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Encerramos hoje nossas atividades no Projeto Ambientalistas Educadores. Em breve apresentaremos nossas considerações sobre a Etapa Presencial III.

Os políticos responsáveis por definir as mudanças nos limites de desmatamento no país possuem juntos o equivalente a 40% da área da cidade de São Paulo, em terras. Como integrantes das comissões de Agricultura da Câmara e do Senado, uma de suas principais decisões para 2009 será a definição das mudanças no Código Florestal. Após alteração feita em 2001, o código reduziu para 20% o limite de desmatamento de propriedades localizadas na Amazônia Legal. Um decreto editado pelo presidente Lula, em 2008, estabeleceu que até o final deste ano, donos de propriedades que não respeitarem os limites de reserva legal começarão a ser punidos. Como o prazo vence dentro de alguns meses, os ruralistas integrantes das comissões têm pressa em definir novas regras para o Código. De acordo com o jornal Folha de São Paulo, que contabilizou o total de terras pertencentes aos deputados e senadores, só foram consideradas as propriedades que tiveram tamanho detalhado nas declarações apresentadas por eles. Ainda segundo a reportagem, entre as empresas que mais contribuíram para as campanhas de integrantes das bancadas estão os frigoríficos Friboi e Marfrig e as produtoras de insumos Ultrafértil, Nortox e Bunge.
fonte: Folha de São Paulo
A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) se reuniu em Brasília, no dia 18 de março, para uma audiência pública sobre a primeira liberação comercial de uma variedade de arroz transgênico, o Liberty Link 62, da Bayer. Ele é geneticamente modificado e tolerante a pesticidas à base de glufosinato de amônio, que apresenta alta toxidade.
A empresa, entretanto, não apresentou à Comissão estudos referentes aos resíduos de agrotóxico nos grãos e acabou recebendo críticas até de seus prováveis aliados, como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Para Flávio Braseghello, representante da Embrapa, não é possível controlar o arroz transgênico e existe grande probabilidade de cruzamento da variedade com o arroz vermelho, o que é considerado ruim pelos produtores de arroz. A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul e a Federação de Agricultura do Estado também se posicionaram contra a liberação.
Em reunião da plenária da CTNBio, no dia 19 de março, a Comissão decidiu adiar a votação sobre o arroz transgênico da Bayer até que mais pareceres técnicos sejam apresentados. Segundo o presidente da Comissão, Walter Colli, o assunto só deve voltar a ser discutido no segundo semestre deste ano. Após a contaminação genética de campos de arroz nos Estados Unidos, em 2006, muitos países passaram a rejeitar a variedade transgênica.
Fonte: Greenpeace
Enquanto isso…
Juiz federal considerou que a empresa agiu de má-fé no processo de licenciamento da usina
A Engevix foi multada em R$ 250 mil por problemas com o licenciamento ambiental da hidrelétrica de Baixo Iguaçu (PR-350 MW), de acordo com sentença do juiz da Vara Federal de Francisco Beltrão, Sandro Nunes Vieira. A ação civil pública foi impetrada pela ONG Liga Ambiental, que alegou irregularidades no procedimento de licenciamento ambiental da usina, tendo como principal fundamento a incompetência do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) para realizar o licenciamento.
De acordo com o magistrado, no curso do processo, o procedimento de licenciamento ambiental “foi subitamente arquivado pelo IAP” e logo após, foi instaurado perante o instituto novo pedido de licenciamento ambiental para a implantação de Baixo Iguaçu. “O EIA/Rima é praticamente uma cópia do anterior, havendo pequenas e insignificantes alterações, não havendo nenhum estudo novo, nenhuma pesquisa de campo nova, nenhum levantamento de campo novo, que muito pouco alteram-no em substância”, afirma a sentença do juiz.
A multa foi aplicada à empresa, pois Vieira considerou que a Engevix agiu de má-fé e, por isso, deveria pagar uma indenização. O montante será revertido ao fundo de reparação e defesa do meio ambiente.
Fonte: Canal Energia
Todas e todos Ambientalistas Educadores reunidos no Rincão Gaia, participaremos deste ato simbólico.
A Hora do Planeta é um ato simbólico, promovido pela Rede WWF, no qual governos, empresas e a população de todo o mundo são convidados a demonstrar sua preocupação com o aquecimento global e as mudanças climáticas. O gesto simples de apagar as luzes por sessenta minutos, possível em todos os lugares do planeta, tem o significado de chamar para uma reflexão sobre o tema ambiental.
