilha socialista, compartilhar com companheir@s latinoamericanos e caribenhos, nossas vivências e experiências em Educação Ambiental desenvolvidas ao longo dos nossos quase 30 anos de luta ecológica.

O convite surgiu durante a Cúpula dos Povos/Rio+20, quando conheceu cubanos e cubanas, ligados ao Centro Martin Luther King Jr e ao Centro de Educación y Promoción para el Desarrollo Sostenible (CEPRODESO), projeto do Museo de Historia Natural de Pinar del Rio em Cuba.

O Encuentro latinoamericano y Caribeño de Experiencias en Desarrollo de Educación Popular Ambiental acontecerá de 11 a 15 de dezembro, no CEPRODESO que se encuentra en el Museo de Historia Natural “Tranquilino Sandalio de Noda”, ubicado en un lugar céntrico de la ciudad de Pinar del Río, a 2 horas desde La Habana.

Para Cíntia Barenho, que participará do encontro, será uma importante oportunidade para compartilhar a experiência do CEA em Educação Ambiental, Ativismo Ecológico e Direito Ambiental. Na mala levará um pouco da história do CEA, através de publicações, fotos, vídeos, materiais diversos, e de sua experiência no coletivo. Pretende trazer uma mala de muitas trocas e vivências para partilhar com os demais integrantes do CEA e também com os leitores do blog.

 Cíntia imagina que Cuba tem muito a contribuir com a EA desenvolvida nos demais países, uma vez que vive em outro sistema econômico e a duras penas, precisou se adaptar com o fim da União Soviética. Mesmo não vivendo no paradigma do capitalismo, durante a Guerra Fria, os subsídios da Rússia não promoveram uma proteção e conservação ambiental . Assim, com o fim do socialismo, no leste europeu, e com o embargo americano viram-se obrigados a adaptarem-se para sobreviver. Logo a agricultura precisou torna-se ecológica, multiplicaram-se as hortas urbanas, a racionalização do petróleo foi imediata, o uso da bicicleta foi intensificado e, claro, o consumo de bens foi suspenso. (Veja mais em: Documentário sobre como Cuba sobreviveu ao pico do petróleo)

A integrante do CEA afirma que ao mesmo tempo, nós podemos problematizar o fazer Educação Ambiental no paradigma do capitalismo. Para nós do CEA, essa EA tem adjetivação: é crítica, transformadora e emancipatória. Portanto é um desafio constante pois essa EA pressupõe uma mudança de paradigma. Necessita uma nova organização social justa, igualitária (sem racismo, sexismo, homofobia), não consumista e, de fato, não antropocêntrica.

Esperamos que ao retornar, possamos fortalecer nossos processos já desenvolvidos, quiçá planejar novas ações em EA no escopo dos 30 anos do coletivo pela sustentabilidade não antropocêntrica.

Abaixo segue a convocatória do Encontro

Hace 10 años comenzamos un desafío, articular experiencias latinoamericanas de Educación Popular Ambiental en desarrollo, poniendo los énfasis, desde hace 4 años, en los sentidos y la incidencia política de estas prácticas.

Para dialogar los sentidos y alcances de la Educación Popular Ambiental que estamos haciendo, hemos animado el diálogo, así han surgido las listas y foros de discusión electrónica, espacios de profundización,  otros de intercambio y debates entre las y los miembros de las redes con las que interactuamos y cada 2 años, abrimos un espacio presencial  de socialización e intercambio latinoamericano y caribeño.

 En esta ocasión les estamos convocando a organizaciones, colectivos y educador@s populares ambientales  a compartir e intercambiar las experiencias en las que están participando, en este nuestro V Encuentro Latinoamericano, como parte de los esfuerzos para continuar socializando los por qué y los para qué de nuestras luchas ambientales, las que parecen tener más sentido ahora que nunca, ante la “Cumbre Río + 20”, y hacerlo no solo desde la experiencia, también desde el sujeto social que conforma el entramado de redes en que nos organizamos.

 El eje temático:

 Los sentidos políticos y la articulación  de las experiencias de  educación popular ambiental que estamos gestando.

 Momentos por los que transitará nuestro encuentro:

1.    Acreditación y bienvenida

2.    Presentación y encuadre

3.    Feria  de Experiencia

4.    Noche Libre (espacios alternativos)

5.    Profundización en los retos y sentidos políticos desde la educación popular ambiental.

6.    Noche intercultural

7.    Evaluación y Cierre

En los lógicas del encuentro estamos previendo un espacio que hemos llamado, Noche Intercultural, el mismo tiene como finalidad propiciar el intercambio  y el acercamiento desde la diversidad cultural de los participantes latinoamericanos y caribeños que estemos. Será un espacio para reafirmar identidades, y podremos traer para compartir muestras de: música, danza,  artesanía, arte, literatura, platos típicos u… otras iniciativas que serán comunicadas previamente para su inclusión en el programa de este momento.

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