Os particulados que caiam constantemente sobre a comunidade de Santa Cruz, mas negados pela empresa. A saúde da população local está muito comprometida. As lembrancinhas do “mal”da TKSA foram gentilmente dadas aos participantes da Toxic-Tour para auxiliar na divulgação de tal crime ambiental. Foto: Cintia Barenho/CEA

Participamos do Rio Toxico-Tour, pelo qual visitou-se o município de Santa Cruz-RJ, no qual foi terrivelmente premiado com  projeto da Thyssenkrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico (TKCSA). Tal projeto foi negado em outros países e estados. No entanto, o Rio de Janeiro – a cidade que recebe a Rio+20 com o discurso de busca de alternativas aos impasses ambientais – acolheu prontamente a megasiderúrgica, oferecendo inclusive incentivos fiscais.

O empreendimento, instalado em 2010, operou até 2012 sem filtros em suas chaminés (para dar apenas um exemplo), ocasionando constantemente chuvas de partículados, chamados pelos moradores de “chuva de prata”. Inclusive na visita feita à comunidade, fomos presenteados com lembrancinhas do “mal”no qual colocaram os particulados para auxiliarmos no protesto, resistência e solidariedade à comunidade.

Não precisamos falar que as pessoas que “ousam” denunciar o crime vivido, estão constantemente sendo ameaçados e perseguidas. Uma das moradoras, que teve laudo médico apontando as causas de seus problemas de saúde causados pela TKCSA, não consegue atendimento e o médico que assinou tal laudo (contestado pela empresa) foi transferido do posto de saúde. A comunidade, infelizmente, está numa ilha do mal.

Vamos seguir contando mais dessa história….

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