Para saber mais acesse Hora do Planeta

Barra Grande e Mecanismo de Desenvolvimento Limpo – Será possível?
por Márcia Pimenta
Em 2005 a concessão da Licença de Operação – LO – para a Usina Hidrelétrica Barra Grande, do Consórcio BAESA, colocou em evidência como interesses econômicos prevalecem sobre os interesses da sociedade. Apoiado em um Estudo de Impacto Ambiental (EIA) fraudulento, o IBAMA concedeu a LO para um empreendimento que inundaria uma área de 4.236 hectares composta por florestas em ótimo estado de conservação, sendo que metade dessa área formada pelas últimas áreas primárias de araucária em todo o Brasil. Além disso, os pesquisadores também encontraram no local as últimas 3 populações de uma espécie endêmica de bromélia, a Dyckia distachia, que pode ter sido extinta, em seu meio natural, devido a UHE Barra Grande.
O relatório da empresa de consultoria ENGEVIX, contratada pela BAESA para elaborar o EIA/Rima (relatório de impacto ambiental) afirmava que a formação dominante na área a ser inundada pelo empreendimento era de capoeirões. A detecção da fraude não foi o suficiente para anular o EIA e o processo de licenciamento. A justiça avaliou o episódio como “fato consumado” já que o muro da barragem já havia sido construído, e validou um crime ambiental irreparável!
“Águas passadas não movem moinhos” diz o ditado, mas legalizar um crime ambiental, além de ser um péssimo exemplo vindo de instituições que deveriam salvaguardar os interesses da sociedade, permite que a empresa agora dentro da legalidade avance em direção ao pedido dos créditos de carbono, através do Projeto MDL BAESA. O alerta foi dado pelo Fórum das ONG´s e Movimentos Sociais para Meio Ambiente e Desenvolvimento – FBOMS que disparou em outubro de 2008 um comunicado onde rejeitava a UHE Barra Grande como Projeto do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo – MDL – e apresentava suas motivações. O FBOMS faz parte de uma lista de atores envolvidos, interessados e/ou afetados pelas atividades de projeto que recebem cartas-convite a comentários. Os comentários feitos deverão ser levados em consideração pelos empreendedores do projeto e também serão anexados ao Documento de Concepção do Projeto – DCP, que será analisado pela Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima (CIMGC), aprovando-o ou não.
As críticas referem-se ao desrespeito aos princípios básicos do MDL, já que qualquer projeto, para ser qualificado como MDL, deve satisfazer os critérios de elegibilidade estabelecidos pelo Protocolo de Quioto; promoção do desenvolvimento sustentável e comprovação da adicionalidade do projeto, ou seja, que as reduções de emissões sejam adicionais às que ocorreriam na ausência do projeto.
O argumento inicial do FBOMS faz coro com o discurso de estudiosos como Philip Fearnside especialista em Clima e Florestas do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – INPA, que afirma que as hidrelétricas no Brasil são fábricas de metano. O metano é um gás com potencial de aquecimento 21 vezes maior do que o CO2 e assim as hidrelétricas no Brasil emitiriam, em média, 4 vezes mais gases de efeito estufa do que as termelétricas a combustíveis fósseis. O metano é gerado pela vegetação que ficou submersa pelo lago represado da hidrelétrica.
Segundo o biólogo e mestre em botânica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Paulo Brack, existem outros cálculos que questionam as hidrelétricas como fontes de energia limpa e se fundamenta na floresta como sumidouro de carbono. Assim, além da emissão de metano pela floresta alagada estaria a perda de massa florestal que faz naturalmente a absorção de carbono da atmosfera. Como explica Brack, um estudo encomendado pela BAESA à FUNCATE – Fundação de Ciência, Aplicações e Tecnologia Espaciais – atesta que entre Florestas Primárias Florestas Secundária em Estado Avançado e Florestas Secundárias em Estado Médio de Regeneração foram alagados um total de 5.728,89 ha. Os dois relatórios da FUNCATE apresentam diferenças no número de árvores contidas em cada ha, mas considerando o número mais conservador existiriam 721 árvores /ha. Logo, 4,131 milhões de árvores teriam perecido com a hidrelétrica.
