Nestlé: além da doença vai vender a cura também
A companhia suiça Nestlé, através de sua divisão de Ciências da Saúde, adquiriu a empresa farmacêutica americana Prometheus Laboratories, especializada no diagnóstico e tratamento de enfermidades gastro-intestinais e oncológicas, por uma quantidade que não foi revelada, segundo informou o grupo em um comunicado.
A Nestlé destacou que a companhia com sede em San Diego apoia “totalmente” a ambição de sua divisão de Ciências de Saúde de ser pioneira em soluções nutricionais baseadas na ciência para oferecer uma melhor atenção médica personalizada aos doentes.
Asim mesmo, informa que ao redor de 500 empregados da Prometheus passarão a formar parte da Nestlé como consequencia da operação, que está pendente da aprovação dos reguladores. Además, sublinha que as vendas de Prometheus em 2012 estão previstas que alcancem os 250 milhões de dólares (177 milhões de euros).
O presidente e conselheiro delegado da Nestlé Health Science, Luis Cantarell, assinala que esta aquisição é um “movimento estratégico”, já que os conhecimentos da Prometheus e a experiência de seus visitadores médicos constituem uma “robusta” plataforma para acelerar seu atual e futuro negócio relacionado com o cuidado da saúde.
Por sua parte, o presidente e conselheiro delegado da Prometheus Laboratories, Joseph M. Limber, se mostrou encantado de poder unir-se a Nestlé e compartilhar seu compromisso com o cuidado da saúde personalizada. “Juntos, aceleraremos o desenvolvimento de nossas inovadoras plataformas de diagnóstico para oncología e gastroenteorologia”, destacou.
Fonte: www.insurgente.org
trad.português: P. Markes
Fonte: http://economiasocialistads.blogspot.com/2011/05/nestle-ja-tem-sua-propria-mutinacional.html



























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maio 31, 2011 às 7:26 pm
GERALDO A. LOBATO FRANCO
Nada de assustar, apenas a realidade dos fatos de como essa cambada impôs-nos as suas tecnologias de alimentos, e como nós, bobões, as aceitamos.
Um amigo meu de MG, mas bem mesmo lá dos confins de MG onde a RMV – Ruim Mas Vai, Rede mineira de Viação, chegava (de vagar) e parava (mais de vagar ainda) isso faz mais de quarenta anos me contava: “quando eles chegaram lá no fim da linha, todo o mundo comia bom queijo e manteiga e tomava todo o leite que queria, ou seja — só passava fome quem queria, tal era a quantidade, a qualidade e o preço, evidentemente baixo”.
Depois deles entrarem firme no mercado, todos os estoques de leite e derivados desapareceram: eram carreados pras fabricas de leite em pó, à torto e à direito.
Advinhem o que aconteceu. . . não advinham? Ora, usem a cabeça, só um pouquim. . .