Se confrontada com a fraude comprovada do EIA apresentado ao IBAMA a proposta da atividade de projeto UHE Barra Grande parece uma peça de ficção! Uma análise à luz do histórico do processo de licenciamento, marcado por uma série de batalhas jurídicas por parte dos movimentos socioambientais, derrubará várias meias verdades contidas no texto do
DCP disponibilizado na internet. Escolhi algumas.
A empresa orgulhosamente afirma que “comprovou-se com a construção do Projeto BAESA que é possível conjugar desenvolvimento socioeconômico com preservação ambiental” omitindo totalmente o fato de que se o EIA houvesse apresentado a configuração real da área a ser alagada o projeto jamais teria sido licenciado. Também assume que “contribui para o desenvolvimento sustentável dos municípios abrangidos e do país à medida que proporciona o desenvolvimento econômico da região, sem comprometer as gerações futuras, atendendo ao conceito de Desenvolvimento Sustentável”. Ora, isso não é verdade, uma vez que a área alagada era de mais de 2 mil hectares de Mata Atlântica Primária declarada na Constituição Federal de 1988 (art.225, §4º) como Patrimônio Nacional. Isso, certamente, significa que o legislador constituinte, reconhecendo a importância desse bioma quis que ele tivesse uma proteção especial.
Para atestar sua suposta contribuição para o desenvolvimento sustentável a empresa diz que mantém vários projetos direcionados para a área socioambiental e na verdade estes projetos são condicionantes de sua LO, uma vez que um Termo de Compromisso foi assinado pela BAESA como uma compensação por ter cometido um impacto ambiental de grande
dimensão. Diz ela que “dentre os projetos ambientais, pode ser destacado o programa de reflorestamento que tem como meta o plantio de um milhão de mudas até o ano de 2013″ Como salientou o Professor Brack mais de 4 milhões de árvores foram afogadas pelo lago e, sendo assim, o plantio de 1 milhão de mudas mostra-se insuficiente para compensar o
dano ambiental.
Em outro momento do DCP a empresa elenca as condicionantes apresentadas na LO e vangloria-se: “Como se vê as ações exigidas pelo órgão licenciador ambiental referem-se fundamentalmente à continuidade dos programas e metodologias de mitigação do impacto ambiental que foram e estão sendo desenvolvidos na implantação do Projeto BAESA,
comprovando a qualidade e seriedade da empresa quanto às questões ambientais”. Mais uma tentativa de levar o analista do projeto a um equívoco, já que uma inspeção judicial relativa à Ação Civil Pública movida pela Rede de ONGs da Mata Atlântica e Federação das Entidades
Ecologistas de Santa Catarina – FEEC, constatou que “nas ações de mitigação dos impactos ambientais a situação é considerada mais precária. A própria LO 447, expedida em 04/04/05 com validade de 12 meses, não foi renovada pelo IBAMA. …. Segundo o IBAMA a renovação não ocorreu porque algumas condicionantes da LO não haviam sido atendidas.” A renovação só aconteceu em 14/01/2008. Conclui-se, portanto que as condicionantes expressas na renovação da LO dizem respeito à continuação dos projetos já que os benefícios e resultados previstos ainda não foram alcançados.
Eloir Denílson Soares integrante do Movimento dos Atingidos por Barragens – MAB alega que na questão social a fraude não foi diferente já que o levantamento da ENGEVIX admitia que 820 famílias haviam sido atingidas pelo empreendimento, mas que na verdade foram mais de 1600. Quanto aos acordos boa parte deles, assinado com o MAB na presença de procuradores federais e do IBAMA, não foram cumpridos, segundo Eloir. Neste sentido a inspeção judicial realizada alega que “entre os diversos itens do Acordo Social, alguns deles não foram cumpridos ou apenas parcialmente, como é o caso da construção de equipamentos para uso coletivo como igrejas, centros comunitários” autenticando o que foi dito pelo Eloir.
No que se refere à adicionalidade o argumento não se sustenta, uma vez que a hidroeletricidade é prática comum no Brasil e segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), responde por mais de 70% da capacidade geradora do país. Além disso, a Licença Ambiental Prévia da Usina foi originalmente emitida no ano de 1999 e a Licença de
Instalação em 2001 e nesta época não havia conhecimento sobre o futuro do Protocolo de Quioto e dos seus mecanismos de flexibilização. Assim, lastrear uma decisão de investimento tão importante aos créditos de carbono parece temeroso e não seria uma atitude sensata.
A BAESA justifica a adicionalidade de seu projeto colocando-o como alternativa a geração de energia por termelétricas, comuns no Sul do país devido à oferta de carvão mineral abundante na área, como se só existissem estas duas opções. Mas o discurso está bem alinhado com o
do governo que não consegue emplacar suas mega construções por questionamentos jurídicos de ordem socioambiental e avança na construção de novas termelétricas, catapultando o Brasil para a retaguarda do movimento mundial que vem investindo na descarbonização
de sua matriz energética.
Além disso, toda esta discussão não pode deixar de abordar a real necessidade de o Brasil aumentar sua oferta de energia à custa de impactos socioambientais irreversíveis. É bom lembrar que investimentos em eficiência energética e em energias renováveis não-convencionais como solar térmica, eólica e biomassa são uma boa maneira de diminuir as emissões de gases de efeito estufa de forma sustentável..
Finalizando, proponho uma reflexão: será possível uma empresa que apresentou um documento fraudulento para concretizar um empreendimento que acarretou em um impacto ambiental irreversível evocar agora a preocupação ambiental, para arrecadar créditos de
carbono que poderiam ser direcionados para iniciativas de fontes energéticas comprovadamente sustentáveis? Se o projeto for realmente submetido, espera-se que essa questão seja levada em consideração.
Fonte: Envolverde
Partimos para o Rincão Gaia (Pantano Grande). Três dias de Luta Ecológica e Educação Ambiental Crítica e Transformadora.

Os Verdes no Projeto Ambientalistas Educadores
Desde outubro de 2008, com duas etapas presenciais realizadas, uma em Arroio do Padre/RS e outra em Pântano Grande/RS em fevereiro/2009 e atividades virtuais na rede de computadores através do Moodle da FURG/RS, o ativista Julio Wandam de Os Verdes de Tapes participa do Projeto Ambientalistas Educadores, curso realizado pelo CEA (Centro de Estudos Ambientais) de Pelotas/RS e o GAMBA (Grupo Ambientalista da Bahia) de Salvador/BA, com apoio do MMA (Ministério do Meio Ambiente) e UNESCO.
Com projeto aprovado através de edital divulgado as entidades ambientalistas do RS e BA no mês de setembro de 2008, foram escolhidas lutas ecológicas que buscam ampliar sua organização e ação pontual ou em rede através da educação ambiental, enfocando valores necessários para a abordagem relativa a conscientização das pessoas para a causa defendida e para a ação conjunta na mudança de atitudes e comportamentos para a preservação ambiental.
Os projetos aprovados são todos de grande importância para o meio ambiente, para os ativistas e suas entidades, onde demandam tempo e dedicação para promover atividades voluntárias objetivando a adoção dos conceitos de educação ambiental através de trilhas ecológicas, ou com plantio de árvores no turno da noite, ou em escolas durante o dia trabalhando a consciência sobre a separação dos resíduos sólidos. Existem lutas sobre a organização e as políticas ambientais, através dos colegiados que tratam do tema da política urbano-ambiental. Outras que tratam das Barragens e seus impactos ambientais e as UCs e outros modelos de Unidades para a conservação ambiental.
A ONG Os Verdes organizam projeto de Educação Ambiental para conscientização das crianças e adolescentes no
ensino fundamental e médio sobre a Floresta de Butiazais e seus benefícios para o ecossistema e a cidade. Os Verdes promovem desde o início de 2008, um abaixo assinado para coleta assinaturas para a criação da UC dos Butiazais de Tapes.
Para conhecer mais sobre o trabalho dos Verdes Tapes, acesso o BLOG
A imensa diversidade biológica da Amazônia tem sido defendida como o seu maior potencial para geração de emprego e renda em um futuro próximo. Todavia, apesar do engajamento entusiasta que desperta nas pessoas, sobretudo aquelas preocupadas com a proteção da floresta, a propalada biodiversidade requer muito esforço técnico e financeiro, para ser alçada à condição de solução para os problemas que afligem a região. Com uma Engenharia Florestal aliada aos ideais do conservacionismo, que acredita na possibilidade técnica e política da exploração sustentável dessa biodiversidade, o Acre foi pioneiro na concepção de um pacote tecnológico para orientar o uso dos múltiplos produtos e serviços que o ecossistema florestal amazônico pode ofertar. Chamada de MANEJO FLORESTAL DE USO MÚLTIPLO essa tecnologia, quando reconhecida pelos governos estaduais e municipais, já comprovou seu potencial para promover na Amazônia, o Desenvolvimento Sustentável que o mundo espera.
Venha discutir conosco, não perca essa!
De 23 a 27 de março próximo, com abertura a ser realizada na segunda-feira às 08:00 horas, no auditório da Adufac.
Baixe AQUI o artigo sobre tal semana, produzido pelo companheiro ambientalista do Acre, Écio Rodrigues.
Claudio Corrêa Pereira, Eng. Agrônomo e estudioso da história e arqueologia do Rio Grande do Sul, é componente do GEAN -Grupo Ecológico Amantes da Natureza, em Arroio Grande.
Escreveu o livro MINUANOS / GUENOAS que procurou, através da rica bibliografia existente no Rio Grande do Sul e Uruguai, indicar esse grupo indígena pampiano Minuanos/Guenoas, como uma só nação e sucessores desses habitantes dos cerritos existentes em toda a Bacia da Lagoa Mirim.
Na monografia que serviu de base para o livro realizou o levantamento de 71 cerritos (sítios arqueológicos) entre os arroios Sarandi e Bretanhas, municípios de Arroio Grande e Jaguarão, buscando integrar esta região na pesquisa arqueológica do Estado, bem como, divulgar esse acervo nas comunidades para aumentar o cuidado e preservação desse nosso passado.
O livro está a venda na sede do MTG , em Porto Alegre , Rua Guilherme Schell, 90 (e.mail: lojafcg@mtg.org.br) ou com o próprio autor que poderá enviar pelo correio e o pedido pode ser feito pelo e.mail: cláudio.cp@bol.com.br
Conheça o Blog do GEAN
Ocorrerá no próximo final de semana (27 a 29 de março), no Rincão Gaia em Pantano Grande, a Etapa III Presencial do Projeto Ambientalistas Educadores.
Em torno de trinta representantes de organizações ecológicas não governamentais (ONGs) e movimentos sociais, estarão discutindo diversas questões sobre práticas transformadoras da relação predatória da sociedade para com a natureza, marcadas pelo consumo ilimitado (o chamado consumismo) e o desrespeito as leis ambientais.
Para tanto, os professores do Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental (PPGEA) da FURG, Dr. Alfredo Martín e Dr. Carlos Machado, trabalharão a metodologia para uma Educação Ambiental Transformadora. A Diretora do Departamento de Educação Ambiental (DEA) do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e ex-militante do CEA, Lúcia Anello, estará presente palestrando sobre a “Política Nacional de Educação Ambiental: MMA e as ONGs Ecológicas”. O Evento ainda contará com a presença do Professor Dr. Frederico Loureiro, da UFRJ, o qual abordará as temáticas “Tendências da Educação Ambiental: Premissas e Implicações Políticas” e “Pensar e Agir Ecológico: Atual contexto e Ações Prioritárias”. Após, Loureiro segue para Rio Grande, onde ministrará a aula inaugural no PPGEA/FURG, dia 31 de março, com o tema “Mundialização do Capital, Sustentabilidade Democrática e Políticas Públicas: Problematizando os Caminhos da Educação Ambiental”, informa avalia Cintia Barenho, do CEA.
O Projeto Ambientalista Educadores é uma parceria da UNESCO, MMA, CEA e a ONG Grupo Ambientalista da Bahia (GAMBÁ), responsável pela edição do projeto no estado da Bahia.
Segundo Antonio Soler, integrante do CEA, idealizador e executor do Projeto Ambientalista Educadores, seus objetivos foram alcançados proporcionando condições para a formação continuada de integrantes de ONGs e Movimentos Sociais que lidam cotidianamente com a questão ecológica. Além dos encontros presenciais, o projeto contou com etapas não-presenciais através de um ambiente virtual desenvolvido em parceria com a Secretaria de Educação a Distância da FURG.
A representatividade foi significativa, tendo a participação de representantes das ONGs gaúchas AGAPAN (POA), AIPAN (Ijuí), ALGA (Caxias do Sul), AMA (Guaíba), AMIZ (Pelotas), Ballaena australis (Barra do Chuí), ECOFUND (Canoas), ECOGATO (Pelotas), Fundação Gaia (POA), Fundação Moã (Santa Maria), GAEC (Pelotas), GEAN (Arroio Grande), Guardiões da Vida (Passo Fundo), GESP (Passo Fundo), IMCA (Montenegro), INGÁ (POA), Instituto Biofilia (POA), Instituto Órbis (Caxias do Sul), MIRA-SERRA (São Francisco de Paula), NAT (POA), Os Verdes (Tapes), Fundação TUPAHUE (Pelotas), NEMA (Rio Grande) e Sindicato dos Bancários de Pelotas e Região.
Maiores informações podem ser acessadas em: Orientações 1 e Orientações 2
Para conhecer um pouco mais do Projeto Ambientalistas Educadores acesse AQUI
Para ver as imagens dos outros encontros presenciais acesse nosso Flickr
Ministério do Meio Ambiente
Conselho Nacional de Recursos Hídricos
SECRETARIA EXECUTIVA
Prezado(a) Senhor(a),
Informamos que a XXIV Reunião Extraordinária do CNRH, a ser realizada no dia 26 março de 2009, em Brasília/DF, será transmitida ao vivo, pelo Site.
Atenciosamente,
Secretaria Executiva do CNRH
Conheça a pauta da reunião AQUI
Consulte a Agenda de reuniões do Conselho em nossa página na internet AQUI
Participe e acompanhe nossa nova enquete:
Você concorda com a destinação de áreas do bioma Pampa para o cultivo de transgênicos e monoculturas de árvores exóticas?

Luta Ecológica potencializada pelo Projeto Ambientalistas Educadores, o Sindicato dos Bancários de Pelotas e Região, através de suas diretoras Vera e Rosangi, lançou campanha em prol da Orla do Laranjal.
Sindicato de Pelotas lança Campanha: A Praia do Laranjal é Mais
O objetivo é estimular os bancários a discutirem a preservação do meio ambiente O Sindicato dos Bancários de Pelotas e Região lançou nesta quarta-feira, 25, a Campanha em defesa da praia do Laranjal. Intitulada “A praia do Laranjal é mais”, a campanha faz parte de uma proposta mais ampla do Sindicato, que busca integrar a categoria bancária em ações comuns ao conjunto da sociedade, como a defesa do meio ambiente. O objetivo é estimular os bancários a discutirem a preservação do meio ambiente. Segundo a diretora do Seeb Pelotas, Vera Miranda, este projeto é importante para a atual gestão do Sindicato, que tem como um dos seus compromissos históricos a defesa da natureza. “Com este projeto, estamos cumprindo uma das propostas prioritárias de nossa chapa durante a eleição para direção do Sindicato”, disse a diretora. Faz parte da campanha a distribuição de bolsas ecológicas e adesivos a todos os bancários da base de Pelotas e Região. “É muito importante e necessário que todos façam a sua parte e não é por não sermos uma entidade diretamente ligada ao meio ambiente, que não temos o dever e o direito de lutar por um mundo melhor e para um melhor futuro para a humanidade“, disse Vera, acrescentando que os homens precisam viver em harmonia com a natureza, “deixando de ser antropocêntricos e passando a ver cada ser da natureza, animal ou planta, como um igual . Também é revolucionário mudar nosso modo de vida em prol de um bem maior“, finalizou a diretora do Seeb Pelotas.
Mais informações podem ser obtidas com as diretoras do Sindicato, Vera e Seeb Pelotas, pelo fone: 53 3225 4108.
Reproduzimos aqui artigo de Renato Araújo, um dos ambientalistas educadores e companheiro de luta ecológica da Fundação Gaia.
Crise ambiental: social, econômica e política
Por Renato Araújo
Atualmente, a crise financeira está no centro de todas as discussões nos meios de comunicação. Mas que crise é esta? Uma ótica pouco utilizada para a análise dessa crise, apesar de já estarmos no século XXI, é a visão ambiental. E não me refiro à qualidade da água, do ar ou o aquecimento global, mas sim do paradigma de desenvolvimento em que vivemos. Esta é uma crise global sistêmica, com influências no âmbito social, econômico e político. É o choque do desenvolvimento ilimitado com o do desenvolvimento sustentável. [Segue...]
Para conferir o restante do artigo acesse AQUI




































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